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domingo, 19 de outubro de 2014

DE NOSSAS ESCOLHAS DE HOJE DEPENDERÁ O AMANHÃ





Js 24.15
Dt 30.16 - 19.
Pv 14.12

1. Escolhas que você não pode fazer:
    a) Escolher a sua família
    b) Escolher a data de seu nascimento
    c) Escolher o local de seu nascimento
    d) Escolher a cor de sua pele
    e) Escolher o seu gênero (masculino/feminino)
  
2. Escolhas que outros um dia tiveram que fazer por você:
    a) Escolher o seu nome
    b) Escolher o seu alimento
    c) Escolher a sua primeira escola
    d) Etc....

3. Escolha que você um dia terá que fazer:
    a) Escolher a sua carreira profissional
    b) Escolher o seu estado civil
    c) Escolher a sua esposa/esposo
    d) Escolher ter filhos e o número deles
    e) Escolher onde fixar residência
    f) Etc...


4. Escolhas que alguns homens e mulheres da Bíblia fizeram:
     a) Ló escolheu as campinas do Jordão e Sodoma – Gn 13.11; 14.12
     b) Os fariseus escolheram Barrabás e desprezaram Jesus – Mt 27.21
     c) Um moço rico escolheu as riquezas em vez de Jesus – Mc 10.21,22
     d) Rute escolheu deixar o seu povo e seguir sua sogra – Rt 1.16
     e) Salomão preferiu a sebedoria em vez de riquezas – 1 Rs 3.9.
     f) Moisés preferiu sofrer com o povo do usufruir o prazer – Hb 11.25

5. Escolha que somos obrigado a fazer:
     a) Escolher o Deus a quem dveremos servir – ao Senhor Jesus ou a 
         Mamon (as riquezas) – Js 24.15; Dt 30.16-18; Mt 6.24.
     b) Escolher mal resultará na morte – Dt 30.15.

6.  Da escolha que fizermos hoje depende a nossa eternidade:

      Lc 9.25;  Mt 16.26.

João Q. Cavalheiro
Mensagem ministrada na IEAD da Vila Sào João/Curitiba.
Em 14.09.2014.

Fonte/imagem: https://www.google.com.br/search?q=imagens+de+rute+e+noemi

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As Sete Dispensações Bíblicas



“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos.
Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador”.

Dn 9 24-27.

Dispensações:


      A Bíblia faz menção de sete (7) dispensações no Plano de Salvação, das quais cinco já passaram. Vejamos:

a)      Inocência
b)     Domínio da consciência
c)      Governo humano
d)     Dispensação da promessa
e)      Dispensação da lei
f)       Dispensação da Graça
g)      Dispensação Milenial.




Inocência

     Vai da criação de Adão à sua queda e
expulsão do Éden. O homem inocente foi colocado num ambiente ideal e submetido a uma prova na qual ele fracassou





Domínio da consciência
Vai da queda de Adão ao dilúvio. Com a queda o Homem perdeu a inocência e passou a ter uma consciência do bem e do mal, podendo escolher a prática do bem, mas ele escolheu o mal (Gn 6.5,12) e sujeitando-se às conseqüências da escolha, também fracassou.




Governo humano
Vai do dilúvio à chamada de Abraão (Gn 8.15 a 11.31). Tendo ohomem fracassado na sua segunda prova e após o juízo e o Dilúvio, Deus estabeleceu com Noé um Pacto, mediante o qual começou a Terceira dispensação a do Governo do homem     (Gn 8.21). Deus na sua infinita sabedoria, tinha o conhecimento de que o homem fracassaria, mas pela sua bondade, concedia uma oportunidade para que o homem pudesse admitir de que sem a interferência de alguém especial não haveria possibilidade de sua redenção.










Dispensação da promessa
Vai da chamada de Abraão até quando
Deus deu a Lei no monte Sinai a Moisés. Única e exclusivamente a Israel e estende-se desde Gn 12.1 a Ex. 19.8. Nesse período ocorreu a organização religiosa e civil de Israel. Trata da promessa de Deus a Abraão quando determinou que ele saísse de sua terra e partir para uma terra estranha a qual Deus havia determinado. Então Abraão e sua descendência peregrinaram por diversos lugares, habitaram em tendas; multiplicou-se e tornou-se um grande povo; com mão forte foram tirados do Egito; andaram pelo deserto quando Deus chamou a Moisés e lhe deu os dez mandamentos, a Lei (Ex 20.1..).




Dispensação da lei
Vai da promulgação da Lei até Cristo
rejeição dEle por Israel como Messias. Como já vimos no item anterior, a Lei foi dada no monte Sinai, diretamente por Deus a Moisés, e   está registrado no Cap 20 de Êxodo. A Lei durou do Sinai até o Calvário.  Jesus cumpriu a Lei, que homem algum pode cumprir na sua totalidade. Então começou um novo período, o da Graça. A obra messiânica, em relação a Israel ficou suspensa e o tempo dos gentios, que já havia começado com o cativeiro babilônico, se estenderá até quando Jesus voltar em glória.











Dispensação da Graça
Vai da morte de Cristo até sua Segunda
vinda. É o período do Evangelho. É o tempo presente, em que “a graça de Deus se há manifestado trazendo salvação a todos os homens”, através de Jesus – Rm 3.24; Ef 1.7. Tt 2.11.






Dispensação Milenial.

Vai da volta de Jesus em glória até o estabelecimento de novo céu e nova terra. É neste período que Cristo estabelecerá seu domínio na Terra – Ap 20.4. Veja também Ef 1.10; Sl 89.35-37; 2 Sm 7.8-17;  Ez 37.24-28; Zc 12.8;  Lc 1.31-33; 1 Co 15.24,25. Cristo reinará e implantará na Terra a Justiça e a Paz. O milênio será um tempo de renovação de todas as coisas (Mt 19.28; At 3.21).


Fonte de imagens:
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+dispensa
https://www.google.com.br/search?q=imagens+de+ad%C3%A3o+e+eva+no+paraiso
https://www.google.com.br/search?q=imagens+do+diluvio&biw=
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+torre+de+babel
https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+chamada+de+abra
https://www.google.com.br/search?q=imagens+das+t%C3%A1buas+da+lei
https://www.facebook.com/100367776785411/photos/a.


DISPENSAÇÃO
O QUE É?


Inocência


Vai da criação de Adão à sua queda e
expulsão do Éden. O homem inocente foi colocado num ambiente ideal e submetido a uma prova na qual ele fracassou




Domínio da consciência


Vai da queda de Adão ao dilúvio. Com a queda o Homem perdeu a inocência e passou a ter uma consciência do bem e do mal, podendo escolher a prática do bem, mas ele escolheu o mal (Gn 6.5,12) e sujeitando-se às conseqüências da escolha, também fracassou.





Governo humano


Vai do dilúvio à chamada de Abraão (Gn 8.15 a 11.31). Tendo ohomem fracassado na sua segunda prova e após o juízo e o Dilúvio, Deus estabeleceu com Noé um Pacto, mediante o qual começou a Terceira dispensação a do Governo do homem     (Gn 8.21). Deus na sua infinita sabedoria, tinha o conhecimento de que o homem fracassaria, mas pela sua bondade, concedia uma oportunidade para que o homem pudesse admitir de que sem a interferência de alguém especial não haveria possibilidade de sua redenção.









Dispensação da promessa


Vai da chamada de Abraão até quando
Deus deu a Lei no monte Sinai a Moisés. Única e exclusivamente a Israel e estende-se desde Gn 12.1 a Ex. 19.8. Nesse período ocorreu a organização religiosa e civil de Israel. Trata da promessa de Deus a Abraão quando determinou que ele saísse de sua terra e partir para uma terra estranha a qual Deus havia determinado. Então Abraão e sua descendência peregrinaram por diversos lugares, habitaram em tendas; multiplicou-se e tornou-se um grande povo; com mão forte foram tirados do Egito; andaram pelo deserto quando Deus chamou a Moisés e lhe deu os dez mandamentos, a Lei (Ex 20.1..).








Dispensação da lei


Vai da promulgação da Lei até Cristo
rejeição dEle por Israel como Messias. Como já vimos no item anterior, a Lei foi dada no monte Sinai, diretamente por Deus a Moisés, e está registrado no Cap 20 de Êxodo. A Lei durou do Sinai até o Calvário.  Jesus cumpriu a Lei, que homem algum pode cumprir na sua totalidade. Então começou um novo período, o da Graça. A obra messiânica, em relação a Israel ficou suspensa e o tempo dos gentios, que já havia começado com o cativeiro babilônico, se estenderá até quando Jesus voltar em glória.




Dispensação da Graça


Vai da morte de Cristo até sua Segunda
vinda. É o período do Evangelho. É o tempo presente, em que “a graça de Deus se há manifestado trazendo salvação a todos os homens”, através de Jesus – Rm 3.24; Ef 1.7. Tt 2.11.





Dispensação Milenial.

      
Vai da volta de Jesus em glória até o estabelecimento de novo céu e nova terra. É neste período que Cristo estabelecerá seu domínio na Terra – Ap 20.4. Veja também Ef 1.10; Sl 89.35-37; 2 Sm 7.8-17;  Ez 37.24-28; Zc 12.8;  Lc 1.31-33; 1 Co 15.24,25. Cristo reinará e implantará na Terra a Justiça e a Paz. O milênio será um tempo de renovação de todas as coisas (Mt 19.28; At 3.21).

           

            Entre a sexta e a sétima dispensação haverá um período intermediário a qual Jeremias chama de a “Angústia de Jacó” - Jr 30.7; será um período de transição de sete anos, em que acontecerá “A grande tribulação” que se seguirá do Reino Messiânico.

domingo, 31 de agosto de 2014

SÍMBOLOGIA BÍBLICA (em ordem alfabética)




 

       A linguagem simbólica oferece muita dificuldade no estudo das Escrituras. Porém, ainda que tenhamos de nos limitarmos à explicação defeituosa de algumas palavras, cremos que ganharemos algo familiarizando-nos com as seguintes:

A

Abelha, símbolo dos reis da Assíria (Is 7.18), os quais em seus escritos profanos (hieróglifos)também são representados por esta figura; às vezes simboliza também, de um modo geral, um poder invasor e cruel (Dt 1.44; Sl 118.12).

Adultério:, infidelidade, infração do pacto estabelecido e conseqüente símbolo da idolatria, especialmente entre o povo que tem conhecido a verdade (Jr 3.8,9; Ez 23.27; Ap 2.22)

Águia, poder, vista penetrante, movimento no sentido mais elevado (Dt 32.11,12)
Alfarroba, palha, nulidade, juízo do mal.
Âncora, esperança (Hb 6.19).
Arca, Cristo (I Pe 3.20,21; Hb 11.17).
Arco, símbolo de batalha e de vitória (Ap 6.2); às vezes também de engano, porquanto se pode quebrar ou atirar o falso (Os 7.16; Jr 9.3).
Árvores, as altas, símbolo de governantes (Ez 31.5-9); as baixas, símbolo do povo comum(Ap 7.1; 8.7).
Azeite, fortaleza pela unção, daí a vida e força que infunde o Espírito de Deus (Tg 5.14).
Azul, o celeste céu (Et 8.15).

B

Babilônia, símbolo de um poder idólatra que persegue as igrejas de Cristo, referindo-se de um modo particular ao poder romano, pagão e papal (Is 47.12; Ap 17.13; 18.24).
Balança, símbolo de trato íntegro e justo (Jó 31.6) Tratando-se da compra de víveres, simboliza a escassez  (Lv 26.26; Ez 4.16; Ap 6.5).
Berilo, prosperidade, magnificência (Ez 1.16; 28.13).
Besta, símbolo de um poder tirano e usurpador, porém às vezes só de um poder temporal qualquer (Dn 7.13,17; Ez 34.28).
Bode, veja macho caprino.
Boi, submissão.
Bosque, símbolo de cidade ou reino, representando suas árvores altas os regentes ou governadores (Is 10.17; 32.19;; Jr 21.14; Ez 20.46).
Braço, símbolo de força e poder; braço nu e estendido significa o poder em exercício (Sl 10.15; Is 52.10; Sl 98.1; Ex 6.6).

C

Cabras, símbolo dos maus em geral (Mt 25.32,33).
Cadeia, escravidão (Mr 5.4).
Calcedônia, pureza.
Cálice, símbolo de luxúria provocante (Ap 17.1), também de ritos idólatras (I Co 10.21) e  também de porção que cabe a alguém (Ap 14.10; 19.6).
Cana, fragilidade humana (Mt 12.20).
Cão, símbolo de impureza e apostasia (Pv 26.11; Fl 3.2; Ap 22.15; também de vigilância (Is 56.10).
Carneiro, símbolo dos reis em geral e especialmente do rei persa (Dn 8.3-7,20).
Carro, símbolo de governo ou proteção ( II Rs 2.12).  Crê-se que Isaías 21.7 se refere a Ciro e Dario, e Zacarias 6.1 a quatro grande monarquias, enquanto os carros de Deus no Salmo 68.17 e Isaías 66.15 designam as hostes do céu.
Casamento, símbolo de união e fidelidade no pacto ou aliança com Deus e por conseguinte da perfeição (Is 54.1-6; Ap 19.7; Ef 5.23-32).
Cavalo, símbolo de equipamento de guerra e de conquista (Zc 10.3); símbolo também da rapidez Jl 2.4); ir a cavalo ou “subir sobre as alturas”, designa domínio (Dt 32.13; Is 58.14).
Cedro, força, perpetuidade (Sl 104.16).
Cegueira, incredulidade (Rm 11.25).
Céu e terra, usas-se esta expressão num triplo sentido: 1º - Invisível e moral; 2º - visível e literal; 3º - político. Usando-se em sentido político, céu simboliza os regentes, terra o povo, os dois juntos formando um reino ou um estado. (Is 51.15,16; 65.17; Jr 4.23,24; Mt 24.29). Cair do céu é perder a dignidade ou autoridade; céu aberto indica uma nova ordem no mundo político; uma porta aberta no céu indica o princípio de um novo governo (Há 2.6-22). O sol a lua e as estrelas simbolizam as autoridades superiores e secundárias (Is 24.21,23; Jl 2.10; Ap 12.1).
Chave, símbolo de autoridade, do direito de abrir e fechar (Is 22.22; Ap 1.18; 3.7; 20.1)
Chuva, influência divina (Tg 5.7).
Cinturão, apertado, pronto para o serviço; frouxo, repouso.
Cinzas, tristeza, arrependimento (Jó 42.6; Dn 9.3).
Cobre, (metal, bronze), símbolo de endurecimento (Is 48.4; Jr 6.28); também de força e firmeza (Sl 107.16).
Comer, símbolo de meditação e participação da verdade (Is 55.1,21); símbolo também dos resultados de conduta observada no passado (Ez 18.2); símbolo ainda de destruição da felicidade ou propriedade de alguma pessoa ( Ap 17.16; Sl 27.2).
Cores
preto, símbolo de angústia e aflição (Jó 30.30; Ap 6.5-12); 
amarelado, símbolo de enfermidade mortal (ap 6.8); 
vermelho, de derramamento de sangue ou de vitória (Zc 6.2; Ap 12.3, ou do que não se pode apagar (Is 1.18); 
branco, de formosura e santidade (Ec 9.8; Ap 3.4); branco resplandecente era a cor real e sacerdotal entre os judeus.

Corno, símbolo de poder (Dt 33.17; I Rs 22.11; Mq 4.13; símbolo também de dignidade real (Dn 8.9; Ap 13.1). Os cornos do altar constituíam um refúgio seguro (Ex 21.14).
Crisólito, glória manifesta.
Crisópraso, paz que sobre puja todo entendimento (Ap 21.20).
Crocodilo ou dragão, símbolo do Egito, e em geral de todo o poder anticristão (Is 27.1; 51.9; Ez 29.3; Ap 12.3; 13.1).
Cruz, sacrifício (Cl 2.14).

D

Dez, simboliza a plenitude, ou completo (Mt 18.24).

E

Egito, símbolo de um poder orgulhoso e perseguidor, como Roma (Ap 11.8).
Embriaguez, símbolo de loucura do pecado (Jr 51.7; e da estupidez produzida pelos juízos divinos (Is 29.9).
Enxofre, símbolo de tormentos (Jó 18.5; Sl 9.6; Ap 14.10,; 20.10).
Escarlata, sendo cor de sangue, a vida (Is 1.18.
Esmeralda, esperança.
Espinhos, abrolhos e roseiras bravas, más influências.

F

Ferro, severidade (Ap. 2.27).
Filha, povoação, como se esta fora mãe.
Fogo, símbolo da Palavra de Deus (Jr  23.29; Há 3.5); símbolo também de destruição (Is 42.25; Zc 13.9; de purificação (Ml 3.2); de perseguição (I Pe 1.7); de castigo e sofrimento (Mr 9.44).
Fronte, denota, segundo a inscrição ou sinal que leva, um sacerdote (Lv 8.9).; um servo ou um soldado (Ap 22.4). Os servidores dos ídolos levavam igualmente, como hoje, um sinal, um nome ou número em sua testa (Ap 13.16).
Fruto, manifestações das atividades da vida (Mt 7.16).

H

Harpa, símbolo de gozo e de louvor (Sl 49.4; 33.2; II Cron 20.28; Is 30.32; Ap 14.1,2).
Hissopo, purificação (Sl 51.7).

I

Incenso, Símbolo de oração (queimava-se com fogo tomado do altar dos perfumes (Sl 141.2; Ap 8.4; Ml 1.11).

J

Jacinto e Ametista, promessas de glórias futuras.
Jaspe, paixão, sofrimento.

L

Lâmpada (candelabro), símbolo de luz, gozo, verdade e governo (Ap 2.5). Em I reis 11.36, indica-se com a existência da  “lâmpada sempre”, que a Davi nunca faltará sucessor (Sl 132.17).
Leão, símbolo de um poder enérgico e dominador (II Rs 23.33; Amós 3.8; Dn 7.4; Ap 5.5).
Leopardo (tigre), símbolo de um inimigo cruel e enganoso ( Ap 13.2; Dn 7.6; Is 11.6; Jr 5.6; Hb 1.8).
Lepra, pecado asqueroso (Is 1.6).
lírio, formosura, pureza.
Livro
o livro do testemunho entregue ao rei simbolizava a inauguração do reino (II Re 11.2); 
um livro escrito por dentro e por fora, símbolo de uma longa série de acontecimentos; 
um livro selado, símbolo de segredos; 
comer um livro, símbolo de um estudo sério e profundo (Jr 15.16; Ap 10.9); 
o livro de vida, memória em que estão os redimidos (Ed 2.62; Ap 3.5)); 
um livro aberto, símbolo do princípio de um juízo (Ap 20.12).
Luz, conhecimento, gozo ( Jo 12.35).

M

Macho caprino (bode), símbolo dos reis macedônios, especialmente de Alexandre (Dn 8.5-7).
Mãe, símbolo do produtor de alguma coisa (Ap 17.5), como por exemplo de uma cidade cujos habitantes se chamam seus filhos (II Sm 20.19, Is 49.23); de uma cidade central, cujos povoados satélites se consideram suas filhas (Is 50.1; Os 2.2,5); símbolo também da Igreja do Novo Testamento (Gl 4.26).
Maná, símbolo de alimento espiritual e imortal (ap 2.17;  veja-se Êxodo 16.33,34).
Mãos, símbolo de atividade. Daí “mãos limpas”, “mãos cheias de sangue” indicam feitos correspondentes, puros ou sangrentos (I Tm 2.8; Is 1.15). Lavar as mãos, significa expiação de culpa (I Co 6.11; I Tm 2.8). Mão direita, símbolo de posto de honra (Mc 16.19)> dar as destras, símbolo de participação de direitos e bênçãos. (Gl 2.9). dar a mão, equivale a render-se. (Sl 68.31; II Cr 30.8). Levantar a destra, era sinal de juramento (Gn 14.22; Dn 12.17). Marcas nas mãos, símbolo de servidão e idolatria (Zc 13.6). As mãos postas sobre a cabeça de alguém, símbolo de transmissão de bênçao, de autoridade ou de culpa (Gn 48.14-20; Dn 10.10). Mãos de Deus, postas sobre um profeta, indica influência espiritual (I Rs 18.46; Ez 1.3; 3.220;  o dedo  indica influência menor; o braço, influência maior.
Medir (partir, dividir), símbolo de conquista e possessão (Is 53.12; Zc 2.2; Am 7.17).
Montanha, símbolo de grandeza e estabilidade (Is 2.2; Dn 2.35).
Morte, separação, separação de Deus, insensibilidade espiritual (Gl 3.3; Rm 5.6; Mt 8.22; Ap 3.1).

O

Olhos, símbolo de conhecimento, também de glória, de fidelidade (ZC 4.10), e de governo (Nm 10.31) Olho maligno significa inveja. Olho bom, liberalidade e misericórdia.
Ouro, realeza e poder (Gn 41.42).

P

Palmeira, palmas, realeza, vitória, prosperidade.
Pão, pão da vida, Cristo; alimento; meio de subsistência espiritual (Jo 6.35).
Pedras preciosas, símbolo de magnificência e formosura (Ap 4.3,21; Ex 28.17; Ez 28.13).
Peixes, símbolo de governadores das gentes (Ez 29.4,5; Há 1.14).
, fragilidade do homem (Ec 3.20; Jó 30.19).
Pomba, influência suave e benigna do Espírito de Deus (mt 3.16).
Porco,  impureza e gula (Mt 7.6).
Porta, sede do poder; poder (Jo 10.9).
Primogênitos, estes tinham autoridade sobre seus irmãos menores; eram os sacerdotes da família, e consagrando-se a Deus, santificavam sua família por esta consagração; cabia-lhes porção dobrada na herança. Simbolizam de certo modo a Cristo (Gn 20.37; Ex 24.5; 13.1,13; Dt 21.17; Hb 2.10,11; 3.1; Cl 1.12).
Púrpura, o real, o romano (Dn 5.7; Ap 17.4).

Q

Querubins, símbolo, crêem alguns, da glória soberana de Deus; no Apocalipse, dos redimidos; segundo outros, das perfeições de Deus, manifestas sob suas diversas formas (Veja-se Gn 3.24; Ex 25.15,22; 37.7,9; Lv 16.2; Nm 7.8,9; Irs 6.23; 8.7; IICr 3.10,13; Ez 1.10).

R

Ramos, ou rebentos, símbolo de filho ou descendente.
Raposa, engano, astúcia (Lc 13.22).
Rãs, símbolo de inimigos imundos e impudicos (Ap 16.13).
Rocha, fortaleza, abrigo, refúgio.

S

Safira, verdade.
Sal, conservação, incorrupção, permanência.
Sangue, vida (Gn 9.4).
Sardônica, amor, ternura, pena, purificação.
Sega, época da destruição (Jr 5.33; Is 17.5;Ap 14.14-18). A sega (messe) é também símbolo do campo para os trabalhos da igreja (Mt 9.37).
Sete, número pelo assim dizer, divino; a soma de três que simboliza a trindade e quatro que simboliza o Reino de Deus na Terra, e portanto a união do infinito e o finito. O Deus-Homem por exemplo, se representa pelos sete candelabros de ouro. Este número ocorre com muita freqüência na (Ap 4.5).

T

Terremoto, símbolo de agitação violenta no mundo político e social (jl 2.10; Ag 2.21; Ap 6.12).
Topázio, alegria do senhor.
Touro (novilho), símbolo de um inimigo forte e furioso (Sl 22.12; Ez 39.18). Novilhos indicam o povo comum, e os estábulos, casas e povoações (jr 50.27).
Trombeta, sinal precursor de acontecimentos importantes (Ap 6.6).

U

Urso, símbolo de um inimigo cegado, feroz e temerário (Pv 17.12; Is 11.7; Ap 13.2).
Uvas, as maduras, símbolo de gente madura para o castigo (Ap 14.18); as recolhidas, símbolo de gente levada em cativeiro (Jr 52.28-32).

V

Vento, impetuosos, símbolo de conturbação; detido, símbolo de tranqüilidade (Ap 7.1; Jr 25.31,33).
Vestiduras, denotam qualidade interiores e morais; vestiduras brancas, símbolo de pureza, de santidade e de felicidade (Is 52.1; Ap 3.4; ZC 3.3). dar as vestiduras a alguém era sinal de favor e amizade (I Sm 17.38).
Véu, do templo, corpo de Cristo (Hb 10.20).
Vinha, símbolo de grande fecundidade; vindima, símbolo de destruição (Jr 2.21; Os 14.7; Ap 14.18,19).
Virgens, símbolo de servos fiéis que não se mancharam com a idolatria (Ap 14.4).

            Lembramos que só se deve fazer o uso destas interpretações no caso de usar-se as palavras aclaradas em sentido simbólico.
Já publicado em 26.09.2012

PS. Caso o leitor tenha outras informações sobre a simbologia bíblica, poderá enriquecer estas informações postando seu comentário, fornecendo também as fontes e nós estaremos acrescentando a esta postagem. Desde já somos agradecidos!

                                                                                                     Por: João Quinteiro Cavalheiro


Fontes: Princípios de Hermenêutica, EETAD, 1989;  Hermenêutica, Editora Vida, 1968/1999.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

EBD/CPAD - 4º TRIMESTRE DE 2014 - A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE.






Lição 1° Daniel, Nosso "Contemporâneo"
Lição 2° A Firmeza do Caráter Moral e Espiritual de Daniel
Lição 3° O Deus que Intervém na História
Lição 4° A Providência Divina na Fidelidade Humana
Lição 5° Deus Abomina a Soberba
Lição 6° A Queda do Império Babilônico
Lição 7° Integridade em Tempos de Crise
Lição 8° Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias
Lição 9° O Prenúncio do Tempo do Fim
Lição 10° As Setenta Semanas
Lição 11° O Homem Vestido de Linho
Lição 12° Um Tipo do Futuro Anticristo
Lição 13° O Tempo da Profecia de Daniel




Comentarista:
Pastor Elienai Cabral

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CIRURGIÃO QUE ENCONTROU JESUS NO CORAÇÃO DE UMA CRIANÇA


  


-Amanhã de manhã eu vou abrir o teu coração. Explicava o cirurgião para uma criança.
E a criança o interrompeu:
-Você encontrará Jesus ali? 

O cirurgião olhou para ela, e continuou:
-Eu vou cortar uma parede do teu coração para ver o dano completo. 

-Mas quando você abrir o meu coração, encontrará Jesus lá? A criança voltou a interrompê-lo.

O cirurgião se voltou para os pais, que estavam sentados em silêncio. 

-Quando eu tiver visto todo o dano causado, planejaremos o que fazer em seguida, ainda com teu coração aberto. 

-Mas você encontrará Jesus em meu coração? A Bíblia diz claramente que Ele mora ali. Todos que acreditam Nele dizem que Ele vive ali... Então você vai encontrá-lo no meu coração! 

O cirurgião pensou que era suficiente e lhe explicou: 

-Após a operação, te direi o que encontrei em teu coração, de acordo? 

Eu tenho certeza que encontrarei músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos, e fraqueza nas paredes e vasos. E, além disso, eu vou concluir se posso te ajudar ou não. 

-Mas você encontrará Jesus ali também? É sua casa, Ele vive ali, sempre está comigo. 

O cirurgião não tolerou mais os comentários insistentes e se foi. Em seguida, ele se sentou em seu consultório e começou a gravar seus estudos prévios para a cirurgia: aorta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva. Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável. 

Terapia: analgésicos e repouso absoluto. 
Prognóstico: fez uma pausa e em tom triste disse:
-Morte nos primeiros anos de vida.
Então, parou o gravador.
Mas tenho algo a mais a dizer:
-Por quê? Perguntou em voz alta.
Por que acontecer isso com ela? O Senhor a colocou aqui, nessa dor e já a havia condenado a uma morte precoce. Por quê? 

De repente, Deus, nosso Criador respondeu: 

O menino, minha ovelha já não pertencerá a teu rebanho, porque ele é parte de mim e comigo estará por toda a eternidade. Aqui no céu, em meu rebanho sagrado, já não terá nenhuma dor, será consolado de uma forma inimaginável para ti ou para qualquer outra pessoa. Seus pais, um dia, se unirão com ele, conhecerão a paz e a harmonia juntos em meu reino e meu rebanho sagrado continuará crescendo. 

O cirurgião começou a chorar muito, mas sentiu ainda mais raiva, não entendia as razões. E replicou: 

-Tú criastes este menino, e também seu coração para quê? Para que morresse em poucos meses?

O Senhor lhe respondeu:
-Porque é tempo de regressar ao seu rebanho, sua missão na terra já se cumpriu. Há alguns anos atrás enviei uma ovelha minha com dom de médico para que ajudasse a seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência se esqueceu de seu Criador. 
Então enviei outra de minhas ovelhas, o menino enfermo, não para perdê-lo, e sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico volte para mim. 

Então o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente. 

Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino, enquanto seus pais estavam a frente do médico. 

O menino acordou e murmurando rapidamente perguntou: 

-Abriu meu coração? 

-Sim. Disse o cirurgião. 

-O que encontrou? Perguntou o menino. 

Tinha razão, reencontrei Jesus ali. 

Deus tem muitas maneiras diferentes para que você volte para o seu lado. 

Leia esta mensagem até o final. 

Leia somente se tem tempo para Deus. 

Deus, quando recebi esta mensagem pensei... Eu não tenho tempo para isto... e realmente é inoportuno durante o horário de trabalho. Logo, eu percebi que ao pensar assim é exatamente o que tem causado muitos dos problemas em nosso mundo atual. Buscamos ter a Deus só na igreja aos domingos de manhã. Às vezes, talvez um domingo à noite... Sim, nós gostamos de tê-lo na doença... e, sobretudo, nos funerais. Mas, não temos tempo, o lugar para Ele nas horas de trabalho ou em nosso tempo livre... Porque .... Isso é na parte de nossas vidas em que pensamos: "Nós podemos e devemos controlar sozinhos" 

Que Deus me perdoe por haver pensado que não há um tempo e lugar onde Ele não seja o PRIMEIRO em minha vida. Devemos sempre ter tempo para lembrar TUDO o que Ele fez e faz por nós. Jesus disse: "Se tú tens vergonha de mim, eu me envergonharei de ti diante de meu Pai". 

Então me ajoelhei para orar, mas não por muito tempo, tinha muito para fazer. Tive que apressar-me e ir trabalhar já que as cobranças logo estariam diante de mim. Dei um salto e meu dever cristão estava concluído. 

Minha alma pode então descansar em paz. Em todo o dia não tive tempo de falar uma palavra de encorajamento, nem de falar de Jesus aos meus amigos; iriam rir de mim e eu ficaria com medo. Não há tempo, não há tempo. Há muito que fazer. Esse era a minha reclamação constante. Não há tempo para dar-lhe as almas necessitadas, só na última hora, a hora da morte. Então parei em pé diante do Senhor, o vi e permaneci de cabeça baixa, já que em Suas mãos ele segurava um livro, o livro da vida. Deus deu uma olhada no seu livro e disse: 
'Não posso encontrar o teu nome, uma vez estive a ponto de anotá-lo, mas nunca encontrei o tempo
De todos os presentes que podemos receber, uma oração é o melhor. Não custa nada e traz recompensas maravilhosas, Deus te abençoe. 
Que Deus te abençoe e te guarde.


A.D.
Publicação anterior deste texto: 02.01.2011 

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