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domingo, 6 de dezembro de 2015

LiçõesBíblicas da EBD/CPAD - Primeiro trimestre de 2016


Tema: O Final de Todas as Coisas - Esperança e Glória para os Salvos.

O comentarista da revista, e escritor do livro de apoio é o pastor Elinaldo Renovato, autor de diversos livros, e líder da Assembleia de Deus em Parnamirim, RN.


Sumário:

Lição 1 - Escatologia, o Estudo das Últimas Coisas
Lição 2 - Sinais que Antecedem a Volta de Cristo
Lição 3 - Esperando a Volta de Jesus
Lição 4 - Esteja Alerta e Vigilante, Jesus Voltará
Lição 5 - O Arrebatamento da Igreja
Lição 6 - O Tribunal de Cristo e os Galardões
Lição 7 - As Bodas do Cordeiro
Lição 8 - A Grande Tribulação
Lição 9 - A Vinda de Jesus em Glória
Lição 10 - Milênio - Um Tempo Glorioso para a Terra
Lição 11 - O Juízo Final
Lição 12 - Novos Céus e Nova Terra
Lição 13 - O Destino Final dos Mortos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

APOCALIPSE - 70ª Semana da Visão de Daniel



A GRANDE TRIBULAÇÃO


1. A Batalha das nações confederadas - (Ez 38.8-16;39.21,22)
  • Primeira das três grandes batalhas de nível mundial (uma grande Nação do norte (Rússia?) e seus aliados contra Israel)
  • O bloco das nações do norte invadirá Israel e será destruído por intervenção divina através de uma rebelião entre as próprias nações, e os judeus bem como todas as nações reconhecerão a presença de Deus.
  • Esta batalha acontecerá pouco antes da grande tribulação ou durante ela, nos primeiros três anos e meio.
  • Essa grande nação desejará apossar-se das imensas riquezas minerais de Israel, provavelmente as jazidas existentes no Mar Morto, e de sua situação estratégica.
  • Deus intervém, e por meio de um forte terremoto em Israel e de uma chuva saraivada de origem sobrenatural
  • Apenas a sexta parte dos exércitos inimigos não será destruída.
  • Os israelenses levarão sete meses para enterrar os mortos e sete anos para ajuntar e queimar o entulho. Por este motivo cremos que esta batalha acontecerá no início da grande tribulação, que durará sete anos, no final Israel e as nações já deverão estar preparados para a Batalha do Armagedom.


2. A Grande Tribulação - Mt 24.21; Ap 7.14

  • Na língua grega do Novo Testamento, tribulação aparece como thilipsis que significa “colocar uma carga sobre o espírito das pessoas”.
  • Na tradução Vulgata Latina, a palavra é tribulum e se refere a uma espécie de grade para debulhar o trigo da sua palha. Literalmente significa “comprimir com força”, como se faz com uvas no lagar.
  • A idéia é de afligir, pressionar. A expressão aqui é tipicamente escatológica.
  • No Novo Testamento a expressão ganha maior sentido com o próprio Jesus ao identificar aquele tempo como período de “grande aflição” - Mt 24.21, ou como “Grande Tribulação” .
3. Em que lugar ocorrerá a Tribulação?

  • Os terríveis acontecimentos relacionados em Apocalipse (cap. 6) terão lugar na Terra, que será o palco dos fatos relativos ao domínio do Anticristo e dos juízos de Deus.
  • Após o Arrebatamento da Igreja, na terra sucederão mudanças como nunca ocorreram. Deus enviará juízo sobre os que aqui ficarem.
4. Quando será a Tribulação?

  • A profecia de Daniel – Dn 9.24-27 é explícita quanto ao tempo da Grande Tribulação, acerca das setenta semanas determinadas por Deus para a manifestação dos Juízos de Deus sobre Israel e sobre o mundo.
  • Cada dia equivale a um ano e 7 dias multiplicados por setenta corresponde a 490 anos (7 x 70 = 490).
  • O primeiro período de sete semanas, equivalente a 49 anos, teve seu início no reinado de Ataxerxes através de Neemias, copeiro-mor (Ne 2.1,5,8), quando pediu ao rei para voltar à Jerusalém e reedificar os muros e a cidade. Ocorreu em 445 a.C., quando foi dada a ordem para restaurar e reedificar Jerusalém – Dn 9.25.
  • O segundo período de 62 semanas, equivalente a 434 anos, refere-se ao tempo do fim do Antigo Testamento até a chegada do Ungido, o Messias. Nesse período o Ungido seria rejeitado, ultrajado e maltratado pelo seu povo, e morto (Dn 9.26). Cumpriu-se este período até o ano 32 d. C., quando Cristo, o Ungido, foi rejeitado e morto pelos judeus. Até então, 69 semanas (ou 483 anos) se cumpriram.
  • O terceiro período abrange “uma semana” (7 anos) conforme está no texto de Dn 9.27. Misteriosamente acontece um intervalo profético na seqüência natural das 70 semanas, identificado como o “tempo dos gentios” – o nosso tempo - no qual se destaca, especialmente, a Igreja. Terá início em seguida a 70ª semana.




No texto de Dn 9.26 surge “um povo e um príncipe” que virão para assolar e destruir Israel sob “as asas das abominações”. Esse príncipe não é outro senão o “assolador”, o Anticristo, o homem do pecado, “o príncipe que há de vir”.


5. Começo de dores

  • Mt 24.3-14 – Temos aqui a primeira fase da Grande Tribulação, isto é, os primeiros três anos e meio. Nessa época existirão Judeus e crentes em Jesus, que farão parte dos que logo mais entrarão no Milênio e levarão a Palavra de Deus às nações – Is 66.19.
  • No começo da 70ª semana o Anticristo fará uma aliança com Israel por “uma semana” – Dn 9.27..
  • Virá com astúcia e inteligência. Sua capacidade persuasão será enorme e, na aliança que fará com Israel, não terá a plena aprovação deste povo.
  • Sua tentativa será a de restabelecer a paz, sobretudo no Oriente Médio oferecendo um tratado.
  • O mundo o admirará e o honrará naqueles dias.
  • Ele se levantará de uma força política mundial, uma confederação européia, que, na linguagem figurada da profecia, aparece como ”um chifre pequeno” que surge do meio de “dez identificado como o sistema europeu, ou outro que o substitua, equivalente ao Antigo Império Romano, chifres” do “animal terrível e espantoso”- Dn 7.8. Esse animal pode ser o Império Romano que naquele tempo procurará se restabelecer.
  • Num breve espaço, “metade da semana” (três anos e meio), esse líder alcançará o apogeu de seu domínio mundial e então haverá uma falsa paz e prosperidade.

6. Angústia e opressão

  • É a Segunda fase da grande tribulação, a parte final também chamada de “tempo de angústia de Jacó”, relatada em Jr 30. 7 e Mt 24.15-19.
  • Na Segunda metade da “semana” predita em Dn 9.27, o Anticristo assumirá a direção política dos reinos do mundo e infligirá sobre Israel grande perseguição – Ap 17.12,13.
  • Tudo acontecerá exatamente em três anos e meio, ou seja, no período de “um tempo (um ano), dois tempos (dois anos) e metade de um tempo (meio ano)”. Podem ser também, o período de 42 meses iguais a 1.260 dias, conforme o calendário judaico – Dn 9.27; 12.7; Ap 12.14.
  • No apogeu do reinado do iníquo haverá uma paz e prosperidade, como já dissemos serão falsos. Nesse momento se dará o rompimento do acordo com Israel.
  • O Príncipe, embriagado pelo poder político, entrará em Israel e então se iniciará o tempo da “angústia de Israel” – 2 Ts 2.4; Ap 13.8-15, a Grande Tribulação com todas as catástrofes profetizadas que assolarão Israel e a todos os que se simpatizarem com ele



Todas essas coisas correspondem ao período da Grande Tribulação, que só findará com a Vinda do Filho do Homem, Jesus Cristo, em glória (Dn 7.13,14).


7. A ira e juízos de Deus sobre a Terra

  • Após o arrebatamento da Igreja na Terra sucederá mudanças como nunca ocorreram. Deus enviará seu juízo sobre os que aqui ficarem.


Na visão do Apocalipse João viu um livro fechado e selado com sete selos o qual ninguém podia abrir a não ser o Leão da Tribo de Judá, o Senhor Jesus. A medida que os selos do livro iam sendo abertos eram revelados os mistérios e as catástrofes resultantes da ira de Deus iam sendo despejados sobre a Terra – Ap 5.1-5.


Pesquisa e Texto: J.Q.Cavalheiro

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As Sete Dispensações Bíblicas



“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos.
Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador”.

Dn 9 24-27.

Dispensações:


      A Bíblia faz menção de sete (7) dispensações no Plano de Salvação, das quais cinco já passaram. Vejamos:

a)      Inocência
b)     Domínio da consciência
c)      Governo humano
d)     Dispensação da promessa
e)      Dispensação da lei
f)       Dispensação da Graça
g)      Dispensação Milenial.




Inocência

     Vai da criação de Adão à sua queda e
expulsão do Éden. O homem inocente foi colocado num ambiente ideal e submetido a uma prova na qual ele fracassou





Domínio da consciência
Vai da queda de Adão ao dilúvio. Com a queda o Homem perdeu a inocência e passou a ter uma consciência do bem e do mal, podendo escolher a prática do bem, mas ele escolheu o mal (Gn 6.5,12) e sujeitando-se às conseqüências da escolha, também fracassou.




Governo humano
Vai do dilúvio à chamada de Abraão (Gn 8.15 a 11.31). Tendo ohomem fracassado na sua segunda prova e após o juízo e o Dilúvio, Deus estabeleceu com Noé um Pacto, mediante o qual começou a Terceira dispensação a do Governo do homem     (Gn 8.21). Deus na sua infinita sabedoria, tinha o conhecimento de que o homem fracassaria, mas pela sua bondade, concedia uma oportunidade para que o homem pudesse admitir de que sem a interferência de alguém especial não haveria possibilidade de sua redenção.










Dispensação da promessa
Vai da chamada de Abraão até quando
Deus deu a Lei no monte Sinai a Moisés. Única e exclusivamente a Israel e estende-se desde Gn 12.1 a Ex. 19.8. Nesse período ocorreu a organização religiosa e civil de Israel. Trata da promessa de Deus a Abraão quando determinou que ele saísse de sua terra e partir para uma terra estranha a qual Deus havia determinado. Então Abraão e sua descendência peregrinaram por diversos lugares, habitaram em tendas; multiplicou-se e tornou-se um grande povo; com mão forte foram tirados do Egito; andaram pelo deserto quando Deus chamou a Moisés e lhe deu os dez mandamentos, a Lei (Ex 20.1..).




Dispensação da lei
Vai da promulgação da Lei até Cristo
rejeição dEle por Israel como Messias. Como já vimos no item anterior, a Lei foi dada no monte Sinai, diretamente por Deus a Moisés, e   está registrado no Cap 20 de Êxodo. A Lei durou do Sinai até o Calvário.  Jesus cumpriu a Lei, que homem algum pode cumprir na sua totalidade. Então começou um novo período, o da Graça. A obra messiânica, em relação a Israel ficou suspensa e o tempo dos gentios, que já havia começado com o cativeiro babilônico, se estenderá até quando Jesus voltar em glória.











Dispensação da Graça
Vai da morte de Cristo até sua Segunda
vinda. É o período do Evangelho. É o tempo presente, em que “a graça de Deus se há manifestado trazendo salvação a todos os homens”, através de Jesus – Rm 3.24; Ef 1.7. Tt 2.11.






Dispensação Milenial.

Vai da volta de Jesus em glória até o estabelecimento de novo céu e nova terra. É neste período que Cristo estabelecerá seu domínio na Terra – Ap 20.4. Veja também Ef 1.10; Sl 89.35-37; 2 Sm 7.8-17;  Ez 37.24-28; Zc 12.8;  Lc 1.31-33; 1 Co 15.24,25. Cristo reinará e implantará na Terra a Justiça e a Paz. O milênio será um tempo de renovação de todas as coisas (Mt 19.28; At 3.21).


Fonte de imagens:
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+dispensa
https://www.google.com.br/search?q=imagens+de+ad%C3%A3o+e+eva+no+paraiso
https://www.google.com.br/search?q=imagens+do+diluvio&biw=
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+torre+de+babel
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+chamada+de+abra
https://www.google.com.br/search?q=imagens+das+t%C3%A1buas+da+lei
https://www.facebook.com/100367776785411/photos/a.


DISPENSAÇÃO
O QUE É?


Inocência


Vai da criação de Adão à sua queda e
expulsão do Éden. O homem inocente foi colocado num ambiente ideal e submetido a uma prova na qual ele fracassou




Domínio da consciência


Vai da queda de Adão ao dilúvio. Com a queda o Homem perdeu a inocência e passou a ter uma consciência do bem e do mal, podendo escolher a prática do bem, mas ele escolheu o mal (Gn 6.5,12) e sujeitando-se às conseqüências da escolha, também fracassou.





Governo humano


Vai do dilúvio à chamada de Abraão (Gn 8.15 a 11.31). Tendo ohomem fracassado na sua segunda prova e após o juízo e o Dilúvio, Deus estabeleceu com Noé um Pacto, mediante o qual começou a Terceira dispensação a do Governo do homem     (Gn 8.21). Deus na sua infinita sabedoria, tinha o conhecimento de que o homem fracassaria, mas pela sua bondade, concedia uma oportunidade para que o homem pudesse admitir de que sem a interferência de alguém especial não haveria possibilidade de sua redenção.









Dispensação da promessa


Vai da chamada de Abraão até quando
Deus deu a Lei no monte Sinai a Moisés. Única e exclusivamente a Israel e estende-se desde Gn 12.1 a Ex. 19.8. Nesse período ocorreu a organização religiosa e civil de Israel. Trata da promessa de Deus a Abraão quando determinou que ele saísse de sua terra e partir para uma terra estranha a qual Deus havia determinado. Então Abraão e sua descendência peregrinaram por diversos lugares, habitaram em tendas; multiplicou-se e tornou-se um grande povo; com mão forte foram tirados do Egito; andaram pelo deserto quando Deus chamou a Moisés e lhe deu os dez mandamentos, a Lei (Ex 20.1..).








Dispensação da lei


Vai da promulgação da Lei até Cristo
rejeição dEle por Israel como Messias. Como já vimos no item anterior, a Lei foi dada no monte Sinai, diretamente por Deus a Moisés, e está registrado no Cap 20 de Êxodo. A Lei durou do Sinai até o Calvário.  Jesus cumpriu a Lei, que homem algum pode cumprir na sua totalidade. Então começou um novo período, o da Graça. A obra messiânica, em relação a Israel ficou suspensa e o tempo dos gentios, que já havia começado com o cativeiro babilônico, se estenderá até quando Jesus voltar em glória.




Dispensação da Graça


Vai da morte de Cristo até sua Segunda
vinda. É o período do Evangelho. É o tempo presente, em que “a graça de Deus se há manifestado trazendo salvação a todos os homens”, através de Jesus – Rm 3.24; Ef 1.7. Tt 2.11.





Dispensação Milenial.

      
Vai da volta de Jesus em glória até o estabelecimento de novo céu e nova terra. É neste período que Cristo estabelecerá seu domínio na Terra – Ap 20.4. Veja também Ef 1.10; Sl 89.35-37; 2 Sm 7.8-17;  Ez 37.24-28; Zc 12.8;  Lc 1.31-33; 1 Co 15.24,25. Cristo reinará e implantará na Terra a Justiça e a Paz. O milênio será um tempo de renovação de todas as coisas (Mt 19.28; At 3.21).

           

            Entre a sexta e a sétima dispensação haverá um período intermediário a qual Jeremias chama de a “Angústia de Jacó” - Jr 30.7; será um período de transição de sete anos, em que acontecerá “A grande tribulação” que se seguirá do Reino Messiânico.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Israel é o maior perigo para a paz mundial


Sessenta por cento dos europeus vê Israel como o maior perigo para a paz mundial. Foi o que mostrou uma pesquisa de opinião realizada pela União Européia com a participação de 7.500 pessoas de 15 países-membros da UE (500 de cada país). Em segundo e terceiro lugar apareceram o Irã e os Estados Unidos, seguidos pela Coréia do Norte, pelo Afeganistão e pelo Iraque. Em relação a Israel, a metade dos europeus crê que os cinco milhões de judeus do Estado de Israel são uma ameaça maior para a paz no mundo do que seus vizinhos árabes, que somam 500 milhões de habitantes e nos últimos anos tentaram acabar com Israel através de diversas guerras de agressão. Desse modo, cinqüenta por cento dos europeus concordam com os muçulmanos, que afirmam ser Israel o demônio do mundo.

O Ministério do Exterior de Israel reagiu indignado à publicação dos resultados negativos da pesquisa, que prejudicam ainda mais a imagem de Israel perante o mundo. “Por que, afinal, uma pesquisa dessas foi feita? E por que a União Européia publicou os resultados?” No Ministério do Exterior e no gabinete do primeiro-ministro de Israel supõe-se que a UE deseja arruinar a imagem do Estado judeu. Diferentemente do que ocorre nos países muçulmanos ou na Coréia do Norte, Israel se vê confrontado com um perigoso terrorismo. Mas essa realidade não foi mencionada na pesquisa. Simplesmente perguntou-se às pessoas qual país elas consideravam a maior ameaça para a paz no mundo. “O fato da UE ter apresentado apenas uma lista de quinze países foi uma tática desonesta e influenciou de antemão os entrevistados”, afirmaram funcionários do Ministério do Exterior. Um porta-voz do Vaticano condenou a publicação da pesquisa da UE, classificando-a de anti-semitismo maldoso.

Terrorismo é legal; combatê-lo é ilegal

O ministro israelense para Assuntos Judeus na Diáspora, Natan Sharansky, avalia que aumentam as evidências de que a crítica política dos europeus oculta uma postura anti-semita. “Os europeus, que tanto se empenham pelos direitos humanos no mundo inteiro, finalmente deveriam coibir a lavagem cerebral contra Israel e o denegrimento do Estado judeu nos países árabes”, declarou Sharansky.

Para o Centro Simon Wiesenthal de Los Angeles, a pesquisa é um sinal de que a mídia européia fez um “bom trabalho” e alcançou seus objetivos nos muitos anos em que passou condenando Israel. O que teria motivado os europeus a assumirem essa posição antiisraelense seriam as constantes imagens de soldados israelenses armados presentes nos territórios palestinos e o controverso muro de segurança ao redor dos territórios autônomos palestinos. A luta de Israel contra o terrorismo passou a ser considerada pelos europeus como evidente agressão ao povo palestino, enquanto o terrorismo é apresentado como legítimo e justificado.

Cartão amarelo para Israel

Conforme o Dr. Alon Li’al, os europeus repreenderam Israel com um cartão amarelo, como ocorre nos jogos de futebol. “Devemos nos perguntar se os europeus realmente nos odeiam ou se eles têm medo de nós porque representamos uma ameaça à paz mundial”, disse o Dr. Li’al, que foi diretor-geral do Ministério do Exterior no governo de Barak. Na sua opinião, os europeus têm medo. Esse medo, porém, não deveria tê-los induzido a usar truques políticos contra Israel. “Para estabelecer a paz sempre são necessárias duas partes interessadas. Mas o mais importante “parceiro” de Israel, Yasser Arafat, o chefe da OLP, foi excluído da pesquisa da UE”, declarou o Dr. Li’al. “Em 1994 os europeus recompensaram Arafat com o prêmio Nobel da Paz e agora ele foi mais uma vez honrado pela UE. O arquiteto da presente onda de violência não foi mencionado na pesquisa e, assim, foi poupado.”


Fonte: Noticias de Israel, Fevereiro de 2004(Portal Padom)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Cientistas anunciam microchip para o cérebro humano




brain implant3 231x300 Cientistas anunciam microchip para o cérebro humano
Cientistas da British Telecom disseram que o chip que se conecta diretamente no nervo óptico e dessa maneira pode armazenar impulsos sensoriais recebido, que poderiam ser baixados e reproduzido em um computador ou implantando na memória de outra pessoa. Embora possam parecer absurdo, os cientistas da BT estão levando muito a serio: Inclusive batizaram o novo produto com o nome de “Soul Catcher 2025″ (Capturador de Almas). O 2025 é o ano em que os cientistas pensam que esta ideia se tornará realidade.

As experiências de uma vida todo poderiam ser armazenadas em uns 10 terabytes, de acordo com Peter Cochrane, diretor de aplicações e tecnologias avançadas da BT. “Eu tendo a pensar agora sobre computadores como meu terceiro lóbulo”, disse Cochrane, que afirma que a integração de um circuito real no corpo humano é o próximo passo lógico.

Cochrane insiste que a BT está levando o projeto a sério, talvez levando alguns a questionar o que os executivos da empresa já tem em mente. A empresa de telefonia investiu £ 267.000.000 (400 milhões de dólares) em seu laboratório, um parque infantil para os futuristas e suas invenções. “BT não é diferente de qualquer empresa de telefonia no mundo, mas eles têm esse laboratório de aplicação avançada que permite que grandes ideias possam ser pensadas”, disse Ben Rooney, editor do Daily Telegraph semanal na seção sobre estas questões.
“Este projeto é uma parte muito pequena do nosso esforço total”, disse Cochrane. No intervalo de 30 anos entre agora e a potencial entrega do Catcher Soul, previsto para desenvolver dispositivos mais simples dedicados a salvar.
“Todos os distribuidores de Coca-Cola e máquinas de barra de chocolate na Inglaterra estão conectados … para alertar o limite de consumo “, disse Cochrane. Pesquisa com o qual ele também está ajudando o chip Catcher Soul poderia gerar marca-passo para dar o aviso para hospitais próximos a uma insuficiência cardíaca iminente ou para monitorar constantemente os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos e liberação de insulina na corrente sanguínea, se necessário, disse ele.
Portal Padom em 4 de setembro de 2012  
Traduzido e adaptado de Acontecer Cristiano por Portal Padom

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O Juízo Final


 


O Juízo do Trono Branco 
ou 
Juízo Final

Ao findar o Milênio, após a batalha
final, Satanás será lançado no lago de fogo, e
Cristo se assentará no Grande Trono Branco para julgar, e de cuja presença fugirá o céu e a Terra – Ap 20.11-15. Então ocorrerá a Segunda e última ressurreição dos mortos, a ressurreição dos ímpios. Ricos e pobres, donos de títulos ou cidadãos comuns, jovens ou velhos, sadios ou doentes, capacitados ou incapacitados, famosos ou infames, todos estarão juntos para serem revelados à luz. Que momento terrível para milhões de pessoas quando os livros forem abertos – Ap 20.5,12; Rm 2.5,6; Lc 12.2.

O Juízo Final, diante do Trono Branco representa o poder ilimitado de Deus e a perfeição da execução dos seus atos de justiça. Seu julgamento será justo – Ap 20.12. Hoje é grande o número dos que abandonam a Igreja, fogem da oração, desprezam a ceia e desculpam-se de que não têm tempo, mas naquele dia não faltará nenhum, tenham ou não tenham tempo – Is 43.13.

O mar dará conta de seus mortos, do dilúvio - Gn caps. 7 e 8, e de todos os que nele morreram, sem Cristo e cujos corpos não foram encontrados, desde o princípio, do exército de Faraó – Ex 14, até os dias finais. A morte e o inferno também prestarão conta de seus mortos que não fizeram parte da primeira ressurreição e que estão no tormento eterno. Estes serão ressuscitados e comparecerão em juízo na presença do Senhor – Ap 20.12. A morte e o inferno (Hades) serão julgados e mandados para o lago de fogo, que é a Segunda morte – Ap 20.14.


Quem estará presente neste juízo?

  1. Os crentes, formando o corpo da Igreja, estarão presentes: Não para serem julgados, mas para julgar os ímpios – Jo 5.24; 1 Co 6.2; Mt 19.28.

  2. Os mortos espirituais: Os que rejeitaram o plano de Deus para a salvação, desde Caim, Faraó, Pilatos, Judas, até Herodes, Hitler, Mussolini, Stalin, Lenin, Voltaire, etc.... Muitos até parecerão ser cristãos, e até fizeram o trabalho do Senhor – Mt 7.21,23 e outros recusaram ouvir a voz de Deus – Pv 1.24,31.

  3. Cristo estará lá: Não mais como Salvador ou Advogado – 1 Jo 2.2., mas como juiz – Ap 20.11; At 17.31; Jo 5.22-27. João viu um ser muito poderoso assentado no Trono, diante do qual fugiam o céu e a Terra. Não é outro, senão Jesus a quem o Pai outorgou todo o poder de julgar.



Três livros estarão abertos para este julgamento:

O Livro da Vida: 
Onde estão escritos os nomes dos salvos, daqueles que herdarão a vida eterna – Fl 4.3. Nesta ocasião somente haverá dois destinos: A Vida Eterna e a morte. Foi por isto que Jesus disse aos seus discípulos: “não vos alegreis por vos sujeitarem os espíritos: alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus – Lc 10.20”. Não valerá ali a soberba, o orgulho, o dinheiro, a posição, o saber, etc.

O Livro onde estão escritas as boas obras dos homens 
Ap 20.12, e


A Bíblia 
– Jo 12.47-48. A Bíblia estará presente como um código de Leis mediante as quais os homens serão julgados.




segunda-feira, 28 de maio de 2012

O GOVERNO DO ANTICRISTO


 

Um líder que surgirá do poder gentio (Dn 7.8). Dentre os dez chifres (dez reinos) surgirá o líder (o chifre pequeno), que se levantará e se manifestará como o “homem da perdição” ou Anticristo, o qual blasfemará contra o Altíssimo, até que venha o juízo (Dn 7.25).

O Anticristo será um homem personificando o Diabo, porém apresentando-se como se fosse Deus. “Este rei fará segundo a sua vontade, e se levantará sobre todo deus; contra o Deus dos deuses, falará coisas incríveis e será próspero, até que se cumpra a indignação, porque aquilo que está determinado será feito – Dn 11.36”. Visando restaurar a esperança dos cristãos Tessalonicenses, perturbados diante da afirmação de que Jesus já havia voltado para buscar os seus, o apóstolo Paulo fala da aparição do Anticristo como algo a acontecer antes da manifestação de Cristo – 2 Ts 2.3,4.

A besta ou Anticristo será um personagem de grande habilidade. Será o maior líder de toda a história. Sua personagem será irresistível. Ele encarnará a própria pessoa de Satanás.
O Anticristo será um grande demagogo. Fará discursos inflamados e influenciará os habitantes da Terra – Ap 13.3-5. Será recebido como solução dos problemas e crises sociais que fustigam o mundo inteiro. O engano marcará sua atuação – Dn 8.25. Muitas nações consentirão em ficar sobre seu controle – Ap 17.13.

O falso profeta, companheiro do Anticristo será o seu ministro de cultos, um enganador que promoverá incomparável movimento religioso mundial, unindo todos os credos, seitas e filosofias, formando uma superigreja mundial. Também fará milagres que serão pela eficácia de Satanás . São poder, sinais e prodígios de mentira – 2 Ts 2.9; Ap 13.13.

A super- igreja do Anticristo está representada nos capítulos 17 e 18 de Apocalipse, como a Babilônia e que representa duas coisas: a) rebelião organizada contra Deus. b) Grande atividade do espiritismo em suas inúmeras manifestações.

As evidências supra já são uma realidade em nossos dias. Há na humanidade um grande disposição contra Deus. As coisas sagradas têm sido constantemente desrespeitadas e confessar-se cristão para o mundo parece ultrajante. Quando alguém pretende fazer conhecidas as coisas de Deus tem sido constantemente humilhado ou escarnecido perante a sociedade, não havendo lugar para Deus nos propósitos humanos.

As doutrina espírita e esotérica tem sido amplamente difundida, e vem tendo uma maior aceitação agora. De maneira sorrateira está se pretendendo implantar um mundo espírita. O misticismo na sua maneira mais errada tem sido proclamado através dos meios de comunicações escritos, irradiados, televisionados, etc. Veja o que diz Hal Lindsey em seu livro “A Agonia do grande planeta Terra” pg. 90:

Pelo mundo inteiro, hoje, o incremento do misticismo, de ocultismo e até de culto de demônios é tão acentuado que o povo começa a perguntar o que é que há. Há igrejas em algumas das principais cidades da América que de fato incorporam às suas “cerimônias religiosas” o culto do diabo. Uma reportagem do jornal dizia, “De mãos dadas com astrologia, em algumas cidades existe um interesse crescente em feitiçarias e hipnose. Cursos da arte e da história da magia negra apareceram derrepente em alguns colégios oficiais e na maioria das “universidades livres”.

Até mesmo na medicina tem recebido uma boa aceitação a intervenção espiritual do maligno. A doutrina da Nova Era tem sido um meio para proliferação destas doutrinas errôneas, e tem sido bem aceita nos meios intelectuais.

A Nova Era é a religião do Anticristo. Esse movimento vem entrando sorrateiramente nas escolas, onde as crianças são levadas a praticar ritos pagãos e técnicas de relaxamento, que muitos males psicológicos, emocionais e espirituais causam aos nossos filhos, levando-os a perder a capacidade de discernir entre o certo e o errado.

O ecumenismo tem como objetivo a união das igrejas. A ele têm aderido os maiores grupos religiosos do planeta, e suas decisões têm merecido respeito e acato até mesmo de poderosos governos.
A economia mundial, com a globalização está sendo um campo fértil para a administração mundial por uma só pessoa ou por um único grupo. Já não se pode viver isoladamente. Como disse certo comentarista: “O mundo é uma aldeia global”. Quem não quiser aderir às novas determinações globais está condenado ao fracasso. Todas essas coisas, à maneira de um quebra-cabeça, cujas peças estão espalhados por todos os segmentos da humanidade, religião, economia, ciências, comunicações, filosofias, etc., estão para serem aproximados, e quando forem juntados ver-se-á que se encaixarão com perfeição, e disto surgirá a imagem e o governo do Anticristo com todo seu poderio e engano.

  1. Características pessoais do Anticristo:
  • Um gênio em oratória – Dn 11.36.
  • Um gênio político – Ap 17.11-17.
  • Um gênio em comércio – Ap 13.16,17; Dn 11.43.
  • Um gênio intelectual – Dn 8.23; Ap 13.14.
  • Um gênio militar – Ap 6.2; 19.19.

  1. Figuras do Anticristo no Antigo Testamento:
  • Caim: matou Abel, servo de Deus – Gn 4.5-14.
  • Faraó: Oprimiu o povo de Israel – Ex 1.8-22.
  • Coré: Promoveu rebelião – Nm 16.1-3.
  • Saul: Intrometeu-se no Santuário – 1 Sm 13.9-13.
  • Senaqueribe: Esforçou-se por destruir Jerusalém – 2 Rs 18. 17.
  • Nabucodonozor: Construiu uma estátua sua para ser adorado – Dn 3.1-7.
  • Hamã: Pretendeu exterminar o povo judeu – Et 3.

  1. Atividades pessoais do Anticristo:
  • Fazer a vontade de Satanás como Judas – Ap 13.2; Dn 8.24.
  • Opor-se sistematicamente a Deus – 2 Ts 2.4; Dn 7.25.
  • Promoverá a expansão da apostasia e da impiedade no mundo – 2 Ts 2.3; Dn 11.36.
  • Cuidará de receber a adoração que pertence a Deus 2 Ts 2.4.
  • Atuará como um ditador mundial, tirano e cruel – 2 Ts 2.9; Ap 13.3.
  • Reinará por sete anos – Dn 9.27; Ap 13.5.
  • Controlará a área econômica – Dn 11.38-43; Ap 13.17.
  • Controlará a religião – Ap 13.1-18.
  • Controlará a área política – Ap 13.4-7; Dn 7.23,24.
  • Controlará a mente dos homens e todos o admirarão – Ap 13.2-4,8.
  • Controlará os exércitos levando-os ao Armagedom – Ap 16.13-16.

  1. Como se manifesta atualmente o espírito do Anticristo:
  • Através das falsas doutrinas – 2 Ts 4.1-4.
  • Através do ecumenismo – Ap 13.12.
  • Através da apostasia – 2 Ts 2.3; 1 Tm 4.1,2.
  • Negando que Cristo veio em carne – 1 Jo 4.3.
  • Torcendo a Palavra de Deus – 2 Pe 3.16.


Pr. João Q. Cavalheiro

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