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terça-feira, 12 de julho de 2011

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL (Histórico do Ensino através da Bíblia)

 
1ª Parte
A Escola Bíblica através dos tempos
I. Nos dias de Moisés
No princípio entre o Povo de Deus eram os próprios pais os responsáveis pelo ensino da revelação divina no lar. O lar era uma escola – Dt 6.7; 11.18,19. (19. e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te”.)


  1. Na época dos sacerdotes:

Os sacerdotes além do culto divino tinham o encargo do ensino da lei – Dt 24.8; 1Sm 12.23; 2 Cr 15.3; Jr 18.18.. Os reis de Judá quando piedosos aliavam-se aos sacerdotes para a promoção do ensino bíblico. Ex. Josafá – 2 Cr 17.7-9.

  1. Durante o cativeiro Babilônico:

Nessa época os judeus privados do culto do templo instituíram as sinagogas . Elas eram usadas como casa de cultos, escola bíblica e escola pública, tanto para crianças como para adultos.


  1. No pós-cativeiro:

O grande avivamento espiritual entre os judeus nos dias de Neemias produziu a difusão da Palavra de Deus e do ensino bíblico. É dessa época que temos o relato do primeiro movimento de ensino bíblico metódico popular similar ao de nossa escola dominical de hoje..
O capítulo 8 de Neemias nos dá um relato de como era escola bíblica popular de então, ou Escola Dominical como chamamos hoje.

Esdras lê a Lei diante do povo”(Ne 8. 1-8).

1 E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se
ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel.2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês.
3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, eMaaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e,
abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?,
levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.
7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no seu posto.8 E leram o livro, na Lei de Deus, e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.

  1. Esdras era o superintendente – V. 2
  2. O livro- texto: A Bíblia – V. 3.
  3. Os alunos: eram homens, mulheres e crianças: V. 3; 12.43.
  4. Treze auxiliares ajudavam Esdras na direção dos trabalhos: V. 4.
  5. Outros treze serviam como professores ministrando o ensino: vv. 7,8.
  6. O horário: da manhã ao meio dia – V. 3.
  7. Os professores liam a palavra e explicavam o sentido para que o povo entendesse. V. 8.


  1. Nos dias de Jesus:

  1. Jesus foi o Grande Mestre, glorificando assim a missão de ensinar. Das 90 vezes que alguém se dirigiu a Ele, nos Evangelhos, 60 vezes Ele é chamado de Mestre.. O Ministério de Jesus era tríplice. Ele pregava, curava e ensinava. Esse mesmo ministério Ele delegou aos seus - Mt 28.19; Mc 16.15,18.
  2. Seus apóstolas também ensinavam – Mc 6.30b; At 5.2.
  3. Aplicação: A Igreja de hoje deve dedicar-se mais ao ensino. Pecadores aos milhares se convertem, mas poucos permanecem porque lhes falta o apropriado ensino bíblico – Mt 13.6.
    jesus-ensinando
  1. Nos dias da Igreja:
  1. Após a ascensão de Jesus, os apóstolos e discípulos continuaram a ensinar. A Igreja do tempo primitivo dava muita ênfase ao ensino – At 5.41,42.
  2. Paulo, um grande mestre, foi maravilhosamente usado por Deus nesse mister.
  • Ele e Barnabé passaram um ano todo ensinando a Igreja em Antioquia: At 11.26.
  • Em Éfeso ficou três anos ensinando – At 20.20,31.
  • Em Corinto ficou um ano e seis meses – At 18.11.
  • Seus últimos dias em Roma foram ocupados com o ensino da Palavra – At 28.31
  1. Mais tarde vemos que a marcha do ensino bíblico na Igreja sofreu solução de continuidade e a Igreja entrou na era das densas trevas espirituais da Idade Média.
  2. Muitos séculos depois veio a reforma. Os líderes da Reforma dedicaram especial atenção ao preparo de livros de instrução religiosa, bem como reuniões destinadas a esse mister.
  3. Tanto o pregador como o professor usam a Palavra de Deus mas os ministério são diferentes. O pregador anuncia ou expõe o Evangelho, a Palavra de deus. Assim fazendo, ele lança a rede e as almas perdidas são ganhas por Jesus. Já o professor, sua missão é instruir, simplificar as verdades bíblicas, ilustrá-las, ilustrá-las, dissecar o texto até que compreendam o que se quer ensinar.
  4. A Igreja de hoje nunca deverá esquecer a amarga e desastrosa experiência resultante do descuido e abandono da instrução religiosa das crianças nos tempos que precederam a tenebrosa Idade Média.

Continua.....

domingo, 10 de julho de 2011

RESSURREIÇÃO DE JESUS - UM DOS PILARES DA DOUTRINA CRISTÃ

**  A Ressurreição de  Jesus  **
Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção- Sl 16.10.

Se Jesus apenas tivesse morrido em lugar do homem, já seria uma obra valiosa para o pecador, pois o inocente entregava-se em lugar do culpado e este estaria absolvido da sentença de morte que sobre si pesava. A maravilha, porém, deste ato é que Jesus ressuscitou. Ele permaneceu no mundo dos mortos somente o tempo suficiente para “levar cativo o cativeiro” conforme havia-se profetizado. Nisto Ele diferiu totalmente de qualquer herói ou líder que movido de um sublime senso de humanidade tivesse morrido por um povo ou em favor de uma causa nobre. Todos os que morreram permaneceram na sepultura, mas Ele ressuscitou para desfazer qualquer dúvida e diferenciá-lO de qualquer outro grande líder que resolvesse dispor de sua vida em favor do próximo. A ressurreição atesta a sua divindade – Jo 10.15-18.
O termo ressurreição deriva do Grego ( ánastasis e égersis ) e significa levantar, erguer, surgir, sair de um local ou situação para outro (Seitas e heresias, pg 46.) No latim é o ato de ressurgir, reanimar-se. Esse é o fato que ocorreu com Jesus. Depois humilhado e submetido a um tipo de morte ignominiosa, que somente era destinada aos piores criminosos e aos escravos, atravessado seu lado por uma fria e aguda espada, foi declarado morto e colocado numa sepultura na rocha, fechada com uma grande pedra e selada com o anel de Pilatos, guardas foram colocados a vigiar aquela sepultura. Todas as precauções foram tomadas visando evitar qualquer tipo de fraude por parte de seus discípulos. Com os outros condenados e mortos não foram tomadas precauções semelhantes, mas com Jesus foi diferente. Deus mesmo permitiu que assim as autoridades procedessem como provas de autenticidade do ressurgimento dAquele que não haveria de permanecer na sepultura. Ele levantou-se da sepultura e as provas de sua ressurreição são incontestáveis; foi visto por mais de quinhentos após a sua maravilhosa ressurreição. “... e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e que foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também – 1 Co 15.4-6. Vide ainda: Mc 16.14; Lc 24.36; Jo 20.19,26; 21.1,14.
Com este acontecimento maravilhoso cumpria-se entre outras promessas a profetizada pelo salmista quando disse: “Não permitirá que o seu santo veja a corrupção – Sl 16.10. A corrupção ou deterioração do corpo físico não foi observada com Jesus, pois Ele ressuscitou glorioso. Ele é a primícia dos que dormem. Assim também haverão de ressuscitar no dia glorioso de sua vinda aqueles que dormiram em Cristo, é promessa sua – 1 Ts 4.16,17.

João Q. Cavalheiro

sábado, 2 de julho de 2011

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS DE SÃO MIGUEL DO OESTE/SC




DADOS HISTÓRICOS E ESTATÍSTICOS DA ”IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS” DE SÃO MIGUEL DO OESTE




Movido pelo desejo ardente de fazer missão, atendendo ao “Ide” do Senhor Jesus, conforme Marcos Capítulo 16 e versículo 15 e visando dar assistência a membros da Igreja que se deslocavam de outras regiões do Estado e de Estados vizinhos atraídos pelas perspectivas de trabalho nas madeireiras estabelecidas no novo município do oeste catarinense, foi que em meados do ano de 1960 o missionário Evangelista André Rezende deslocou-se da cidade de Barracão no Paraná tendo como destino a cidade de São Miguel do Oeste, onde, em uma casa alugada, nas proximidades da então madeireira Alberico Azevedo, deu início a um pequeno trabalho da Igreja Evangélica Assembléia de Deus. Como congregação, ficou pertencente à Igreja Sede de Palmitos/SC. Deus abençoou a obra iniciante e muitas foram as decisões de modo que em pouco tempo a nova igreja demonstrou condições de receber autonomia.
E foi assim que em 19 de maio de 1973, com autorização da Convenção Estadual de Pastores reunidos em fevereiro daquele mesmo ano na cidade de Itajaí/SC, tornou-se igreja sede, com um número de 11 famílias, desligando-se da Igreja de Palmitos/SC, e se estabeleceu no local onde hoje se encontra seu templo, tendo como primeiro Pastor José Serafim de Borba.

Fundação: 1965

Fundador: André Rezende.

Local: Proximidades da Empresa Alberico Azevedo

Autonomia: 19 de maio de 1973 

Localização atual: Rua XV de Novembro, 956 – Centro – São Miguel do Oeste/SC.




 Famílias Fundadores:
  • José Serafim de Borba e família
  • Rosalvo Castro e família
  • João Maria Silveira e família
  • Orlando Portela da Silva e família
  • Arthur dos Santos e família
  • Edmundo Muller e família
  • Fredolino Rodrigues e família
  • Antônio Souza e família
  • Osvaldo Paliano e família
  • Pedro Faustino Costa e família
  • Tibúrcio Fernandes e Família


Primeiros membros:

José Albano,
Anacleto Borges,
Rosalvo Castro,
Arthur dos Santos,
Fredolino Rodrigues,
Antônio Souza,
Orlando Muller,
Osvaldo Paliano,
Pedro Faustino Costa.




Primeiros dirigentes: 

Ermínio de Morais
Rosalvo Castro
Orlando Portela
Emídio Rodrigues de Lima
Antônio Ismael da Silva.


Pastores Presidentes: 

Pr. José Serafim de Borba
Pr. José Pio da Paz
Pr. Henrique Alteruthmeyer
Pr. Francisco Lemos Filho.
Pr. Alcedilio Monteiro de Lima
Pr. Nelson Ugoline
Pr. Alvarino João Cardoso
Pr. Gentil Monteiro de Lima (1984-1985)
Pr. Valmor Antônio Mussini (1985-1988)
Pr. Jacy Felizardo (1988-1989)
Pr. Gentil Monteiro de Lima (1989-1992)
Pr. Oséias Morlo (1992-1994)
Pr. José Maria Pereira (1994-1995)
Pr. Raul Sora (1995-2000)
Pr. David Pereira de Araújo.(2000-2003)
Pr. Wilson da Silva Batista (2003-2009)
Pr. Ivo  Skowron (2009....)



Jurisdição: Municípios de:

São Miguel do Oeste
Bandeirante


Número de membros e congregados (2007):

 1.400 associados.




Departamentos:
  • Departamento de Missão – Jeová Nissi;
  • Departamento de Rádio e Divulgação;
  • Departamento de Escola Dominical;
  • Departamanto de Juventude-JUADESMO e
  • Círculos de Oração (masculino e feminino).

Serviços de Assistência Social:

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de São Miguel do Oeste dispõe de uma Associação Beneficente de Assisteência Social e Educacional – Criança Feliz – ABASE, que além da distribuição de cestas básicas a pessoas carentes mantém:
    • Consultório dentário;
    • Escola de Teologia – ETESMO, níveis Básico e Médio.
    • Curso de Alfabetização (Sistema Alfalit) e
    • Clube de Mães (Lírio dos Vales).







Conheça melhor São Miguel do Oeste clicando:



quinta-feira, 30 de junho de 2011

BRASIL, TERRA DAS "BÍBLIAS"


Maior produtor mundial, o país edita um texto sagrado a cada três segundos e exporta para 105 nações



NÚMEROS:

A menor Bíblia impressa no País mede 
10 X 13 cm
A maior é para deficientes visuais. Escrita em braile mede 
25 X 33 cm
e conta com 38 volumes, que, empilhadas, atingem 
dois metros de altura
Os países que mais importam as Bíblias produzidas no Brasil são Argentina, México e Peru
A Bíblia mais barata custa R$ 2 e a mais cara, R$ 133,90


Desde que o alemão Johann Gutenberg imprimiu a primeira "Bíblia", em 1450 o texto sagrado é o livro mais vendido do mundo, com uma tiragem estimada entre seis e oito bilhões de exemplares. Agora o Brasil acaba de se inserir na história da "Bíblia" ao se tornar o maior produtor da escritura religiosa e registrar a impressão da centésima milionésima edição. O feito histórico aconteceu na Gráfica da Bíblia, em Barueri, em São Paulo, onde são rodados entre 30 e 40 mil obras sacras por dia – ou seja, uma “Bíblia” ou Novo Testamento a cada três segundos. A data da impressão histórica, 26 de maio, passará a fazer parte do calendário religioso brasileiro.

A Gráfica da Bíblia pertence à sociedade Bíblica do Brasil (SBB), uma instituição filantrópica fundada por líderes cristãos em 1948, no Rio de Janeiro, com o objetivo de difundir o texto religioso. Ao contrário do que se poderia supor, a Igreja Católica não é a principal cliente da gráfica – o posto é dos evangélicos. A SBB, organização ecumênica, produz livros sob encomendas para denominações neo-pentecostais  como as igrejas Renascer em Cristo e Universal do Reino de Deus, e pentecostais, como a Assembleia de Deus, entre outras que disputam os cristãos.

A Igreja Católica nunca deu ênfase à leitura da “Bíblia”. Os evangélicos compram mais”, explicou o teólogo gaúcho Erni Seibert, secretário de comunicação e ação social da SBB. Segundo ele, a instituição vende cerca de seis milhões de “Bíblias” por ano, ao preço médio de R$ 10, começando por R$ 2 (o campeão de vendas, de brochura) até chegar à mais cara edição, de R$ 133,90, a “Bíblia de Estudo Shedd”, com capa de couro, mapas coloridos e dez mil notas de rodapé. Vinte por cento da produção é destinada à exportação para 105 países, em línguas como o inglês, espanhol, árabe, hebraico e também latim. A SBB lança 40 títulos inéditos por ano. Muitos temáticos como a “Bíblia da Família”, a “Bíblia da Mulher” e a “Bíblia do Surfista”.

A SBB domina 70 % do mercado editorial bíblico brasileiro. Os outros 30% são divididos entre editoras como as católicas Vozes e Ave Maria, por exemplo. Tudo o que é arrecadado com as vendas é revertido para projetos sociais da instituição e aplicado na confecção de novas “Bíblias”, “Quando inauguramos a Gráfica da Bíblia, nossa capacidade era de dois milhões por ano. Investimos e a tiragem mais que triplicou”, afirma Seibert. Boa parte da produção é distribuída gratuitamente em escolas, presídios e comunidades carentes “Imprimimos 2,5 mil “Bíblias” em braile anualmente e doamos aos deficientes visuais que nos procuram. Somente isso é um investimento de mais de 1 milhão por ano.”


Fonte: Texto de Wilson Aquino em ISTOÉ Nº 2172 de 29.06.2011, pp 74.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

DIAS TEMPESTUOSOS!

Rm 1.26-28

Vivemos tempos difíceis para o povo cristão. Nossos valores morais e familiares estão sendo atacados, conspurcados e alvo de menosprezo por parte de uma sociedade que nem sequer vivencia ou conhece os ideais cristãos, mas acha-se no direito de emitir opinião e determinar o certo e o errado, desprezando todos os princípios constantes da Bíblia Sagrada, nosso manual de moral e bons costumes.

Nesse afã de destruir aqueles que prezam o Reino de Deus, eles se acercam de políticos e formadores de opinião, que pensam como eles, e espalham a quatro ventos que os cristãos são fundamentalistas, retrógrados e homofóbicos. Com tal rótulo sobre nós, arregimentam cada vez maior número de cidadãos que não se dão ao trabalho de analisar com maior profundidade o que nos move e os princípios que defendemos e se juntam a eles para nos atirar pedras. Armados de tal maneira tem influenciado autoridades e detentores de poder para elaborar ou mudar leis para cada dia mais atacar a verdadeira Igreja do Senhor Jesus e implantar um reino de terror sobre aqueles que "ousarem" contrariar seu modo de viver ou pensar.

Cruzar os braços e deixar as coisas acontecerem é muito confortável. Ignorar, por pensar não nos atingir, é viver em paz com o mundo e as coisas dele. Alguém talvez diga: “Afinal isso não me diz respeito pois não tenho e nunca tive problema com  LGBTS!”. Assim também se comportaram os povos da primeira metade do século XX, enquanto as raízes do nazismo se estendiam e minavam toda a juventude e sociedade em geral daquela época. Vejamos as consequências registradas por Niemöller que as viveu:

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...”
(Martin Niemöller - o principal porta-voz da resistência protestante ao regime nazista na Alemanha. Até que a segunda guerra terminasse, permaneceu preso por mais de sete anos nos campos de concentração de Sachsenhausen e Dachau..).

Nas escolas alemãs era ensinada a doutrina nazista e as pessoas não se preocupavam, pois isso só afetava os judeus, os inválidos e os velhos, e assim mantiveram-se por um bom tempo. Quando se deram conta uma geração inteira estava contaminada, perdida, e por pouco a calamidade não se estendeu, implantando-se como regra a toda humanidade. Só sendo contida a custo de muitas vidas,

Calar num momento destes é abrir a guarda para a legalização de toda a sorte de imoralidade e perversidade entre as quais a pedofilia. Afinal já não existem países onde é tolerado e incentivado este tipo de comportamento? Veja-se nações onde são feitos casamentos de meninas com oito ou dez anos de idade....  Alguém diria: Isto é uma exceção, uma diversidade de cultura! Pois toda a exceção tolerada, vira moda e o passo seguinte é tornar-se regra.

Causa-nos espanto alguns líderes, pretensamente cristãos, que abertamente vem posicionando-se em favor da legalização de tais comportamentos de exceção! Está chegando a hora da colheita e, nesta hora veremos quem é joio e quem é trigo (Mt 13.25-30).


Deixamos claro aqui que, como cristãos pregamos o amor de Deus, e somos contra qualquer tipo de manifestação violenta contra aqueles que pensam diferente de nossos conceitos, considerando que qualquer violência física é a evidencia de falta argumentos, e argumentos não nos faltam, pois nossas posições encontram toda a fundamentação na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Temos por prática orar por aqueles que usam nos combater ou nos perseguir. Nossas orações são no sentido que Deus ilumine tais vidas, por obra do Espírito Santo, para que abram o coração para Deus e mudem de rumo e aceitem o Amor maior, o grande amor de Deus.

Oremos ainda para que Deus nos dê visão espiritual, e como Igreja do Senhor sairmos da indolência e do comodismo que deixa as coisas acontecerem. Cerrarmos fileiras contra o erro e o pecado é uma obrigação nossa.
Deus nos abençoe, e que os nossos olhos sejam abertos, e vejamos que o reino do anticristo está se instalando e que a volta de Jesus está às portas!

João Q. Cavalheiro

quarta-feira, 22 de junho de 2011

AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA!

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL, Lição 13 do 2º Trimestre 2011



26 de junho de 2011


TEXTO ÁUREO:

"Porque derramarei água sobre o sedento e rios, sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes" (Is 44.3).

VERDADE PRÁTICA:
“O avivamento só é possível quando a Igreja de Cristo se volta ao estudo sistemático e à obediência incondicional da Bíblia Sagrada".



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

At 19.1-6,11,12 ,18,19

LEITURA DIÁRIA:
Segunda-feira: 2 Cr 7.14.
 "Buscando a Deus".

Terça-feira: Jr 33.3
 "Clamando a Deus". 

Quarta-feira: Os 6.3 
"Conhecendo a Deus". 

Quinta-feira: Es 7.10.
 "Conhecendo a Palavra de Deus". 

Sexta-feira:Dt 28.1-14. 
 "Obedecendo os preceitos de Deus".

Sábado: Hb 4.16. 
"Chegando com confiança ao trono da graça".



OBJETIVOS:

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:


- Compreender que a Igreja do Senhor, na atualidade precisa buscar um autêntico avivamento espiritual.

- Saber que um genuino avivamento gera mudança de vida.


- Conscientizar-se de que é tempo de buscar a face de Deus.








COMENTÁRIO



INTRODUÇÃO

I. BUSCANDO O AVIVAMENTO

II. O CLAMOR DO PROFETA HABACUQUE

III. É TEMPO DE BUSCAR A FACE DE DEUS

CONCLUSÃO













INTRODUÇÃO

Muitas igrejas estão vivendo como a Igreja de Laodicéia (Ap 3.14-22), a era da mornidão espiritual. A oração tem sido desprezada; as mensagens são vazias, sem poder, e não passam de um mero ritual. Os ouvintes não são despertados, cumprem apenas um ritual. O pecador não sente sua miséria espiritual e permanece da mesma maneira. Devemos estar vigilantes para que ao se aproximar o inimigo, o Espírito de Deus nos alerte e deixe claro as intenções do mal.

Se o mundo permanece como está é porque nós não estamos disponíveis a receber um avivamento que revolucione a humanidade. Em muitas circunstâncias parece que em vez da Igreja conquistar o mundo é este que está tomando conta de igrejas inteiras, que estão mortas e não fazem a diferença. Deus quer dar poder aos crentes para que mudem o mundo.

A Igreja do passado também sofreu muitas quedas pela frieza espiritual. Satanás sempre tirou proveito quando a Igreja não estava avivada e de forma sutil ele entrava e provocava estragos.
Deus tem prometido para os nossos dias um avivamento, semelhante ao do dia de Pentecostes. O profeta Habacuque clamou a Deus por um avivamento em Israel “...aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos,...” Hc 3.2. Era uma preocupação dos profetas, apóstolos e todos os servos de Deus, que a chama não se apagasse. Se ela se extinguisse o inimigo avançava, resultando em consequências desastrosas ao povo. O inimigo, de perto ou de longe, era despertado e vinha a provocar derrotas na nação.

"E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões”. Jl 2.28


I. BUSCANDO O AVIVAMENTO

Para alcançarmos um avivamento real, certas condições precisam estar presentes em nossa vida. Mas existe uma outra coisa que não devemos esquecer quando falamos de despertamento: a oração. Temos de orar por um despertamento! A seguir, não quero falar das razões para implorarmos por avivamento. Pretendo mostrar, com alguns exemplos bíblicos, que a oração por avivamento está plenamente de acordo com a Bíblia. Pensemos em Asafe, que no Salmo 80 orou três vezes:"Restaura-nos, ó Senhor Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos" (v. 19, comp. também os vv. 3 e 7). Naturalmente aqui, dentro do contexto, trata-se de uma vivificação exterior. Mas quando se conhece a história bíblica de Israel mais ou menos profundamente, então se sabe que uma vivificação, uma restauração exterior sempre antecedia um avivamento interior. Por isso, quando Israel orava por nova vida, isso era também um clamor por nova vida espiritual, por renovação interior.
Encontramos outro exemplo de oração por despertamento e nova vida no Salmo 85. Vemos isso especialmente no versículo 6, onde os filhos de Coré imploram: "Porventura não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?"
Um terceiro exemplo de oração por avivamento é encontrado em Habacuque 3.2, onde o profeta exclama: "Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida." Esse terceiro capítulo também é chamado de salmo de Habacuque. Ouça o que ele nos ensina ao orar: "Tenho ouvido, ó Senhor..." Ele tinha ouvido, ele estava consciente do que Deus pensava da situação em que se encontrava a obra do Senhor, e ficou alarmado. Mas ele não ficou nisso. Observe que Habacuque tomou as providências corretas, pois ele pediu: "...aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida."


II. O CLAMOR DO PROFETA HABACUQUE

A oração do profeta Habacuque é um clamor pelo avivamento. Quando olhamos o estado de vida da maioria das pessoas que nos cercam, percebemos o enorme vazio entre seu querer, seus sonhos e o modo real como vivem. O contraste é chocante, principalmente no campo espiritual e social. Em meio a um mundo tão avançado na tecnologia, está o homem tão abatido, tão arrasado, tão deprimido. Na Igreja, nós também nem sempre estamos satisfeitos. Há muitos com uma fé abatida, diminuta. Para outros a religião se tornou um costume, uma rotina. E a Igreja uma espécie de clube, aonde é bom ir. Mas, nosso projeto é maior. Queremos mais. Mais de Cristo, mais de seu amor. Em tempos assim é que precisamos de avivamento, para sermos mais dinâmicos na fé. 

Quando começa o avivamento ?

Avivamento começa quando descobrimos que não podemos viver por nós mesmos e decidimos entregar nossa vida inclusive a cristã totalmente nas mãos de nosso Senhor Jesus Cristo. 



Que é o avivamento?

Avivamento significa em primeiro lugar que os crentes mornos, cansados, despertem para uma nova vida espiritual e entrem outra vez em contato com "rios de água viva". Ou expressando-o com uma passagem bíblica: "... a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3). Esse é quase sempre o início de um avivamento. Mas nós pensamos sempre em acontecimentos espetaculares quando falamos em rios de água viva e em despertamento. Entretanto, o acontecimento maior e mais espetacular é quando filhos de Deus que estavam mornos e cansados espiritualmente se tornam outra vez ardorosos pelo Senhor; quando em suas vidas começam a jorrar outra vez os "rios de água viva".


I Avivamento é vida espiritual abundante.

Para tempos de desânimo e de afastamento da fé genuína, temos positivamente uma promessa gloriosa que se encontra em seu apogeu de cumprimento: o avivamento espiritual. - Atos 2: 39. Que promessa era essa? Era a de que receberiam o dom do Espírito Santo, v. 38. O Espírito ajudador. O que o apóstolo Pedro diz em At 2:39 é que, uma vez convertido e integrado na Igreja, o crente tem à sua disposição o Espírito Santo, com seus dons e poder. Ele vai ajudá-lo na intercessão, no entendimento da Palavra e na pregação. E vai fazer do crente uma pessoa ativa, mesmo em meio a um mundo cheio de dúvidas e de escuridão.

Trabalho na Obra. Avivamento é disposição para o trabalho do Senhor. É ousadia e intrepidez. Mais do que em si, no seu conforto, em seus negócios, o crente avivado pensa no serviço que deve prestar ao reino de Deus. Ele se doa constantemente, com toda disposição.

II Avivamento é fonte de poder

Pouco antes de sua ascensão, Jesus proferiu as célebres palavras: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo”, At 1: 8. Ele estava dando aos discípulos a garantia de que teriam os recursos necessários para dar continuidade à obra iniciada.

Milagres - Esse poder que enche de coragem, dinamismo e abundante graça evidenciou-se na vida dos crentes primitivos. Havia milagres esplêndidos, a ponto de até a sombra Pedro curar, At 5: 15. Levavam os aventais e lenços de Paulo e os colocavam sobre os doentes e perturbados e vidas eram libertadas, At 19: 12. O texto de Atos 3: 1 registra um milagre tão extraordinário que o povo ficou cheio de pasmo e assombro. Um coxo de nascença esperava receber de Pedro e João uma simples esmola, porém recebeu a cura física. Logo depois, foi visto entrando no templo, andando, saltando e louvando a Deus, contente, At 3: 9. Tal era o poder na vida dos apóstolos, que os milagres eram freqüentes.

Prodígios nas Escrituras. Três fases da história bíblica foram plenas de grandes milagres: a de Moisés, a do profeta Elias e a do começo da Igreja. O Senhor tinha um propósito ao agir assim: autenticar a mensagem dos pregadores e levar pessoas à fé. Os crentes do primeiro século viram de perto grandes manifestações de poder. Curas e libertações eram comuns.

III Avivamento é despertamento

O avivamento raiou no dia de Pentecostes e os crentes, inflamados com esta bênção, partiram corajosamente para conquistar almas perdidas. Essa história maravilhosa está narrada no livro de At.1: 8 esta a grande promessa e, em At 2: 1-4, o cumprimento. De At 2: 5 em diante, nasce uma poderosa obra missionária. Logo começam os resultados, At 2: 41; At 4: 4. Os cristãos anunciavam com ousadia e intrepidez a Palavra de Deus.

A Igreja que faz a oração de Habacuque tem prazer no louvor, no evangelismo, na pregação da Palavra, no envolvimento na obra missionária. Ela existe para servir. Por isso, está sempre consciente de que, fora das quatro paredes de seu templo está o grande desafio. Uma igreja assim jamais se acomoda.


Marcas do Avivamento 

Quando acontece o avivamento, causamos impacto e fazemos diferença para melhor em nossa sociedade.
Em seu ambiente de trabalho, no lar e na escola todos reconhecem o bom cheiro de Cristo em sua vida - II Co 2:14 - 15 E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.
Mudança de atitude com respeito ao pecado - arrependimento, confissão e restituição
Atitude de louvor e glorificação a Deus – Novo cântico de louvor e adoração
Torna-se mais ativo na Igreja do Senhor Jesus - através de seus dons e frutos espirituais
Caráter totalmente trabalhado por Deus transformação e renovação de valores
Amor pela Palavra de Deus leitura, estudo, reflexão e aplicação dos princípios na vida.
Uma vida de oração: aprendemos orar a vontade de Deus e não nossa.
Fica inquieta - não se conforma com a inércia espiritual em sua Igreja.


III. É TEMPO DE BUSCAR A FACE DE DEUS


A igreja precisa continuar buscando uma vida sob a inteira direção do Espírito do Senhor. O avivamento é esse espírito de dinamismo que permite à igreja renovar suas forças e disposição dia-a-dia. Mas, como pode a igreja ir bem se, muitas vezes, os crentes, individualmente vivem longe dos propósitos de Deus? Para que haja um avivamento geral, é necessário buscar, antes de tudo, um avivamento pessoal.
I. ESPIRITUALIDADE CULTIVADA NA VIDA PESSOAL
Quais os passos para que o crente possa viver a bênção de um poderoso avivamento em sua vida pessoal? Há um processo que culmina com uma vida cheia do Espírito do Senhor. Veja qual é.
a) A convicção de pecado. Os grandes avivamentos tiveram início quando a igreja começou a refletir sobre santificação. Pessoas foram levadas a ver que estavam em pecado. Houve confissão, arrependimento. A partir daí, o Espírito do Senhor agiu e houve transformação de vidas.
Reflitamos um pouco sobre os textos que apontam os pecados que bloqueiam nossa comunhão com Deus: Jr 17: 9-10; Ml 3: 8-10; Mt 7: 1-5; Rm 1: 18-32; 1 Jo 2: 15-17.
b) A confissão de pecados. O cristão tem de confessar  seus pecados, um a um, Sl 66: 18; Is 59: 1, 2; 1 Jo 1: 7, 9.  É importante que você tenha consciência das áreas específicas em que você tem dificuldade e pedir ajuda ao Senhor. Seja honesto consigo mesmo. Peça perdão e abandone seus pecados. Entenda o alcance da morte de Jesus para nos dar vida, Is 53: 1-12; 1 Pe 2: 24.
c) Entrega e consagração. Depois da confissão vem a entrega incondicional ao Senhor, Sl 37: 4, 5; Rm 6: 6, 7; Rm 12: 1, 2.
Quando damos todos esses passos, chegamos a um ponto em que o Espírito Santo assume o controle de nossa vida. Saiba que seu corpo é templo do Espírito Santo, 1 Co 6: 19, 20. E quando o entregamos ao Senhor, Ele passa a dirigir nossa vida, conforme seu querer, Mt 3: 11; Lc 24: 49; At 1: 5, 8; Ef 5: 18. Seguindo esse processo, chega-se a experimentar um verdadeiro avivamento na vida espiritual.
II. CONSERVANDO A CHAMA DO AVIVAMENTO
Muitas pessoas foram batizadas com o Espírito Santo. Vieram dias maravilhosos, foram usadas por Deus, mas depois esfriaram-se na fé e se esqueceram da gloriosa experiência que tiveram. Mas, para conservar uma vida renovada, cheia da graça divina, é preciso:
a) Leitura bíblica: Estabilidade na vida espiritual é resultado de um conhecimento profundo da Palavra. “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido”, Js 1: 8.
Lendo a Bíblia diariamente, meditando e fazendo o que nela está escrito é possível ao servo de Deus conservar  uma vida espiritual abundante. Assim não é preciso ficar na dependência de visões, de profecias. Essas manifestações irão apenas confirmar o que já está na Palavra.
b) Oração. Os cristãos primitivos estavam sempre cheios do Espírito e renovados porque viviam em oração, At 4: 31. É triste ver como muitas igrejas estão perdendo o calor em suas mensagens porque o fervor da oração está desaparecendo.
Renovação espiritual e avivamento são experiências que devem ser vividas diariamente. Para tanto, o crente precisa, a cada dia, intensificar sua vida de oração, Mt 14: 23; Lc 5: 16 e 6: 12. O próprio Jesus orou muito durante seu ministério.
Muitos crentes estão se vendo confusos porque os bens materiais têm tomado o tempo da oração. Oração é questão de disciplina pessoal. Procure reservar alguns minutos, todos os dias, para estar na presença do Senhor.
c) Vida humilde. O orgulho tem levado muitos crentes ao fracasso. A vida abundante, cheia do Espírito, não é para que o crente se ache melhor que os outros. O enchimento com o Espírito Santo deve levar o crente ao trabalho pelo próximo, à edificação da igreja: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas...”, At 1: 8.
d) Santificação. O apóstolo Paulo recomendou aos crentes: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção”, Ef 4: 30. Davi, ao pecar, temeu que o Espírito do Senhor fosse retirado de sua vida, Sl 51: 11. Por isso, se quisermos cultivar o avivamento, temos de alegrar o Espírito de Deus para que Ele atue em nós com muito poder.



CONCLUSÃO

Deus quer despertar-nos, para que resolutos saiamos, cheios do Espírito Santo, a fazer a obra pelo mundo. A mensagem pregada precisa provocar mudanças no comportamento do pecador, de modo que ele seja tocado e não permaneça da mesma maneira. Jesus veio com a finalidade de acender o fogo: “Vim lançar fogo na terra e que mais quero, se já está aceso?” Lc 12.49, e nós somos o meio que Ele quer usar para espalhar este fogo. Meu irmão Deus quer despertá-lo para que seja uma chama acesa a espalhar o calor espiritual no meio do povo e por este mundo afora. Que diremos ao seu chamado?



Pesquisa, adaptação e comentários adicionais
João Q. Cavalheiro


Aviso aos nossos leitores:
A partir do próximo trimestre pretendemos somente eventualmente  postar estes subsídios às lições da ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL e não mais com regularidade todas as semanas. Agradecemos a todos os amigos e seguidores que nos honraram todas semanas com suas visitas em busca destes subsídios.


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