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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CIRURGIÃO QUE ENCONTROU JESUS NO CORAÇÃO DE UMA CRIANÇA


  


-Amanhã de manhã eu vou abrir o teu coração. Explicava o cirurgião para uma criança.
E a criança o interrompeu:
-Você encontrará Jesus ali? 

O cirurgião olhou para ela, e continuou:
-Eu vou cortar uma parede do teu coração para ver o dano completo. 

-Mas quando você abrir o meu coração, encontrará Jesus lá? A criança voltou a interrompê-lo.

O cirurgião se voltou para os pais, que estavam sentados em silêncio. 

-Quando eu tiver visto todo o dano causado, planejaremos o que fazer em seguida, ainda com teu coração aberto. 

-Mas você encontrará Jesus em meu coração? A Bíblia diz claramente que Ele mora ali. Todos que acreditam Nele dizem que Ele vive ali... Então você vai encontrá-lo no meu coração! 

O cirurgião pensou que era suficiente e lhe explicou: 

-Após a operação, te direi o que encontrei em teu coração, de acordo? 

Eu tenho certeza que encontrarei músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos, e fraqueza nas paredes e vasos. E, além disso, eu vou concluir se posso te ajudar ou não. 

-Mas você encontrará Jesus ali também? É sua casa, Ele vive ali, sempre está comigo. 

O cirurgião não tolerou mais os comentários insistentes e se foi. Em seguida, ele se sentou em seu consultório e começou a gravar seus estudos prévios para a cirurgia: aorta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva. Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável. 

Terapia: analgésicos e repouso absoluto. 
Prognóstico: fez uma pausa e em tom triste disse:
-Morte nos primeiros anos de vida.
Então, parou o gravador.
Mas tenho algo a mais a dizer:
-Por quê? Perguntou em voz alta.
Por que acontecer isso com ela? O Senhor a colocou aqui, nessa dor e já a havia condenado a uma morte precoce. Por quê? 

De repente, Deus, nosso Criador respondeu: 

O menino, minha ovelha já não pertencerá a teu rebanho, porque ele é parte de mim e comigo estará por toda a eternidade. Aqui no céu, em meu rebanho sagrado, já não terá nenhuma dor, será consolado de uma forma inimaginável para ti ou para qualquer outra pessoa. Seus pais, um dia, se unirão com ele, conhecerão a paz e a harmonia juntos em meu reino e meu rebanho sagrado continuará crescendo. 

O cirurgião começou a chorar muito, mas sentiu ainda mais raiva, não entendia as razões. E replicou: 

-Tú criastes este menino, e também seu coração para quê? Para que morresse em poucos meses?

O Senhor lhe respondeu:
-Porque é tempo de regressar ao seu rebanho, sua missão na terra já se cumpriu. Há alguns anos atrás enviei uma ovelha minha com dom de médico para que ajudasse a seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência se esqueceu de seu Criador. 
Então enviei outra de minhas ovelhas, o menino enfermo, não para perdê-lo, e sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico volte para mim. 

Então o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente. 

Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino, enquanto seus pais estavam a frente do médico. 

O menino acordou e murmurando rapidamente perguntou: 

-Abriu meu coração? 

-Sim. Disse o cirurgião. 

-O que encontrou? Perguntou o menino. 

Tinha razão, reencontrei Jesus ali. 

Deus tem muitas maneiras diferentes para que você volte para o seu lado. 

Leia esta mensagem até o final. 

Leia somente se tem tempo para Deus. 

Deus, quando recebi esta mensagem pensei... Eu não tenho tempo para isto... e realmente é inoportuno durante o horário de trabalho. Logo, eu percebi que ao pensar assim é exatamente o que tem causado muitos dos problemas em nosso mundo atual. Buscamos ter a Deus só na igreja aos domingos de manhã. Às vezes, talvez um domingo à noite... Sim, nós gostamos de tê-lo na doença... e, sobretudo, nos funerais. Mas, não temos tempo, o lugar para Ele nas horas de trabalho ou em nosso tempo livre... Porque .... Isso é na parte de nossas vidas em que pensamos: "Nós podemos e devemos controlar sozinhos" 

Que Deus me perdoe por haver pensado que não há um tempo e lugar onde Ele não seja o PRIMEIRO em minha vida. Devemos sempre ter tempo para lembrar TUDO o que Ele fez e faz por nós. Jesus disse: "Se tú tens vergonha de mim, eu me envergonharei de ti diante de meu Pai". 

Então me ajoelhei para orar, mas não por muito tempo, tinha muito para fazer. Tive que apressar-me e ir trabalhar já que as cobranças logo estariam diante de mim. Dei um salto e meu dever cristão estava concluído. 

Minha alma pode então descansar em paz. Em todo o dia não tive tempo de falar uma palavra de encorajamento, nem de falar de Jesus aos meus amigos; iriam rir de mim e eu ficaria com medo. Não há tempo, não há tempo. Há muito que fazer. Esse era a minha reclamação constante. Não há tempo para dar-lhe as almas necessitadas, só na última hora, a hora da morte. Então parei em pé diante do Senhor, o vi e permaneci de cabeça baixa, já que em Suas mãos ele segurava um livro, o livro da vida. Deus deu uma olhada no seu livro e disse: 
'Não posso encontrar o teu nome, uma vez estive a ponto de anotá-lo, mas nunca encontrei o tempo
De todos os presentes que podemos receber, uma oração é o melhor. Não custa nada e traz recompensas maravilhosas, Deus te abençoe. 
Que Deus te abençoe e te guarde.


A.D.
Publicação anterior deste texto: 02.01.2011 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - UM MOVIMENTO QUE NASCEU COM CARACTERÍSTICAS SOCIAIS




A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore
A história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos. 

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime. 

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos. 

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer? 

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente. 

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho. 

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã. 

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas. 

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço. 
Movimento mundial missões

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia. 

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados. 

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança. 

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela regiãoA primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil. 

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil. 

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo. 
Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)


Fonte:http://www.editoracpad.com.br/escoladominical/historia.php
Em: http://semiadecin.blogspot.com.br/2014/08/escola-biblica-dominical-movimento.html

sábado, 2 de agosto de 2014

A SÍNDROME DO CATIVEIRO NO EGITO




Ex 1.6-14
Síndrome = (do grego "syndromé", cujo significado é "reunião") é um termo bastante utilizado em Medicina e Psicologia para caracterizar o conjunto de sinais e sintomas que definem uma determinada patologia ou condição.

Síndrome de Estocolmo: sentimento de simpatia que um sequestrado (vítima) pode desenvolver em relação ao seu sequestrador (agressor).

INTRODUÇÃO

A síndrome do cativeiro manifesta-se de duas maneiras: Uma nos algozes e outra nas vítimas.
Enquanto Israel estava limitado á terra de Gósen, criando seu gado e fornecendo derivados aos egípcios isso não causava nenhuma perturbação. Não oferecia ameaça, pois vivia como eles e estava confinado a um território que podia ser controlado com facilidade. Porém quando o povo se agigantou e começou a se estender pela terra isso passou, para eles, a ser um caso de segurança nacional.
Quando Faraó e o povo egípcio viu que o povo de Israel crescia, temeu que pudesse ser ultrapassado em número e força, então agiu com estratégias e subterfúgios para conter o crescimento daquele povo, impondo-lhes o cativeiro. A primeira face do cativeiro.

Quando o povo arrancado do Egito por intervenção divina, no comando de Moisés, passou andar pelo deserto e a enfrentar situações que até então não estava acostumado. A euforia da partida, quando iniciaram a caminhada, desapareceu, e por muitas vezes lembraram das panelas cheias da terra do Egito e por diversas ocasiões murmuraram e levantaram-se  intentando voltar atrás, não lembrando do tempo em que serviram como cativos naquele país. É a outra face da síndrome.


A.   A SÍNDROME NOS OPRESSORES


I.                   A INCONFORMIDADE DOS ALGOZES (FARAÓ...)
1.      Motivo
-  Enquanto eram poucos não ofereciam perigo
-  Muitos -  poderiam ser uma ameça – Ex 1.9
   
II.                ESTRATÉGIAS DO OPRESSOR
1.      Astúcia – Ex 1.15-22; 1.10.
2.      Aflição – Ex 1.11
3.      Amargura – Ex 1.14; Ef 4.31
4.      Servidão – Ex 1.14
5.      Mistura – Ex 1.22

III.              RESULTADOS (opostos do esperado):
1.      Multiplicavam-se ainda mais – Ex 1.12
2.      Espalhava-se pela terra – Ex 1.12; At 8. 1,4.


    B. A SÍNDROME NAS FILEIRAS DE EX-CATIVOS

I.                   MURMURAÇÕES  -  (Inconformidade com a direção de Deus)
1.      Junto ao Mar Vermelho – Ex 14.10-12
2.      Em Mara – Ex 15.23,24
3.      Deserto de Sim – Ex 16.1-4 (45 dias depois da partida...)
4.      No deserto de Parã – Nm 11. 4-6
5.      Em Refidim – Ex 17.1-3
6.      Em Meribá – Nm 20.2-5
7.      Em Cades-Barnéia – Nm 14. 1-4.

II.                FALTA DE PÃO  - (A busca do pão significa correr atrás de bens materiais)
1.      Deserto de Sim – Ex 16.1-4 (45 dias depois de...)
2.      No deserto de Parã – Nm 11. 4-6       

III.              FALTA DE ÁGUA - (Vida espiritual vazia ou seca)
1.       Em Mara – Ex 15.23,24
2.      Em Refidim – Ex 17.1-3
3.      Em Meribá – Nm 20.2-5      
  
IV.               A SÍNDROME SE APRESENTA NA IGREJA DE NOSSOS DIAS QUANDO:
1.   Amamos mais o mundo do que a Deus (Ex 20.3; 1 Jo 2.15)
2.   Olhamos para o mundo com saudades  (Jz14.5-9; Is 43.18)
3.   Damos lugar ao diabo murmurando (1 Co 10.10)
4.   Nos envolvemos com coisas desse mundo(Hb 12.1,2)


CONCLUSÃO:

A Síndrome do cativeiro do Egito está presente no mundo opressor quando, embora o Povo de Deus contribua para o crescimento dos lugares onde habita, paga seus tributos, faz obras sociais, cumpre as leis e assim mesmo é desprezado, oprimido e odiado. Cada vez mais são criadas leis e projetos de lei que visam, de uma maneira disfarçada, atingir a igreja e seus princípios bíblico-cristãos.


Por outro lado o povo cristão que está marchando no deserto, rumo à terra prometida por muitas vezes acha-se atraído pelo mundo (Egito) e outras vezes manifesta desejo de voltar para lá quando defronta-se com o calor da batalha, lembra com saudades do Egito, das panelas cheias (do pecado), esquecendo, contudo que no Egito era escravo e oprimido por Faraó (Satanás).

Fonte de imagem: https://www.google.com.br/search?q=imagens+para+o+cativeiro+no+egito&tbm=isch&imgil 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Chega de bombas!!!



   Tenho andado nos últimos dias um pouco deprimido acompanhando o desenrolar da ferrenha guerra entre judeus e palestinos. Fico chocado ao ver prédios inteiros sendo demolidos por bombas que visam atingir alvos militares palestinos, que na verdade atingem mais civis do que militares.  Causa-me dor em ver crianças ou pais revirando escombros em buisca de seus ente-queridos, enquanto outras bombas caem sobre elas, ceifando-lhes a vida também. Fico chocado quando vejo foguetes de longo alcance serem lançados sobre Jerusalém. Não fosse a tecnologia avançada daquela nação que neutraliza aqueles mísseis, teriam eles a desgraça na mesma proporção que atinge os palestinos. Sendo atacado, Israel tem o direito de se defender e também contra-atacar.

Escrevo aqui tanto para simpatizantes da causa palestina como da causa sionista. Minha formação cristã fez de mim um admirador de Israel, pelas promessas que Deus  fez aquele povo, pela sua trajetória histórica e por lá ter nascido o Nosso Salvador Jesus Cristo. Portanto difícil me é escrever sem, às vezes, ser afetado pela admiração que tenho à Nação Eleita. No entanto estou certo que com o nascimento, morte e ressurreição de Jesus, Ele estendeu muitas das promessas feitas àquela nação também a todos os povos, de modo que desde então, não somente o povo judeu chama-se "Povo de Deus", mas todo aquele que aceitar a Jesus como único e suficiente Salvador.  Embora Deus não tenha esquecido daquele povo como Nação, pelas promessas feitas a Abraão (Gn 12.1-3), hoje para Deus não há diferença entre Judeu ou Palestino (Rm 2.10,11). 

Independente de ser simpatizante de judeu ou de palestino somos todos os cristãos batalhadores pela Paz, Sim Paz com "P" maíusculo, Paz duradoura, Paz que estende a mão e aceita o irmão como ele é, Paz que Jesus comprou lá na cruz ( Jo 14.27). Chega de sangue derramado indiscriminadamente, chega de morte de inocentes que não pediram para estar nessa guerra estúpida. Dói-nos o coração ver crianças, muitas ainda indefesas, lamentando a morte dos seus familiares, chorando a morte de seus pais. Pais que ficaram sem seus filhos, avós sem seus netos. Ah! Isso dói em nós, e muito mais neles. Crianças órfãs que ficarão à mercê de estúpidos terroristas que os instruirão na escola do terrorismo e alimentarão a guerra por mais uma geração, e assim sucessivamente. Chega de palestinos (do Hamas) usarem suas crianças como escudos humanos (amem seus filhos). Chega de judeus que lançam bombas sobre alvos militares palestinos, sabendo que lá foram, estupidamente,  colocadas por seus líderes pessoas inocentes, para causar o maior número possível de vítimas e sensibilizar o mundo pela causa palestina. Para Deus a vida de um judeu vale tanto como a de um palestino. Sois sábios, a história confirma. Usem a inteligência, a diplomacia, a estratégia para alcançarem seus alvos e nào a força bruta que mata e destrói. Chega de bombas!!!

Fonte de imagem: https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+guerra+na+palestina&tbm=isch&imgil

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Israel é o maior perigo para a paz mundial


Sessenta por cento dos europeus vê Israel como o maior perigo para a paz mundial. Foi o que mostrou uma pesquisa de opinião realizada pela União Européia com a participação de 7.500 pessoas de 15 países-membros da UE (500 de cada país). Em segundo e terceiro lugar apareceram o Irã e os Estados Unidos, seguidos pela Coréia do Norte, pelo Afeganistão e pelo Iraque. Em relação a Israel, a metade dos europeus crê que os cinco milhões de judeus do Estado de Israel são uma ameaça maior para a paz no mundo do que seus vizinhos árabes, que somam 500 milhões de habitantes e nos últimos anos tentaram acabar com Israel através de diversas guerras de agressão. Desse modo, cinqüenta por cento dos europeus concordam com os muçulmanos, que afirmam ser Israel o demônio do mundo.

O Ministério do Exterior de Israel reagiu indignado à publicação dos resultados negativos da pesquisa, que prejudicam ainda mais a imagem de Israel perante o mundo. “Por que, afinal, uma pesquisa dessas foi feita? E por que a União Européia publicou os resultados?” No Ministério do Exterior e no gabinete do primeiro-ministro de Israel supõe-se que a UE deseja arruinar a imagem do Estado judeu. Diferentemente do que ocorre nos países muçulmanos ou na Coréia do Norte, Israel se vê confrontado com um perigoso terrorismo. Mas essa realidade não foi mencionada na pesquisa. Simplesmente perguntou-se às pessoas qual país elas consideravam a maior ameaça para a paz no mundo. “O fato da UE ter apresentado apenas uma lista de quinze países foi uma tática desonesta e influenciou de antemão os entrevistados”, afirmaram funcionários do Ministério do Exterior. Um porta-voz do Vaticano condenou a publicação da pesquisa da UE, classificando-a de anti-semitismo maldoso.

Terrorismo é legal; combatê-lo é ilegal

O ministro israelense para Assuntos Judeus na Diáspora, Natan Sharansky, avalia que aumentam as evidências de que a crítica política dos europeus oculta uma postura anti-semita. “Os europeus, que tanto se empenham pelos direitos humanos no mundo inteiro, finalmente deveriam coibir a lavagem cerebral contra Israel e o denegrimento do Estado judeu nos países árabes”, declarou Sharansky.

Para o Centro Simon Wiesenthal de Los Angeles, a pesquisa é um sinal de que a mídia européia fez um “bom trabalho” e alcançou seus objetivos nos muitos anos em que passou condenando Israel. O que teria motivado os europeus a assumirem essa posição antiisraelense seriam as constantes imagens de soldados israelenses armados presentes nos territórios palestinos e o controverso muro de segurança ao redor dos territórios autônomos palestinos. A luta de Israel contra o terrorismo passou a ser considerada pelos europeus como evidente agressão ao povo palestino, enquanto o terrorismo é apresentado como legítimo e justificado.

Cartão amarelo para Israel

Conforme o Dr. Alon Li’al, os europeus repreenderam Israel com um cartão amarelo, como ocorre nos jogos de futebol. “Devemos nos perguntar se os europeus realmente nos odeiam ou se eles têm medo de nós porque representamos uma ameaça à paz mundial”, disse o Dr. Li’al, que foi diretor-geral do Ministério do Exterior no governo de Barak. Na sua opinião, os europeus têm medo. Esse medo, porém, não deveria tê-los induzido a usar truques políticos contra Israel. “Para estabelecer a paz sempre são necessárias duas partes interessadas. Mas o mais importante “parceiro” de Israel, Yasser Arafat, o chefe da OLP, foi excluído da pesquisa da UE”, declarou o Dr. Li’al. “Em 1994 os europeus recompensaram Arafat com o prêmio Nobel da Paz e agora ele foi mais uma vez honrado pela UE. O arquiteto da presente onda de violência não foi mencionado na pesquisa e, assim, foi poupado.”


Fonte: Noticias de Israel, Fevereiro de 2004(Portal Padom)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Será que a Igreja está preparada para o Arrebatamento?


Jesus Second Coming-04

A sociedade tem afrouxado os padrões de decência e, desse modo, os costumes extrapolam os parâmetros aceitáveis. A Igreja, por sua vez, de alguma maneira tem sido tentada a esses mesmos costumes e assim a moda extravagante e pouco recomendável procura lugar e domínio em nosso meio.

Contra a santidade da moral (Gl 5.16-21; Fp 4.8), os velhos pecados do adultério (Êx 20:14), da prostituição (1 Ts 4:3; Atos 15:29); do homossexualismo (1 Co 6.9; Rm 1.26,27); do divórcio (Ml 2.16;Mt 19.3; Lc 16.18; 1 Co.7.12-16); relacionamento aberto (1 Co.7.2); vida dupla (Tg 4.8);  adultérios virtuais (Mt.5.27,28; Gn 2.24; Ml 4.1) e a pornografia (Ef 4.19; Cl 3.5; Sl 101.3), tem achado terreno fértil na sociedade moderna

Pela baixa moral do mundo, onde é aceitável as relações de "ficar", a fornicação, o adultério, os casamentos abertos e sem compromisso (1 Co.7.2), o divórcio banal (Ml 2.16;Mt 19.3; Lc 16.18; 1 Co.7.12-16), os casais e famílias estranhos àqueles estabelecidos por Deus na formação do primeiro casal, a igreja vem perecendo e parecendo-se, cada vez mais, com o mundo. É comum encontrarmos em nosso meio, pessoas que se casam e divorciam-se uma, duas, três vezes ou mais. Outros vivem em concubinato; maridos ou mulheres que levam vida dupla (Tg 4.8), com filhos extraconjugais e outros costumes de baixa moral. Namoros e até mesmo adultérios virtuais (Mt.5.27,28; Gn 2.24; Ml 4.1). e a pornografia (Ef 4.19; Cl 3.5; Sl 101.3) acham acolhida cada vez maior entre aqueles que se dizem "igreja do Senhor". Isso tudo vem acontecendo com maior frequência entre o povo de Deus. Elementos assim, muitas vezes,  estão em plena comunhão com os santos e pouco tem sido feito para corrigi-los ou afastá-los de seu meio. 

O homossexualismo também tem buscado guarida no seio da igreja (1 Co 6.9; Rm 1.26,27), mais ainda hoje, quando de uma maneira acirrada a sociedade e as leis oferecem proteção a essa modo desvirtuado de comportamento moral, e a igreja não tem agido energicamente contra essas coisas. Até mesmo líderes, ou tem tolerado, negligenciado e defendido esse comportamento condenável pela Palavra de Deus (Rm 1.26), ou adotado como seu padrão de vida tal comportamento.

Teria Deus mudado seus padrões de santidade?; Será que Deus tem afrouxado seu controle sobre a Igreja e já não se importa mais se ela está andando retamente segundo a santidade recomendada? É claro que não (Porque eu, o SENHOR, não mudo;.... - Ml 3.6) . O Noivo tem olhado com tristeza quando a sua amada noiva tem dado lugar à operação carnal em seu modo de viver. É tempo de acordarmos e darmos um basta nessa secularização de costumes que se tem feito sentir no seio da igreja. É tempo de renovação e mudança de vida em busca da santidade para que quando o noivo chegar possa encontrar a sua amada com suas vestes lavadas e purificadas, digna de entrar nas Bodas do Cordeiro. 

Fica o alerta!

João Q. Cavalheiro
Imagem:
http://imagensbiblicas.wordpress.com/tag/segunda-vinda-de-jesus/

segunda-feira, 16 de junho de 2014

FERIDO NO VALE



Sl 23.4
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. 

O vale da sombra da morte era o caminho que ia de JERUSALEM para JERICÓ, tambem conhecido como " A Ladeira do Sangue", quem se referiu a essa vale foi Davi( Sl 23.4), Ele era REI DE JERUSALEM E CONHECIA BEM O CAMINHO, é o mesmo caminho que se refere JESUS quando conta a parábola do BOM SAMARITANO,,, ELE diz que um homem descia de JERUSALEM para JERICÓ,,, esse caminho era de grande perigo, ali ficavam plantados os maiores maginais que assaltavam, roubavam e matavam,,, 
Essa estrada de apenas 27 quilômetros, com muitos vales estreitos de cujos lados, em cavernas escavadas, malfeitores espreitavam e emboscavam os viajantes. 
Fonte: Comentário em: https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100818085348AA6iYsv

Lc 10.30-35; Mt 22.35-40; 2 Cr 28.8-15
1. Um homem que descia de Jerusalém para Jericó – Lc 10.30; Jo 10.10.
   a) assaltado
   b) roubado
   c) espancado
   d) abandonado semi-morto

2.Um sacerdote e um levita também desciam – Lc 10.31,32
    Eles viram o ferido mas o ignoraram porque:
a)      Temiam também ser assaltados – Ap 21.8b; 1 Jo 4.18; Os 6.6.
b)       Evitar contaminação e assim ficarem impedidos de exercerem o sacerdócio ou de estar com seus familiares por um certo tempo.

3. Um samaritano que seguia o caminho inverso – Lc 10.33,34
   a) Subia a Jerusalém para negociar – v.34
   b) Compadeceu-se (v.33, Lc 15.7)ada
   c) Estabeleceu uma prioridade - v.34 (socorrer).
   d) Tratou as feridas com óleo e vinho – v.34
   e) Afastou o ferido da área de risco – v.34
   f) Investiu o seu tempo, serviços e dinheiro na recuperação do ferido-
       v.35;  Tg 4.17
   g) Partiu, mas antes fez uma promessa – v.35
       - voltaria
      -  pagaria
4.Um exemplo- v.37
   -  a ser observado
   - e seguido

CONCLUSÃO:
1.À vezes poderemos estar no vale – Sl 51.3; 32.3.
2.Quando estivermos no vale de sombras poderemos encontrar alguém já   
    semi-morto lá e ainda poderemos ajudar.
3.Os sacerdotes, bem como todo o judeu observador da lei desprezavam 
os samaritanos pela miscegenação racial e pelo sincretisnmo e o preconceito religioso de uns e outros. Ter um samaritano como exemplo a ser seguido seria a maior humilhação que imporia a um judeu. 

4.Jesus é o nosso exemplo de humildade – Fp 2.5-8, Ap 1.12-18.

João Q. Cavalheiro
Mensagem ministrada na Congregação
Parque Embu/Colombo-PR, em 15.06,2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Lições da Escola Bíblica Dominical - CPAD - 3º Trimestre de 2014

Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Auntêntica.

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) já apresentou ao público a mais nova capa da Revista Lições Bíblicas Mestre, para o terceiro trimestre de 2014. O tema das lições é: Fé e Obras - Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica. Os comentários serão todos de autoria do Pastor Eliezer de Lira e Silva. 

Além das capas costumeiras, a editora também oferece exemplares em capa dura, com páginas em melhor acabamento gráfico, proporcionando assim aos consumidores um modelo apropriado para guardar em prateleiras e voltar a consultar, futuramente, com mais comodidade.

Sumário:

Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 2: O Propósito da Tentação
Lição 3: A Importância da Sabedoria Humilde
Lição 4: Gerados pela Palavra da Verdade
Lição 5: O Cuidado ao Falar e a Religião Pura
Lição 6: A Verdadeira Fé não Faz Acepção de Pessoas
Lição 7: A Fé se Manifesta em Obras
Lição 8: O Cuidado com a Língua
Lição 9: A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática
Lição 10: O Perigo da Busca pela Autorrealização Humana
Lição 11: O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus
Lição 12: Os Pecados de Omissão e de Opressão
Lição 13: A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago

Fonte: E.A.G. em: http://belverede.blogspot.com.br/2014/05/ebd-cpad-3-trimestre-2014-fe-obras-ensinos-Tiago-para-vida-crista-autentica-Eliezer-de-Lirae-Silva.html
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