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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A VERDADEIRA PROSPERIDADE



Subsídios à Lição 11
IV Trimestre/2013

I. A DOUTRINA BÍBLICA DA PROSPERIDADE

1. O que a Palavra de Deus diz sobre prosperidade? Mesmo sendo um assunto presente em toda a Bíblia, vamos apenas citar alguns exemplos para a fundamentação do nosso argumento.
No Salmo 1, seriam bem-aventurados não apenas aqueles que não fossem influenciados pelo ‘sindicato da maldade’ (v.1), mas também os que tivessem o seu prazer na lei do Senhor e, por ela, moldassem à sua maneira de pensar e de viver. O resultado seria uma vida frutífera, uma existência profundamente significativa, uma alegria de viver contagiante e, sobretudo, a promessa de que tudo quanto fizesse seria bem-sucedido (v.3). Tudo - no grego, no hebraico, e também aqui no português - quer dizer exatamente TUDO! Inclui negócios, projetos, relacionamentos, tudo, enfim. Isso é sucesso na acepção do termo! Isso é inegavelmente prosperidade!
Quando Deus falou a Josué com o intuito de animá-lo para a árdua tarefa de comandar o povo de Israel na conquista da terra de Canaã, Ele recomendou que tivesse coragem de fazer o que estava escrito na Lei. Deus também o animou a falar do livro da Lei e a meditar na sua Palavra de dia e de noite, e o incentivou novamente a fazer tudo quanto estava escrito no livro da Lei”.

II. O SIGNIFICADO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE

1. Deus é o nosso Supremo Bem. O salmista Asafe afirma que reversamente aos ímpios, ele está de contínuo com Deus por quem é permanentemente guiado, para, ao fim, ser por Ele recebido em glória (Sl 73.23-28). Haverá maior riqueza do que esta? Afirma ele: “tu me seguraste pela mão direita”, e não pela mão esquerda, afirmando com esta figura de linguagem que Deus sempre nos conduz de maneira certa e pelos lugares certos (Sl 23.1-3).
O versículo 25 expressa a verdadeira prosperidade do homem: Deus como o seu Supremo Bem, assim como o seu mais sublime desejo. É o mesmo anseio de Davi (Sl 42.1,2) e de outros fiéis da história que se sentiram inquietos pela necessidade da presença do Deus vivo! Que outro bem maior pode o homem ter além de Deus?
2. Deus é a fonte da verdadeira prosperidade (v.26). Tudo começa e termina em Deus, pois fomos criados para a sua glória! Tudo pode faltar, a vida esvair-se, mas Deus é a nossa herança para sempre (vv.26-28). Ele é a fonte da verdadeira prosperidade!
Assim, tudo o que temos precisa constituir-se em motivo para que o nome de Deus seja exaltado (1 Co 10.31). Este é o verdadeiro foco. Deus acima de todas as coisas. Podemos até desfrutar das riquezas materiais como fruto da capacidade que Deus dá a todos para administração da sua vida, mas tudo se restringirá às coisas terrenas (Dt 8.18).

III. COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE

1. O Antigo Testamento e a verdadeira prosperidade. O Antigo Testamento contém muitas promessas relacionadas à prosperidade material de pessoas específicas e também do povo de Israel como nação (Gn 13.2; 39.2-5; Js 22.8; 1 Rs 2.3). Os conceitos que elas expressam permanecem válidos ainda hoje como verdades espirituais, mas isso não quer dizer que possuir riquezas materiais seja sinal de espiritualidade ou que estas sejam objeto de fé, como ensinam os arautos da falsa doutrina da prosperidade material.

2. Vivendo a verdadeira prosperidade. Assim, a verdadeira prosperidade não é essa que vem sendo ultimamente apregoada como a grande conquista do Evangelho. Mas se os bens materiais não são o cerne da mensagem evangélica e nem a meta de vida do crente, pode ele possuir riquezas, sem que isso signifique pecado? É possível prosperar materialmente, mediante o uso da capacidade que Deus nos deu sob suas bênçãos, e desfrutar do bem desta terra?
A Bíblia fala de pessoas ricas no meio da igreja, mas adverte a que não ponham nas riquezas a sua confiança, sejam ricas em boas obras, generosas e prontas a repartir, tendo como sua verdadeira meta entesourar para a vida eterna (1 Tm 6.17-19).


CONCLUSÃO

O homem verdadeiramente próspero é como a “árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1.3).
O termo hebraico traduzido pela palavra "prosperar" é tsālēach, isto é, “ter sucesso”, “dar bom resultado”, “experimentar abundância” e “fecundidade”. A última frase do versículo pode ser traduzida como: “...tudo quanto fizer terá sucesso... terá em abundância... terá bom resultado”.
A verdadeira prosperidade é uma conseqüência da obediência do homem a Deus. O crente próspero, segundo o salmista, é alguém que não se compraz com a companhia dos ímpios, mas tem satisfação em obedecer a Escritura. Portanto, abandone o pecado e afaste-se do ímpio. Ame incondicionalmente as Sagradas Escrituras. Obedeça os ditames da Palavra do Senhor, e terás cumprido os primeiros passos à verdadeira prosperidade.
Alcançamos, portanto, a verdadeira felicidade quando Deus é o nosso Supremo Bem, “pois nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17.28).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

EBD - A prosperidade no Antigo Testamento



Lições Bíblicas CPAD - 1º Trimestre de 2012
SUBSÍDIOS À ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Lição 2: A prosperidade no Antigo Testamento
Data: 8 de Janeiro de 2012

TEXTO ÁUREO


“Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele e 
que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em sua mão”(Gn 39.3).

VERDADE PRÁTICA


A prosperidade no Antigo Testamento está diretamente 
relacionada à obediência à Palavra de Deus e à dedicação ao trabalho.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Deuteronômio 8.11-18.

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Conceituar a prosperidade no Antigo Testamento.
  • Identificar as fontes da prosperidade no Antigo Pacto.
  • Compreender os princípios veterotestamentários que dão base para a prosperidade.

VOCABULÁRIO

Prosperidade: Estado daquele que é próspero, bem sucedido, feliz ou afortunado.
Aludir: Fazer alusão; referir-se; mencionar.
Expectativa: Esperança fundada em supostos direitos, probabilidades ou promessas.
Resvalar: Fazer escorregar ou cair; fazer incidir; lançar.


introdução

INTRODUÇÃO: 
No Antigo Testamento a palavra hebraica para prosperidade é tsālēach. Esse termo é usado em relação ao sucesso que o Eterno deu a José (Gn 39.2,3,33) e a Uzias (2 Cr 26.5). O vocábulo significa “ter sucesso”, “dar bom resultado”, “experimentar abundância” e “fecundidade”. No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência, temor e reverência do homem a Deus.

COMENTÁRIO


I. A DOUTRINA BÍBLICA DA PROSPERIDADE

1. O que a Palavra de Deus diz sobre prosperidade? Mesmo sendo um assunto presente em toda a Bíblia, vamos apenas citar alguns exemplos para a fundamentação do nosso argumento.
No Salmo 1, seriam bem-aventurados não apenas aqueles que não fossem influenciados pelo ‘sindicato da maldade’ (v.1), mas também os que tivessem o seu prazer na lei do Senhor e, por ela, moldassem à sua maneira de pensar e de viver. O resultado seria uma vida frutífera, uma existência profundamente significativa, uma alegria de viver contagiante e, sobretudo, a promessa de que tudo quanto fizesse seria bem-sucedido (v.3). Tudo - no grego, no hebraico, e também aqui no português - quer dizer exatamente TUDO! Inclui negócios, projetos, relacionamentos, tudo, enfim. Isso é sucesso na acepção do termo! Isso é inegavelmente prosperidade!
Quando Deus falou a Josué com o intuito de animá-lo para a árdua tarefa de comandar o povo de Israel na conquista da terra de Canaã, Ele recomendou que tivesse coragem de fazer o que estava escrito na Lei. Deus também o animou a falar do livro da Lei e a meditar na sua Palavra de dia e de noite, e o incentivou novamente a fazer tudo quanto estava escrito no livro da Lei”.

II. O SIGNIFICADO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE

1. Deus é o nosso Supremo Bem. O salmista Asafe afirma que reversamente aos ímpios, ele está de contínuo com Deus por quem é permanentemente guiado, para, ao fim, ser por Ele recebido em glória (Sl 73.23-28). Haverá maior riqueza do que esta? Afirma ele: “tu me seguraste pela mão direita”, e não pela mão esquerda, afirmando com esta figura de linguagem que Deus sempre nos conduz de maneira certa e pelos lugares certos (Sl 23.1-3).
O versículo 25 expressa a verdadeira prosperidade do homem: Deus como o seu Supremo Bem, assim como o seu mais sublime desejo. É o mesmo anseio de Davi (Sl 42.1,2) e de outros fiéis da história que se sentiram inquietos pela necessidade da presença do Deus vivo! Que outro bem maior pode o homem ter além de Deus?
2. Deus é a fonte da verdadeira prosperidade (v.26). Tudo começa e termina em Deus, pois fomos criados para a sua glória! Tudo pode faltar, a vida esvair-se, mas Deus é a nossa herança para sempre (vv.26-28). Ele é a fonte da verdadeira prosperidade!
Assim, tudo o que temos precisa constituir-se em motivo para que o nome de Deus seja exaltado (1 Co 10.31). Este é o verdadeiro foco. Deus acima de todas as coisas. Podemos até desfrutar das riquezas materiais como fruto da capacidade que Deus dá a todos para administração da sua vida, mas tudo se restringirá às coisas terrenas (Dt 8.18).

III. COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE

1. O Antigo Testamento e a verdadeira prosperidade. O Antigo Testamento contém muitas promessas relacionadas à prosperidade material de pessoas específicas e também do povo de Israel como nação (Gn 13.2; 39.2-5; Js 22.8; 1 Rs 2.3). Os conceitos que elas expressam permanecem válidos ainda hoje como verdades espirituais, mas isso não quer dizer que possuir riquezas materiais seja sinal de espiritualidade ou que estas sejam objeto de fé, como ensinam os arautos da falsa doutrina da prosperidade material.

2. Vivendo a verdadeira prosperidade. Assim, a verdadeira prosperidade não é essa que vem sendo ultimamente apregoada como a grande conquista do Evangelho. Mas se os bens materiais não são o cerne da mensagem evangélica e nem a meta de vida do crente, pode ele possuir riquezas, sem que isso signifique pecado? É possível prosperar materialmente, mediante o uso da capacidade que Deus nos deu sob suas bênçãos, e desfrutar do bem desta terra?
A Bíblia fala de pessoas ricas no meio da igreja, mas adverte a que não ponham nas riquezas a sua confiança, sejam ricas em boas obras, generosas e prontas a repartir, tendo como sua verdadeira meta entesourar para a vida eterna (1 Tm 6.17-19).


CONCLUSÃO

O homem verdadeiramente próspero é como a “árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1.3).
O termo hebraico traduzido pela palavra "prosperar" é tsālēach, isto é, “ter sucesso”, “dar bom resultado”, “experimentar abundância” e “fecundidade”. A última frase do versículo pode ser traduzida como: “...tudo quanto fizer terá sucesso... terá em abundância... terá bom resultado”.
A verdadeira prosperidade é uma conseqüência da obediência do homem a Deus. O crente próspero, segundo o salmista, é alguém que não se compraz com a companhia dos ímpios, mas tem satisfação em obedecer a Escritura. Portanto, abandone o pecado e afaste-se do ímpio. Ame incondicionalmente as Sagradas Escrituras. Obedeça os ditames da Palavra do Senhor, e terás cumprido os primeiros passos à verdadeira prosperidade.
Alcançamos, portanto, a verdadeira felicidade quando Deus é o nosso Supremo Bem, “pois nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17.28).

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


MAXWELL, J. Atitude vencedora: sua chave para o sucesso pessoal. RJ: CPAD, 2004.
SOUZA, B. As chaves do sucesso financeiro: a prosperidade à luz da Bíblia. RJ: CPAD, 2001, p.165,6.


Fontes: 

http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2007/2007-04-07.htm

Lições Bíblicas CPAD,Jovens e Adultos, 4ºTrimestre de 2007,Lição 7de 18.11.2007 








quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

EBD - O surgimento da Teologia da Prosperidade









SUBSÍDIOS À 
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Lição 1 do 1º Trimestre 2012
1º de Janeiro 2012
 O Surgimento da Teologia da Prosperidade


Texto Áureo
“Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? 
Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: 
Por que me fizeste assim?” (Rm 9.20).

Verdade Prática

O pecado da Teologia da Prosperidade consiste em sua anulação da soberania de Deus.

Leitura Bíblica em Classe
Lucas 12.13-21.

OBJETIVOS:
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Explicar as raízes da Teologia da Prosperidade.
  • Descrever os principais ensinamentos da Teologia da Prosperidade.
  • Analisar as principais conseqüências da Teologia da Prosperidade.

SUBSÍDIOS - Lição Nº 1 - 1º Trimestre 2012

A PROSPERIDADE DO "EVANGELHO"



dollar
Nunca, em toda a história da igreja, vivemos em um tempo como o que estamos vivendo agora. Quando Jesus, em Mateus 16.18, disse que às portas do inferno do não prevaleceriam contra a igreja, não quis dizer que não haveria lutas.

A afirmativa de que não prevaleceria é real, como reais são todas as Suas palavras. Mas a luta que está se travando em nossos dias é de uma dimensão não comparada com nenhuma outra. Houve um tempo em que os levantes do inferno contra a igreja de Jesus eram de formas combativas e explícitas, com perseguições que causavam danos físicos e morais, incluindo prisões, torturas e mortes.

Um grande Avivamento?:

Hoje, no entanto, a insurreição tem sido de forma mais sutil, e não se dá a perceber que está havendo um levante ferrenho e terrível contra a igreja. As pessoas que observam a igreja evangélica em todas as partes do mundo (e eu quero me situar em nível de Brasil) acham que está acontecendo um grande avivamento. Igrejas estão sendo abertas em tudo que é lugar. As pessoas têm ido às igrejas como nunca. Um número cada vez maior de ministros tem sido ordenado para suprir a grande demanda por conta do crescimento da igreja.
Mas, na realidade, não é bem isso o que está acontecendo. Inúmeras igrejas estão sendo abertas sim, em todo canto e lugares, de todos os tamanhos e para todos os gostos, mas a grande maioria delas, quase que de forma absoluta, está comprometida com um evangelho que não é o Evangelho de Jesus. Estão pregando uma mensagem que não foi ensinada por Jesus Cristo nem inspirada pelo Espírito Santo.

Um grande negócio!!:

As pessoas estão indo à igreja sim, mas como se vai a um clube social, cumprir uma formalidade pseudorreligiosa ou como se estivessem indo a uma casa de jogos, a um cassino ou a um bingo. Um número muito grande de ministros está sendo consagrado sim, sem sombra de dúvida. Esse é o tempo da proliferação do cargo e da função de pastor, pois o ministério dito sagrado se transformou em um grande negócio.
A grande maioria dos ministros que está sendo consagrada sem nenhum respaldo espiritual, pois se criou uma demanda muito grande de pastores, apóstolos, bispos e outros cargos, sem que essas pessoas possuam qualquer tipo de ligação ou identificação com aquele que chamam de Senhor da Seara. O evangelho que está sendo pregado por essas pessoas e ensinado nessas igrejas não é o Evangelho de Jesus, e sim um outro evangelho, chamado de evangelho da prosperidade, ou como eu vou identificar aqui de “o contra-evangelho”.

Barganha e Mercantilização da "fé":

Por conta disso, a igreja perdeu a sua credibilidade, pois a mensagem simples, livre e absoluta de Jesus cedeu lugar à mensagem da barganha, da compra e venda de bênçãos, da mercantilização da fé, da importação de amuletos evangélicos – como terra de Israel, azeite do monte das oliveiras, água do rio Jordão, pó do muro das lamentações e por aí vai -, que são usados nos cultos como adendo de força espiritual, para impulsionar o poder de Deus, para atuar nesses lugares e nessas reuniões.
A bênção de Deus passou a ser agendada com dia, hora e local pré-determinado para acontecer, pois se não for nesse dia, hora e local, Deus não atende. Aí foram criadas as “campanhas” e as “correntes fortes”, que não encontram base nenhuma nos Evangelhos, das quais as pessoas precisam participar para serem abençoadas.
E não precisa ir muito longe. Basta olhar na sua rua mesmo ou na rua próxima de onde você mora que você vai encontrar alguma igreja com uma placa ou faixa anunciando: campanha da prosperidade, da cura, da libertação, da força positiva, do consegue-se tudo, do amor, da afetividade, do emprego, da casa própria, do carro novo, do casamento e por ai vai.

Circo de horrores:

Se você não quiser se ter trabalho de ir para constatar que o que estou dizendo aqui é a mais pura verdade, faça o seguinte: ligue o seu televisor ou seu rádio em determinadas emissoras, que você vai ver e ouvir os apelos mais estapafúrdios e as encenações mais dantescas, como que tiradas de um circo de horrores, que recebe o nome de culto que é prestado a Deus.
E em todos eles, e em todos esses lugares, as induções psicológicas com a manipulação das emoções das pessoas acontecem da forma mais explícita na mesma proporção comparativa que os cultos afro-ameríndios e de baixo espiritismo.

 Culto a Mamom:

Tudo feito em nome de Deus e com a promessa de recompensas extraordinárias àqueles que se submeterem a fazer as campanhas ou acompanhar as correntes, sem perder um dia sequer, e também desembolsarem grandes ofertas, pois a mola que impulsiona esses movimentos, que rege esses lugares e que comanda esses cultos é o dinheiro. O culto que ali é prestado está longe de ser um culto ao Deus criador dos céus e da terra, o Senhor todo poderoso, mas sim a Mamom. Um demônio que tem regência sob a usura, a ganância, o despojo e o dinheiro.
Não é sem razão que nesses lugares se pede para você dar tudo, todo o dinheiro que você tem, e também se desfazer de seus bens que você conseguiu adquirir e as pessoas são incentivadas a venderem e trazerem e entregarem aos “homens de deus”, porque em assim fazendo a sua bênção está garantida. A Palavra de Deus já fazia uma advertência muito forte a respeito disso.

Um convite oportuno:

É preciso um apelo para que estes cristãos se voltem ao Evangelho, deixando de lado o encantamento do contra-evangelho e usufruindo verdadeiramente de tudo o que Deus tem reservado. O Evangelho não é da prosperidade. O Evangelho é a prosperidade!


Trecho do livro Quem me roubou do Evangelho, de Adry Araújo
http://www.dica1.com.br/melhores-imagens-de-dinheiro-money/

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CPAD - LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2012



TEMA: A VERDADEIRA PROSPERIDADE - 
     A VIDA CRISTÃ ABUNDANTE          
Comentarista: PR. JOSE GONÇALVES


Revista da Escola Bíblica Dominical, no 1º Trimestre de 2012 estaremos estudando através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: "A Verdadeira Prosperidade: Vida Cristã Abundante

ÍNDICE TEMÁTICO:

01 – O surgimento da Teologia da Prosperidade

02 – A Prosperidade no Antigo Testamento
03 – Os Frutos da obediência na vida de Israel
04 – A Prosperidade no Novo Testamento
05 – A Benção de Israel e o que cabe a Igreja
06 – A Prosperidade dos Bem-Aventurados
07 – Tudo posso naquele que me fortalece
08 – O perigo de querer barganhar com Deus
09 – Dízimo e Oferta
10 – Uma Igreja verdadeiramente próspera
11 – Como alcançar a verdadeira prosperidade
12 – O propósito da verdadeira prosperidade
13 – Somente em Jesus temos a verdadeira prosperidade 




Ministro do Evangelho, apologista, conferencista, escritor, prof. de hebraico, grego e religiões comparadas Bacharel em Teologia; graduado em Filosofia. Atualmente é membro da Diretoria da CEADEP, Membro do Conselho de CGADB e líder da AD em N.S. dos Remédios, Piauí.










Fonte:

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A PROSPERIDADE DO "EVANGELHO"





dollar




Nunca, em toda a história da igreja, vivemos em um tempo como o que estamos vivendo agora. Quando Jesus, em Mateus 16.18, disse que às portas do inferno do não prevaleceriam contra a igreja, não quis dizer que não haveria lutas.

A afirmativa de que não prevaleceria é real, como reais são todas as Suas palavras. Mas a luta que está se travando em nossos dias é de uma dimensão não comparada com nenhuma outra. Houve um tempo em que os levantes do inferno contra a igreja de Jesus eram de formas combativas e explícitas, com perseguições que causavam danos físicos e morais, incluindo prisões, torturas e mortes.


Hoje, no entanto, a insurreição tem sido de forma mais sutil, e não se dá a perceber que está havendo um levante ferrenho e terrível contra a igreja. As pessoas que observam a igreja evangélica em todas as partes do mundo (e eu quero me situar em nível de Brasil) acham que está acontecendo um grande avivamento. Igrejas estão sendo abertas em todo lugar. As pessoas têm ido às igrejas como nunca. Um número cada vez maior de ministros tem sido ordenado para suprir a grande demanda por conta do crescimento da igreja.


Mas, na realidade, não é bem isso o que está acontecendo. Inúmeras igrejas estão sendo abertas sim, em todo canto e lugares, de todos os tamanhos e para todos os gostos, mas a grande maioria delas, quase que de forma absoluta, está comprometida com um evangelho que não é o Evangelho de Jesus. Estão pregando uma mensagem que não foi ensinada por Jesus Cristo nem inspirada pelo Espírito Santo.


As pessoas estão indo à igreja sim, mas como se vai a um clube social, cumprir uma formalidade pseudorreligiosa ou como se estivessem indo a uma casa de jogos, a um cassino ou a um bingo. Um número muito grande de ministros está sendo consagrado sim, sem sombra de dúvida. Esse é o tempo da proliferação do cargo e da função de pastor, pois o ministério dito sagrado se transformou em um grande negócio.


A grande maioria dos ministros que está sendo consagrada sem nenhum respaldo espiritual, pois se criou uma demanda muito grande de pastores, apóstolos, bispos e outros cargos, sem que essas pessoas possuam qualquer tipo de ligação ou identificação com aquele que chamam de Senhor da Seara. O evangelho que está sendo pregado por essas pessoas e ensinado nessas igrejas não é o Evangelho de Jesus, e sim um outro evangelho, chamado de evangelho da prosperidade, ou como eu vou identificar aqui de “o contra-evangelho”.


Por conta disso, a igreja perdeu a sua credibilidade, pois a mensagem simples, livre e absoluta de Jesus cedeu lugar à mensagem da barganha, da compra e venda de bênçãos, da mercantilização da fé, da importação de amuletos evangélicos – como terra de Israel, azeite do monte das oliveiras, água do rio Jordão, pó do muro das lamentações e por aí vai -, que são usados nos cultos como adendo de força espiritual, para impulsionar o poder de Deus, para atuar nesses lugares e nessas reuniões.


A bênção de Deus passou a ser agendada com dia, hora e local pré-determinado para acontecer, pois se não for nesse dia, hora e local, Deus não atende. Aí foram criadas as “campanhas” e as “correntes fortes”, que não encontram base nenhuma nos Evangelhos, das quais as pessoas precisam participar para serem abençoadas.


E não precisa ir muito longe. Basta olhar na sua rua mesmo ou na rua próxima de onde você mora que você vai encontrar alguma igreja com uma placa ou faixa anunciando: campanha da prosperidade, da cura, da libertação, da força positiva, do consegue-se tudo, do amor, da afetividade, do emprego, da casa própria, do carro novo, do casamento e por ai vai.


Se você não quiser se ter trabalho de ir para constatar que o que estou dizendo aqui é a mais pura verdade, faça o seguinte: ligue o seu televisor ou seu rádio em determinadas emissoras, que você vai ver e ouvir os apelos mais estapafúrdios e as encenações mais dantescas, como que tiradas de um circo de horrores, que recebe o nome de culto que é prestado a Deus.


E em todos eles, e em todos esses lugares, as induções psicológicas com a manipulação das emoções das pessoas acontecem da forma mais explícita na mesma proporção comparativa que os cultos afro-ameríndios e de baixo espiritismo.


Tudo feito em nome de Deus e com a promessa de recompensas extraordinárias àqueles que se submeterem a fazer as campanhas ou acompanhar as correntes, sem perder um dia sequer, e também desembolsarem grandes ofertas, pois a mola que impulsiona esses movimentos, que rege esses lugares e que comanda esses cultos é o dinheiro. O culto que ali é prestado está longe de ser um culto ao Deus criador dos céus e da terra, o Senhor todo poderoso, mas sim a Mamom. Um demônio que tem regência sob a usura, a ganância, o desposo e o dinheiro.


Não é sem razão que nesses lugares se pede para você dar tudo, todo o dinheiro que você tem, e também se desfazer de seus bens que você conseguiu adquirir e as pessoas são incentivadas a venderem e trazerem e entregarem aos “homens de deus”, porque em assim fazendo a sua bênção está garantida. A Palavra de Deus já fazia uma advertência muito forte a respeito disso.


É preciso um apelo para que estes cristãos se voltem ao Evangelho, deixando de lado o encantamento do contra-evangelho e usufruindo verdadeiramente de tudo o que Deus tem reservado. O Evangelho não é da prosperidade. O Evangelho é a prosperidade!


Trecho do livro Quem me roubou do Evangelho, de Adry Araújo
http://www.dica1.com.br/melhores-imagens-de-dinheiro-money/
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