Pesquisar este blog

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O GENERAL PRECISA DE UM MILAGRE



                2 Rs 5.1-18
                             Lc 4,27

1.      Naamã: (v 1).
- Herói de guerra
- Valente
- Conceituado
- Vitorioso na guerra (1 Sm 17.47)
- Porém: Leproso

2.      Uma adolescente (vv 2,3)
- Anônima
- Escrava
- Corajosa
- Com testemunho

3.      A busca da cura (vv 4-7)
- Um rei mal informado (rei da Síria)
- Um cálculo errado (ouro, prata e vestes)
- Um rei desinformado e desesperado (rei de Israel)

4.      Eliseu, um profeta (vv 8 e 9):
- Informado
- Preparado

5.      O processo da cura física (vv 10-14)
- Uma ordem estranha
- Um doente indignado
- Comparações desconcertantes
- Vaidade e orgulho evidentes
- Um sábio conselho
- A prática da obediência 
- A cura alcançada

6.      O processo da cura espiritual (vv 15-19)
- Um príncipe agradecido
- Um pedido estranho (uma carga de terra)
- Um coração mudado


Conclusão:

Naamã buscava a cura de sua lepra, mas sua necessidade era muito maior; ele precisava quebrar o seu orgulho, vaidade e se dispor a obedecer ordens (coisa difícil para um general que estava acostumado a dar ordens). Precisava uma lição de humildade expondo sua vergonha da lepra à vista diante de seus servos, recebendo assim sua cura física e espiritual. Quase perdeu a benção que buscava. Pessoas humildes e anônimas foram usadas para encaminhar o general a encontrar alem da cura da lepra a salvação de sua alma.

 João Q. Cavalheiro
Mensagem ministrada na Congregação do 
Residencial Solar/Bacacheri/Curitiba/PR,
em 04.08.2013.






















terça-feira, 30 de julho de 2013

Lições Bíblicas EBD / CPAD - 4 º Trimestre de 2013


Lições Bíblicas - MESTRE - EBD / CPAD - 4o. Trimestre

Lições Bíblicas EBD / CPAD - 4º  Trimestre de 2013 


Temas das lições


Comentarista: José Gonçalves

Tema: Sabedoria de Deus para uma Vida Vitoriosa
A atualidade de Provérbios e Eclesiastes

   
Lição 1
O Valor dos Bons Conselhos                                                                   

Lição 2
Advertências Contra o Adultério                                                                 

Lição 3
Trabalho e Prosperidade                                                                              

Lição 4
Lidando de Forma Correta com o Dinheiro                                              
Lição 5
O Cuidado com Aquilo que Falamos                 

Lição 6
O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos                                          

Lição 7
Contrapondo a Arrogância Com a Humildade                                        

Lição 8
A Mulher Virtuosa                                                                                           
Lição 9
O Tempo para Todas as Coisas
                           
Lição 10
Cumprindo as Obrigações Diante de Deus                                              

Lição 11
A Ilusória Prosperidade dos Ímpios

Lição 12
Lança o teu Pão Sobre as Águas                                                               

Lição 13
Tema a Deus em todo o Tempo


quarta-feira, 24 de julho de 2013

PONTO DE VISTA DE UMA BANHEIRA QUENTE


Antes, eu pensava em banheira quente como algo reservado a hedonistas em Hollywood, e sibaritas em San Francisco; agora sei que, sob certas circunstâncias, a banheira quente é o símbolo perfeito da rota moderna da religião. A experiência da banheira quente é voluptuosa, relaxante, lânguida, — não de um modo exigente, seja intelectualmente ou de outra forma, mas muito, muito agradável, a ponto de ser excelente diversão. Muita gente hoje quer que o cristianismo seja assim, trabalham para que o seja. O último passo, claro, seria tirar os assentos da igreja e, em seu lugar, instalar banheiras quentes, então não mais haveria qualquer problema com a frequência. Entrementes, muitas igrejas, evangelistas, e pregadores eletrônicos já estão oferecendo ocasiões que, sentimos, são a coisa mais próxima da banheira quente — a saber: reuniões alegres e livres de cuidados, momentos de real diversão para todos, [...] Esta espécie de religião projeta a felicidade na forma de um bem-vindo caloroso a todos quantos sintonizam ou vêm visitar; um coro aquecido com uma música sentimental balançante; o uso de palavras ardentes e massageadoras em orações e pregações; e um arrebol vespertino cálido e animado (outro toque da banheira quente). À indagação, ‘Onde está Deus’, a resposta que estas ocasiões geralmente projetam, não importa o que seja dito, é: ‘No bolso do pregador’. Calmamente, certamente, mas... isto é fé? Adoração? Culto a Deus? É religiosidade o nome verdadeiro deste jogo? [...]
Os sintomas da religião banheira quente, hoje, incluem um índice fragorosamente crescente de divórcio entre os cristãos; tolerância largamente difundida das aberrações sexuais; um sobrenaturalismo, que busca sinais, maravilhas, visões, profecias e milagres; xaropes calmantes, de pregadores eletrônicos e de púlpitos liberais; sentimentalismo anti-intelectual e ‘picos’ emocionais deliberadamente cultivados, o equivalente cristão da maconha e da cocaína; e uma fácil e irrefletida aceitação da luxúria no viver diário. Esta não é uma tendência saudável. Ela faz a Igreja parecer-se com o mundo, levada pelo mesmo apetite desarrazoado pelo prazer temperado com magia. Desta forma, eles minam a credibilidade do evangelho da nova vida. Se esta tendência for revertida, uma nova organização de referência terá de ser estabelecida. Para esta tarefa, portanto, movemo-nos agora para onde as Escrituras nos guiam” (PACKER, J. I. O Plano de Deus Para Você. 1 ed., RJ: CPAD, 2004, pp.54,68,69).




segunda-feira, 1 de julho de 2013

PASTOR JOÃO CENO REELEITO POR ACLAMAÇÃO:





O Pastor João Ceno Olhweiler foi reeleito por aclamação para mais um mandato (2013/2015)  na Junta Executiva da Convenção de Pastores da CIADESCP, que ficou assim constituída:

Presidente: João Ceno Olhweiler
1o Vice Presidente: Nilton dos Santos
2o Vice-Presidente: Juvenil Pereira
1o Secretário: Sérgio Melfior
2o Secretário: Josué Cipriano
1o Tesoureiro: Cesino Bernardino
2o Tesoureiro: Pedro Monteiro

Conselho Fiscal:
Volmir Antônio Lalana
José João Vieira
Zilmar Miguel
Vilson Dias.

Aos Pastores eleitos para o biênio 2013/2015 os votos de um profícuo e excelente exercício de mandato.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

CPAD/LIÇÕES BÍBLICAS/JOVENS E ADULTOS - 3º TRIMESTRE DE 2013-


 TEMA: FILIPENSES

"A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja"

Revista Escola Dominical Filipenses - 3º Trimestre 2013 CPAD
Comentarista: Pr. Elienai Cabral.

O objetivo do autor é que ao estudar os temas abordados na revista, os alunos possam aprender como verdadeiramente ter a mente do nosso Senhor. E que prosseguindo para o alvo, tenham seus corações reavivados com a alegria da salvação em Cristo Jesus!

Temas das Lições

Lição 01 - Paulo e a Igreja em Filipos
Lição 02 - Esperança em meio à Adversidade
Lição 03 - O Comportamento dos Salvos em Cristo
Lição 04 - Jesus, o Modelo Ideal de Humanidade
Lição 05 - As Virtudes dos Salvos em Cristo
Lição 06 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor
Lição 07 - A Atualidade dos Conselhos Paulinos
Lição 08 - A Suprema Aspiração do Crente
Lição 09 - Confrontando os Inimigos da Cruz de Cristo
Lição 10 - A Alegria do Salvo em Cristo
Lição 11 - Uma Vida Cristã Equilibrada
Lição 12 - A Reciprocidade do Amor Cristão
Lição 13 - O Sacrifício que Agrada a Deus

em 14/05/2013

sábado, 25 de maio de 2013

CPAD/Escola Bíblica Dominical - Subsídios à Lição 8 - II Trimestre/2013 - EDUCAÇÃO CRISTÃ - RESPONSABILIDADE DOS PAIS

Histórico do Ensino através da Bíblia
 

A Escola Bíblica através dos tempos
I. Nos dias de Moisés
No princípio entre o Povo de Deus eram os próprios pais os responsáveis pelo ensino da revelação divina no lar. O lar era uma escola – Dt 6.7; 11.18,19. (19. e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te”.)


  1. Na época dos sacerdotes:

Os sacerdotes além do culto divino tinham o encargo do ensino da lei – Dt 24.8; 1Sm 12.23; 2 Cr 15.3; Jr 18.18.. Os reis de Judá quando piedosos aliavam-se aos sacerdotes para a promoção do ensino bíblico. Ex. Josafá – 2 Cr 17.7-9.

  1. Durante o cativeiro Babilônico:

Nessa época os judeus privados do culto do templo instituíram as sinagogas . Elas eram usadas como casa de cultos, escola bíblica e escola pública, tanto para crianças como para adultos.


  1. No pós-cativeiro:

O grande avivamento espiritual entre os judeus nos dias de Neemias produziu a difusão da Palavra de Deus e do ensino bíblico. É dessa época que temos o relato do primeiro movimento de ensino bíblico metódico popular similar ao de nossa escola dominical de hoje..
O capítulo 8 de Neemias nos dá um relato de como era escola bíblica popular de então, ou Escola Dominical como chamamos hoje.

Esdras lê a Lei diante do povo”(Ne 8. 1-8).

1 E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se
ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel.2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês.
3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, eMaaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e,
abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?,
levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.
7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no seu posto.8 E leram o livro, na Lei de Deus, e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.

  1. Esdras era o superintendente – V. 2
  2. O livro- texto: A Bíblia – V. 3.
  3. Os alunos: eram homens, mulheres e crianças: V. 3; 12.43.
  4. Treze auxiliares ajudavam Esdras na direção dos trabalhos: V. 4.
  5. Outros treze serviam como professores ministrando o ensino: vv. 7,8.
  6. O horário: da manhã ao meio dia – V. 3.
  7. Os professores liam a palavra e explicavam o sentido para que o povo entendesse. V. 8.


  1. Nos dias de Jesus:

  1. Jesus foi o Grande Mestre, glorificando assim a missão de ensinar. Das 90 vezes que alguém se dirigiu a Ele, nos Evangelhos, 60 vezes Ele é chamado de Mestre.. O Ministério de Jesus era tríplice. Ele pregava, curava e ensinava. Esse mesmo ministério Ele delegou aos seus - Mt 28.19; Mc 16.15,18.
  2. Seus apóstolas também ensinavam – Mc 6.30b; At 5.2.
  3. Aplicação: A Igreja de hoje deve dedicar-se mais ao ensino. Pecadores aos milhares se convertem, mas poucos permanecem porque lhes falta o apropriado ensino bíblico – Mt 13.6.
    jesus-ensinando
  1. Nos dias da Igreja:
  1. Após a ascensão de Jesus, os apóstolos e discípulos continuaram a ensinar. A Igreja do tempo primitivo dava muita ênfase ao ensino – At 5.41,42.
  2. Paulo, um grande mestre, foi maravilhosamente usado por Deus nesse mister.
  • Ele e Barnabé passaram um ano todo ensinando a Igreja em Antioquia: At 11.26.
  • Em Éfeso ficou três anos ensinando – At 20.20,31.
  • Em Corinto ficou um ano e seis meses – At 18.11.
  • Seus últimos dias em Roma foram ocupados com o ensino da Palavra – At 28.31
  1. Mais tarde vemos que a marcha do ensino bíblico na Igreja sofreu solução de continuidade e a Igreja entrou na era das densas trevas espirituais da Idade Média.
  2. Muitos séculos depois veio a reforma. Os líderes da Reforma dedicaram especial atenção ao preparo de livros de instrução religiosa, bem como reuniões destinadas a esse mister.
  3. Tanto o pregador como o professor usam a Palavra de Deus mas os ministério são diferentes. O pregador anuncia ou expõe o Evangelho, a Palavra de deus. Assim fazendo, ele lança a rede e as almas perdidas são ganhas por Jesus. Já o professor, sua missão é instruir, simplificar as verdades bíblicas, ilustrá-las, ilustrá-las, dissecar o texto até que compreendam o que se quer ensinar.
  4. A Igreja de hoje nunca deverá esquecer a amarga e desastrosa experiência resultante do descuido e abandono da instrução religiosa das crianças nos tempos que precederam a tenebrosa Idade Média.

Publicação anterior em 12 de julho de 2011

sábado, 18 de maio de 2013

A BÍBLIA PELO MUNDO



A "Bíblia" alcançou 2.544 diferentes línguas, das sete mil existentes na Terra. Em 2012, foram 27 novas edições das Sagradas Escrituras, em idiomas como o balanta (Senegal), e o paranan  (Filipinas) e no dialeto mardini (Turquia).
Segundo o Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, a maior quantidade de traduções, com 745 idiomas, foi para o continente africano, seguido pelo asiático, com 619. Nas Américas, foram realizadas 516 traduções.

Fonte: Revista ISTOÉ, Edição 2269 de 15.05.2013.



Adaptado do fecebook para este artigo

sábado, 11 de maio de 2013

Primeiro "Dia das Mães"sem ela


Assunta Quinteiro Cavalheiro - Assunta Quinteiro Cavalheiro - Família Web Site
Assunta Quinteiro Cavalheiro
03/08/1931 - 28.06.2012

Por sessenta e uma vezes no "Dia das Mães" desfrutei do agradável prazer de poder abraçá-la, oferecer-lhe uma pequena lembrança, dar-lhe um beijo ou pegar o telefone e desejar-lhe um feliz dia. Como em toda mãe podia-se ver estampado no seu rosto o sorriso da alegria de poder usufruir da presença de seus filhos. Nove filhos, muitos netos e dois bisnetos, nem sempre era possível reunir todos para comemorar esta data tão importante, mas com toda a família, reunida  ou não, sempre estava feliz e não reclamava.

Um dia ela nos deixou e agora chegamos ao primeiro "Dia das Mães" sem ela, e nos deparamos com um vazio que nada poderá preencher,  pois ela se foi e não poderemos desejar-lhe um Feliz "Dia das Mães", mesmo sabendo que hoje ela está bem melhor do que se aqui entre nós estivesse, mas nós, seus, filhos sentimos muito sua falta e muito mais neste dia que a ela é dedicado.

Mãe! Neste Dia Especial dedicado a você, e a todas as outras mães, sentimos muito sua falta e a saudade se faz muito mais acentuada hoje, quando em outros anos estávamos próximos para lembrar-lhe que seus filhos a amavam muito e nos alegrávamos por contar contigo em nosso meio, e éramos felizes por isso. Caso uma nuvem de desconforto se fizesse sentir por ver-lhe já envelhecida e que um dia poderíamos perder-lhe, procurávamos afastar tal pensamento na esperança de que, gozando de boa saúde, poderia ainda por muitos anos estar conosco. mas o dia do desfecho chegou e quase sem avisar você nos deixou. Ficamos privados de seu sorriso, de seu abraço, de seu beijo, de sua presença física.

Mãe! Se isso puder nos servir de consolo, queremos dizer-lhe que sempre a amamos muito, embora nem sempre tenhamos expressado com as devidas palavras todos os nossos sentimentos de valor e amor para contigo. Agora com sua ausência sentimos que poderíamos dizer-lhe muito mais de nosso amor e consideração. Devo dizer-lhe que o "Dia das Mães" nunca mais será o mesmo sem você e que é impossível ser totalmente feliz neste dia sem sua doce companhia, sem o seu alegre e espontâneo sorriso, sem seu amor e carinho incondicional. Meu Deus! Muito Obrigado pela doce Mãe que nos deste e que eu por sessenta e um anos pude desfrutar de sua incomparável e insubstituível companhia. Quanta saudade!!!

Antes que seja tarde, eu parta, e não  possa mais expressar-me, quero aqui externar todo meu carinho e apreço a todas mães neste seu dia, especialmente à minha querida esposa, Isamara, mãe de nossos filhos, pelo grande amor e carinho a todos nós dedicado. Tu és especial e insubstituível para nós. 
Nosso abraço também a todas as mães em nossa família, à nossa filha, mãe de nosso neto, à nossa nora, mãe de nossa neta, às nossas cunhadas e irmãs, mães de nossos sobrinhos, às nossas tias e primas, às nossas sobrinhas que já são mães, às nossas outras filhas e nora que ainda não são mães, mas um dia serão, e a todas aquelas que desejam um dia vir a ser mãe. Feliz Dia das Mães a todas vocês!!!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

"O homem que desafia o País"


marco feliciano istoé Revista ISTOÉ faz matéria tendenciosa contra o Pr. Marco Feliciano


É vergonhosa e escancarada a parcialidade da revista ISTOÉ  que ignora e desrespeita a maioria dos leitores  que não concorda com suas ideias tendenciosas. 

Não sou jornalista, como também muitos dos leitores, mas qualquer pessoa de bom senso sabe muito bem que um órgão de imprensa, sério e comprometido com a autenticidade da notícia, deve ser imparcial, apartidário,  permitindo a ambas as partes a oportunidade de manifestar-se, e ao leitor os fatos para tirar suas próprias conclusões, fato este que sequer minimamente foi observado nesta matéria.

Ao abordar as origens e os pioneiros  da Assembleia de Deus , mesmo sem tecer críticas observa-se no artigo a  intenção velada de dividir os evangélicos, embora demonstrem plenamente conhecer os princípios destes e particularmente dos assembleianos, que sempre foram declaradamente opostos aos da revista

Sou assinante deste periódico há quinze anos e, neste momento, estou propenso a cancelar minha assinatura em sinal de protesto à tão inadequada "reportagem". Leia a "reportada" e tire suas próprias conclusões...


Marco Feliciano, o homem que desafia o País

Apesar do clamor nacional pela renúncia do presidente da Comissão de Direitos Humanos, o pastor-deputado e seu partido, o PSC, ainda resistem, movidos pelo oportunismo político. Para desistir, agora eles querem cargos no governo

istoe intolerante marco Revista ISTOÉ faz matéria tendenciosa contra o Pr. Marco Feliciano
Los Angeles (EUA), 1905. Em uma pequena igreja do subúrbio, o pastor evangélico William Seymor promove conversões em massa, iniciando o fenômeno que passaria a ser conhecido como avivamento. Belém do Pará, 1910. Desembarcam no País os pastores suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg com a missão de fundar a Assembleia de Deus, entidade que se tornaria a maior denominação evangélica do Brasil. Um século depois, em 2010, o engraxate Marco Feliciano aluga uma sala comercial e registra em cartório sua própria igreja: a “Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento”. Desde então, por meio dela, além de explorar economicamente a fé alheia, professa o racismo, a homofobia e o machismo. Em suas pregações, sejam elas no púlpito, sejam no Parlamento ou nas redes sociais, Feliciano tenta impor o atraso a uma sociedade em inequívoca evolução, na qual as vozes da intolerância são sufocadas cada vez mais pelas dos defensores da igualdade entre os homens, independentemente de cor, raça, gênero, credo e opção sexual. Para piorar, o pastor-deputado, sem o menor constrangimento, em nome de ideias ultrapassadas com claro viés autoritário e de conotação desagregadora, profana a memória dos líderes religiosos que ele mesmo escolheu como patronos. Ao tachar um negro de pessoa “amaldiçoada por Noé”, Feliciano desrespeita a todos, incita o ódio e ainda omite de seus fiéis e eleitores que o pastor Seymor, prócer do avivamento, era afrodescendente e já naquela época defendia a liderança feminina nas igrejas. Ele também esconde debaixo do tapete do preconceito e da intolerância que a Suécia, de Vingren e Berg, mesmo sendo o berço do calvinismo protestante, não vacilou ao reconhecer no início do século XXI o casamento homossexual e a adoção por casais gays.
São fatos históricos, mas que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) preferiu escamotear. Ele dá de ombros aos protestos contundentes que pedem sua renúncia da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Desde que foi indicado para o posto há quatro semanas, o parlamentar passou a enfrentar protestos diários que começaram na internet, se espalharam pelas ruas e invadiram o Congresso Nacional. Um movimento inicialmente organizado por representantes de grupos negros e homossexuais, mas que ganhou adeptos por todo o País. Estudantes, intelectuais e artistas famosos, de todo tipo e todo credo, mostram que a sociedade brasileira não tolera mais comportamentos intransigentes com as diferenças. É incompreensível, afinal, que um parlamentar com posições tão retrógradas e alvo de investigações judiciais esteja à frente de uma Comissão de Direitos Humanos. A aberração política não decorre só do oportunismo do PSC (Partido Social Cristão). É fruto também da conivência e do jogo de pequenos interesses das grandes legendas no órgão legislativo. Esses partidos – e aí estão incluídos PT, PMDB, PSDB e outros – não podem ser eximidos da equivocada ascensão de Feliciano ao posto e são corresponsáveis pelo caos instalado ali.
Ante toda a comoção social, a lógica seria substituir Feliciano por qualquer outro parlamentar. Mas o jogo político da Câmara é movido por regras próprias e elas, normalmente, não seguem os interesses dos eleitores. A tensa reunião de líderes na quarta-feira 27 escancarou esta situação. Ao pedir que o líder do PSC, André Moura (SE), resolvesse o impasse, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ouviu uma resposta atravessada. Moura lembrou que o PSC tem o direito regimental de indicar quem bem entender e que as outras legendas, hoje opositoras à indicação de Feliciano, optaram por comandar outras comissões. O líder do PSC não mentiu. Esta é uma das razões pelas quais o pastor-deputado, a despeito de todas as pressões e manifestações País afora, ainda não deixou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos. Concorde-se ou não com a dinâmica – e o caso Feliciano mostra que ela deveria ser revista para não produzir novas aberrações –, historicamente, a divisão dos comandos das comissões permanentes leva em conta a proporcionalidade dos partidos. A depender do tamanho das bancadas, as legendas ganham a prioridade na escolha dos colegiados que vão presidir. Dessa forma, os maiores partidos, como PT e PMDB, saem na frente e comandam mais de uma comissão. Por anos, os petistas optaram pela Comissão de Direitos Humanos, alegando afinidade da legenda com as causas sociais. Este ano, porém, o PT preferiu a Comissão de Seguridade Social e Família e as importantes comissões de Constituição e Justiça e de Relações Exteriores. “O PT abriu mão da comissão e ela nos foi oferecida. Nosso direito é indicar o presidente e o dever dos outros partidos é nos respeitar”, resume o líder do PSC. Pode soar como um absurdo, mas, pelas regras estabelecidas na Casa, nem mesmo o presidente da Câmara tem poder para destituir Feliciano do cargo. A Alves e aos demais líderes resta apenas a prerrogativa de apelar ao PSC pelo bom-senso, que se expressaria na substituição de Feliciano para permitir a retomada dos trabalhos pela comissão. Não tem sido, no entanto, uma tarefa fácil. “O diálogo está cada dia mais difícil. Regimentalmente, não há como solucionar o impasse imediatamente. E nos parece que os integrantes do PSC não querem ouvir os apelos”, lamenta o líder do PSOL, Ivan Valente (SP).
Por trás da manutenção de Feliciano também há o velho e surrado oportunismo político orientado por uma lógica eleitoral. Inegavelmente, o PSC – legenda de pequeno porte composta por apenas 16 deputados – foi alçado à ribalta política a partir da superexposição do pastor-deputado. Os louros, seus dirigentes pretendem colher nas eleições de 2014. Membro da bancada evangélica e comentarista político da Rádio Melodia FM, no Rio de Janeiro, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vaticina: “Ele não renunciará.”
O peemedebista, profundo conhecedor dos meandros da política, explica: manter o pastor significa dividendos políticos. “Se ele renunciar, não se reelege nunca mais. Se ficar, se reelege com 1 milhão de votos sem sair de casa”, sustenta Cunha. Antes mesmo das eleições, no entanto, o PSC já pensa em faturar politicamente. Na última semana, ao se despedir da bancada, o vice-presidente da legenda, pastor Everaldo Pereira, disse sorridente: “Acho que agora vão nos convidar para o banquete!”. Everaldo passou a reunião explicando que “nunca antes o PSC tivera tamanha visibilidade” e que agora o governo sabia da sua existência e importância. O banquete a que se referiu nada mais é do que a divisão de cargos no governo. O pequeno partido compõe a base da presidenta Dilma Rousseff, mas até agora não teve direito de indicar ministros ou funcionários de primeiro e segundo escalões. Agora, sente-se no direito de pleitear espaço no consórcio governista.
Na campanha eleitoral de 2010, argumentam os principais líderes do PSC, o apoio da legenda ajudou Dilma a conseguir os votos dos evangélicos, mesmo depois de suas declarações polêmicas sobre o aborto. Apesar da alardeada fidelidade, a bancada tem se queixado da dificuldade para ser recebida por ministros, por exemplo. “Apoiamos a campanha e hoje somos um aliado fiel que não tem cargos. Somos maiores do que outros partidos mais consolidados, como PCdoB e PV. Mas que nunca teve direito a muita coisa”, disse o pastor Everaldo Pereira à ISTOÉ. Não se sabe se as reivindicações serão atendidas, na esteira das peripécias do seu mais ilustre parlamentar, o deputado-pastor Marco Feliciano. Mas no PSC paira uma certeza. O espaço na mídia e no mundo político conquistado pelo partido no último mês nunca mais será o mesmo. Antes desconhecido e com tempo escasso de propaganda eleitoral, o partido tem pregado seu fundamentalismo cristão e conservador nos corredores do Congresso e nas reuniões. A avaliação do partido é que a polêmica também beneficia o próprio Feliciano, que atrai a curiosidade de mais fiéis – e potenciais eleitores – a seus templos. Hoje, a “Catedral do Avivamento” possui 13 unidades espalhadas em São Paulo. O número de downloads de CDs e DVDs, como “Caçadores de Jumenta”, quase dobrou em março. Até pouco tempo atrás, Feliciano era um deputado desconhecido, eleito com pouco mais de 200 mil votos e candidato a permanecer no anonimato legislativo pelos próximos dois anos. Agora, ele aproveita a onda de notoriedade e se movimenta em todas as frentes. De olho na popularidade, resolveu até se apresentar como negociador da liberdade dos torcedores do Corinthians presos na Bolívia.
Apesar de o PSC e Feliciano se ancorarem no regimento da Câmara e na oportunidade político-eleitoral para não largar a Comissão de Direitos Humanos, mesmo diante do clamor popular pela renúncia, a batalha ainda não está encerrada. Depois da Páscoa, o presidente da Câmara, Henrique Alves, pretende convocar Feliciano para uma reunião com a presença de todos os líderes de partido. Assim, espera ampliar a pressão pela renúncia. Em paralelo, ainda existe a ameaça de um processo por quebra de decoro no Conselho de Ética. A assessoria jurídica do PSOL está analisando as denúncias publicadas por ISTOÉ, indicando que o deputado-pastor escondeu da Justiça Eleitoral que era dono de empresas, entre elas um consórcio de imóveis que ele próprio induzia fiéis a comprar durante sermões em seu programa de tevê. Marco Feliciano também é acusado de contratar funcionários fantasmas e responde na Justiça por estelionato e homofobia.

Texto da revista extraído de: padom em 29 de março de 2013



segunda-feira, 18 de março de 2013

O DECÁLOGO DE LÊNIN



Em 1913, Lênin (ditador socialista) escreveu o "Decálogo", um documento contendo 10 itens que apresentam ações táticas para a tomada do poder. Este documento é a cartilha de como o PT (e outros partidos esquerdistas) realmente agem nos bastidores (qualquer semelhança com os dias de hoje não é mera coincidência)!

Vejamos o que diz o tal "Decálogo":

1 – Corrompa a juventude e dê a ela total liberdade sexual;

2 – Procure se infiltrar nos meios de comunicação de massa, e depois controle todos eles;

3 – Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a promover discussões sobre assuntos sociais;

4 – Destrua a confiança do povo em seus líderes. Faça com que eles fiquem com a imagem denegrida perante a opinião pública;

5 – Fale sempre sobre democracia e em Estado de Direito; mas assim que puder (e tão logo haja a primeira oportunidade), assuma o poder sem nenhum escrúpulo;

6 – Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País (principalmente no exterior), e provoque o pânico e o caos na população por meio da inflação;

7 – Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8 – Provoque distúrbios sociais e contribua para que as autoridades constituídas não as proíbam;

9 – Contribua para a destruição dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não–comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

10 – Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, fazendo, assim, com que seja impossível oferecer qualquer resistência à nossa causa.

Anexo ao mesmo "Decálogo", tem mais um outro documento intitulado "Os 10 princípios da esquerda". Vejamos quais são estes mesmos princípios:

1 – Os esquerdistas creem que não existe moral. Na verdade, os esquerdistas creem apenas na moral que for favorável a eles mesmos, isto é, "não roubar" vale somente para os outros (mas os esquerdistas podem roubar à vontade para si próprios e para aqueles que os ajudam);

2 – Os esquerdistas promovem o anti–convencional, violentam os costumes e preferem a descontinuidade. Não gostam de seguir certas regras diferentes das que eles mesmos criam;

3 – Os esquerdistas derrubam tudo que seja pré–estabelecido. São, por natureza, contra todo e qualquer sistema padronizado (que contém princípios já determinados há muito tempo);

4 – Os esquerdistas agem com imprudência e irresponsabilidade, não importando quais prejuízos venham a causar aos que estão sob seu comando;

5 – Os esquerdistas desejam a uniformidade universal: todo mundo igual (exceto eles, quando estão no poder usufruindo dos privilégios);

6 – Os esquerdistas não se impõem limites e acreditam que podem melhorar, aperfeiçoar e acabar com as imperfeições de tudo, inclusive do próprio ser humano. Para fazer uma omelete, é preciso quebrar os ovos (mas eles partem para quebrar todos os ovos, mesmo que não consigam fazer omelete alguma);

7 – Os esquerdistas são contra a liberdade e a propriedade privada. Preferem a escravidão, embora a chamem, de maneira sutil, por outros nomes: igualdade, responsabilidade social, justiça social, senso de coletividade, etc;

8 – Os esquerdistas impõem coletivismo forçado. Tudo deve ser de todos (mas somente sob controle total do Estado);

9 – Os esquerdistas desejam o poder desmedido e a liberação de todas as paixões humanas (marxismo clássico e marxismo cultural);

10 – Os esquerdistas não querem estabilidade: pregam a revolução perpétua. Dizem promover a paz, mas são os maiores incentivadores de todas as guerras e lutas armadas.

Diante disso tudo que foi mostrado aqui, eu pergunto a todos: alguém ainda tem mais alguma dúvida das reais intenções do governo do PT (e de outros partidos com a mesma agenda política)?

(Lino) em  Comentário no blog de Júlio Severo em 16.01.2013
http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/01/contra-agenda-anticrista-da-esquerda.html?

terça-feira, 5 de março de 2013

É CERTO A IGREJA EXPULSAR DEMÔNIOS?



A IGREJA E O PODER SOBRE AS FORÇAS DO MAL

Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”. Efésios 6:12.

E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão os demônios;.....”
(Mc. 16:17)


         A presença de forças espirituais no mundo é uma realidade. O Apóstolo Paulo em sua carta aos cristãos de Éfeso já dizia

...a nossa luta não é contra a carne, o sangue...., sim contra as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal...”(Ef.6.12).
Não há como negar a presença maligna nas constantes guerras, assassinatos, prostituição, roubos, estupros e crimes os mais diversos que tanto afetam e dissabores trazem à nossa sociedade. O Apóstolo João já nos dizia:

Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno”(I Jo 5.19).

            A presença maléfica se manifesta até mesmo naqueles atos que julgamos simplesmente procedentes da maldade ou fraqueza humana; na violência; na desobediência; na promiscuidade; nos atos obscenos; no desespero; na opressão; no medo; na depressão, etc.

       Pessoas há que constantemente sofrem perturbações, têm visões estranhas de“fantasmas”“assombrações”, contatos com “extra-terrestres”, mantêm comunicação com pessoas já falecidas; são atacados por forças estranhas que muitas vezes os levam até a praticar coisas que em são juízo não desejariam fazer; são as hostes demoníacas agindo na vida destas pessoas.

           Muitas foram as ocasiões em que Jesus ou algum dos apóstolos se depararam com possessões demoníacas. Encontramos em Mateus Cap. 8 e versos 28 a 32 uma passagem quando Jesus encontrou-se com dois endemoninhados gadarenos e quando estes se depararam com Jesus as legiões de demônios que possuíam aquelas vidas lamentaram dizendo:

...Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?”

e, na certeza que seriam expulsos, rogaram que lhes fosse permitido apossarem-se de uma grande vara de porcos que eram apascentados naquelas proximidades, os quais possuídos pelas hostes demoníacas,  jogaram-se no mar e morreram todos.

              A presença de Deus perturba os demônios, os quais não O podem resistir; assim também o cristão, revestido do poder de Deus tem autoridade para expulsá-los, sejam eles de que natureza forem e onde estiverem. A Palavra de Deus não faz restrições, Ele deu-nos o poder e autoridade para ordená-los que saiam. Mc. 16.17.

              Paulo, o Apóstolo dos gentios, na cidade de Filipos, hoje território da Grécia, foi por diversos dias seguido por uma jovem que possuía um espírito de adivinhação (demônio), a qual com seus dotes “extra-sensoriais” dava muito lucro aos seus donos. Cremos ser ela duplamente escrava, humana e espiritualmente. Esta moça seguia os apóstolos, e com suas adivinhações perturbava o trabalho de Deus no qual os apóstolos estavam envolvidos, mas Paulo, com a autoridade que o Senhor lhe outorgara, voltou-se para ela e ordenou que o espírito adivinho lhe deixasse e no mesmo momento ela foi liberta. At.16.16-19.

             “As expressões vocais demoníacas da jovem escrava eram consideradas a voz de um deus; por isso os serviços dela como adivinha eram muito procurados, dando grande lucro aos seus donos. Através de Paulo, Cristo demonstrou aqui, mais uma vez, seu poder sobre o império do mal” (Bíblia de estudo Pentecostal, pg. 1667, Nota).

             Normalmente não faz parte da liturgia da igreja a exorcização, isto é, a igreja não deve andar a procura de demônios para exorcizá-los, como isto fosse uma parte do culto, como é costume de alguns grupos por aí a fora. Os demônios não podem habitar com o povo de Deus:

E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos (demônios) 2 Co 6.16;

mas quando da manifestação deles temos por dever perante Deus de ordenar a libertação da vida que esteja sendo escravizada pelo Diabo, pois esta é a ordem do Senhor. Mc. 16.17.

               A manifestação demoníaca pode ocorrer de diversas maneiras, até mesmo de uma forma muito sutil, aparentemente inocente, cujos objetivos diabólicos são de perturbar e atrapalhar o bom andamento da obra de Deus, como já mencionamos com a moça adivinha. Não podemos nos submeter às forças do mal, pois o Diabo veio para roubar matar e destruir, mas Jesus veio para que tenhamos vida e Vida com abundância, Jo.10.10.

Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não manietar o valente; e, então, roubará a sua casa” Mc. 3.27.

              Um dos destaques principais do evangelho segundo Marcos é o propósito firme de Jesus em derrotar Satanás e suas hostes demoníacas. Em 3.27, isto é descrito como manietar o valente (Satanás) e, “roubará a sua casa” (libertar os escravos de Satanás). O poder de Jesus concedido à igreja sobre Satanás fica claramente demonstrado na libertação de vidas atormentadas pelos demônios.


João Q. Cavalheiro
Fontes: Publicado anteriormente neste blog, em 29 de dezembro de 2010, com o título: Batalha Espiritual
Imagem: http://sossertao-br.webnode.com.pt/album/galeria-de-fotos/a10-expulsando-demonios-e-curando-enfermos-no-nome-de-jesus-jpg/


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...