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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

ISRAEL – UM RELÓGIO ESCATOLÓGICO


Porei os meus olhos sobre eles, para o seu bem, e os farei voltar a esta terra; e edificá-los-ei, e não os destruirei, e plantá-los-ei e não os arrancarei” Jr 24.6.
Olhai para figueira e para todas as árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão”. Lc 21.29.30.


            A figueira brotou quando, em 14 de maio de 1948, Israel retornou à Palestina e foi instituído como nação soberana por determinação da ONU; resultante do movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Não foi um simples sentimento nacionalista de um povo, mas um impulso do Espírito de Deus no coração de cada judeu disperso, em cumprimento da Profecia de Jr 24.6 e Ez 36.24-28. Tanto as profecias sobre a dispersão do povo de Israel entre as nações quanto as referentes ao retorno à sua terra, têm tido fiel cumprimento – Gn 12.1,2, 7; Dt 32.9-11; Lv 26.33,36, 37; Jr 24.6; Ez 36.24,28.

        A profecia de Jesus narra na continuidade: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” – Lc 21.32 ”. O estudante que desconhecer os princípios da Hermenêutica poderá pensar que ”ou esta profecia já aconteceu, ou não era verdadeira”. De que geração Jesus está falando? À geração daqueles dias, ou a uma outra geração? É evidente que Ele refere-se a uma geração vindoura, contemporânea do início do cumprimento dos fatos mencionados em seu sermão profético, especialmente ao brotar da figueira, que foi o clímax da efetivação da promessa divina. A figueira brotou em 1948 com a instalação de Israel como nação soberana sobre suas próprias terras. A geração do povo de Deus não passará sem que as profecias de Jesus se cumpram.

         A profecia reporta para um tempo posterior. Estamos convivendo com a geração que não haverá de passar sem que a profecia aconteça, desde 1948. Ao mesmo tempo se, por outra ótica, Jesus referia-se à geração da Igreja que surgiu com sua morte redentora, fazemos parte desta geração como Igreja Viva de Cristo. Pode o leitor ter a plena certeza, a volta do Senhor é iminente. A figueira já brotou. O vale de ossos secos já ouviu a profecia e foi restaurado um grande povo, o povo de Israel – Ez 37.1-12.



Que sinais estão relacionados com o brotar da figueira?


Três são os sinais que estão intimamente ligados ao brotar da figueira:

  1. O primeiro já mencionado acima se refere à volta de Israel à Palestina o que ocorreu em 14 de maio de 1948. Com relação a este fato devemos lembrar as palavras registradas em Isaías 66.8 e citadas por David Ben Gurion quando lia a declaração de independência da nação milenar: “Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra em um só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos”.

  1. Outro está relacionado à conquista de Jerusalém então em poder dos palestinos, fato este que ocorreu durante a Guerra dos seis dias em 1967.

  1. E por final a reconstrução do Santo Templo, fato este que ainda está por acontecer. É conhecido que um grande grupo de judeus ortodoxos reúne-se diariamente junto aos muros de Jerusalém orando a Jeová rogando pela reconstrução do templo no seu local de origem, ou seja, onde hoje se acha construída uma mesquita muçulmana. Talvez isso possa ficar para após o arrebatamento, durante a Tribulação, quando o anticristo por certo tempo fará um acordo com Israel e talvez faça parte desse acordo a restauração do grande templo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A SEGUNDA VINDA DE JESUS



Sinais da Volta de Jesus.


E já está próximo o fim de todas as coisas;”
1 Pe 4.7a.

          
               Muitos são os sinais que atestam que a volta de Jesus está próxima. Analisando à luz da Bíblia veremos que muitos sinais que hoje acontecem, os quais tomamos como coisas normais da evolução cultural ou do desenvolvimento científico da humanidade, são atestados de que cada dia a Vinda de Jesus se aproxima. Traremos a estudo alguns fatos que são do conhecimento do nosso leitor, mas que talvez não tenha observado que estão na profecia bíblica como sinais dos últimos dias. Fazendo um paralelo entre o texto profético e as evidências aclarar-se-á que já somos testemunhas contemporâneas de tudo o que aconteceu, acontece ou ainda vai acontecer.


As nações

             Passamos a estudar alguns fatos do mundo contemporâneo em geral e depois faremos uma observação sobre Israel em capítulo à parte.

  1. Nação contra nação, e reino contra reino – Mt 24.6-8” - Já aconteceram duas grandes guerras mundiais. Uma de 1914 a 1918 e outra de 1939 a 1945 com consequências destrutivas de vidas humanas e valores quase incalculáveis.
A possibilidade de uma terceira guerra mundial, com as armas biológicos, químicas e atômicas sob o domínio de algumas nações, é assustadora. Um possível confronto mundial seria de consequências sem precedentes. Certamente, antes de uma catástrofe mundial, o Senhor virá e arrebatará a sua Igreja.

  1. Haverá fomes, pestes e terremotos – Mt 24.7; Lc 21.11” – Estes são fatos marcantes em nossos dias pelo desregramento ecológico provocado pela contaminação ambiental de três importantes espaços vitais: a terra, o ar e as águas. Resultando no aparecimento de doenças cada vez mais incontroláveis que fogem do alcance curativo ou preventivo da medicina, quando não o aparecimento de outras já há muito controladas ou erradicadas, aumentam o índice de mortalidade.

A produção de alimentos está comprometida por causa de elementos químicos, em decorrência da ganância humana e da falta de temor a Deus.
Só no século 20 as estatísticas mundiais apresentaram mais de 6.500 terremotos. Há certa simultaneidade entre os sinais catastróficos que prenunciam a volta do Senhor Jesus.

  1. Ecumenismo, com o aparecimento de uma igreja mista, unificada – Mt 24.10,11” – O que aparentemente seria positivo será de grande dano à manutenção da fé genuína. Não se trata de uma unidade verdadeira, mas de uma falsa unidade com indiscutíveis prejuízos à Igreja dos padrões neotestamentários. É impossível haver unidade em denominações cristãs que admitem padrões diferentes, como confissões idolátricas que passam por cima de verdades fundamentais da Palavra de Deus. Falsos e verdadeiros cristãos haveriam de revelar suas identidades e esta falsa unidade resultaria em perseguições, traições àqueles que quisessem permanecer fiéis aos ensinos de Jesus. 

                 O ecumenismo acabará acontecendo de maneira muito mais ampla do que a união entre credos de fé diferentes, desprezará todo tipo de fé e conciliará e em seu bojo um misto de interesses sociais e culturais totalmente alheios à fé cristã, preparando o caminho para a instalação do governo do anticristo e do falso profeta.

  1. Multiplicação da iniqüidade – Mt 24.12” – Quando Jesus declarou que a iniquidade se multiplicaria, Ele antevia os dias de hoje quando a tendência para a ilegalidade, o suborno, a corrupção e o crime têm sido comum até mesmo entre os “cristãos”. No mundo até é impossível nomear a proliferação do ilegal, do imoral e da delinquência. Até mesmo autoridades têm se prestado para práticas criminosas, como desvio de vultosas somas destinadas à melhoria de vida das massas, têm se envolvido com organizações criminosas e se comprometido com os malfeitores.

  1. Falsos cristos” – 1 Tm 4.1-3; Mt 24.5. – Nos mais de dois mil anos da história do cristianismo têm sido inúmeras as manifestações de falsos cristos, e em nossos dias com maior frequência. Alguns com aparência de piedade e operando milagres inéditos com objetivo de enganar os incautos e descuidados do conhecimento das Sagradas Escrituras.

  1. Outros sinais que merecem ser mencionados”
  1. Incremento do saber – Dn 12.4.
  2. Restauração da Palestina – Ez 36.33.
  3. Luta entre o capital e o trabalho – Tg 5.1-4.
  4. Juventude sem lei – 2 Tm 3.2-5.
  5. Os escarnecedores – 2 Pe 3.3.
  6. A bomba atômica – Ap 13.13.
  7. A plenitude dos gentios – Lc 21.24.
  8. A utilização do rádio, da televisão e internet – Ap 11.9.
  9. A invenção do automóvel e acidentes com eles – Na 2.4.
  10. Bomba de nêutrons – Zc 14.12.

domingo, 16 de janeiro de 2011



SEHOL-HADES

            Sehol do hebraico no Antigo Testamento e Hades do grego, no Novo Testamento. É um lugar de repouso consciente. A Bíblia fala dos crentes falecidos como “os que dormem no Senhor” – 1 Co 15.6; 1 Ts 4.13., e isto não se refere a uma forma de dormir inconsciente, mas de repouso, descanso. As atividades no Sheol-Hades não implicam que os mortos possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição de seus corpos para apresentarem-se perante o Senhor. Aqueles que morreram sem Cristo além de estarem em plena consciência ainda terão lembranças desta vida, o que tornará o tormento ainda maior – Lc 16.9-31; 23.43; At 7.59. O lugar provisório dos mortos não foi sempre assim. Antes da morte de Jesus era diferente. Vejamos:

Antes do Calvário:

             Antes da morte de Jesus no Calvário o Sheol-Hades era composto de três divisões distintas. Para entendimento melhor desta habitação provisória dos mortos ilustraremos por três círculos concêntricos. A primeira parte é o lugar dos justos, chamado “Paraíso”, “Seio de Abraão”, “Lugar de consolo” – Lc 16.22-25; 23.43. A Segunda é a parte dos ímpios, denominada “Lugar de tormento” – Lc 16.23. A terceira parte fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como “lugar de trevas”, “lugar de prisões eternas”, “abismo” – Lc 16.26; 2 Pe 2.4; Jd v. 6. Nessa terceira parte foi aprisionada uma classe de anjos caídos, a qual não sai desse abismo, senão quando Deus permitir, nos dias da Grande Tribulação – Ap 9.1-12: Jd v.6. Não há qualquer possibilidade de contato com os espíritos caídos; habitantes do “poço do abismo”.


Depois do Calvário:

               Após o evento do Calvário, com a morte de Jesus, houve uma mudança dentro do mundo dos espíritos dos mortos. Quando Jesus enfrentou a morte e a sepultura, e venceu, efetuou uma mudança radical no Sheol-Hades – Ef 4.8-10; Ap 1.17,18. A parte do Paraíso foi transferida para o terceiro céu, na presença de Deus – 2 Co 12.2,4, separando-se completamente das “partes inferiores”, onde continuam os ímpios mortos. Hoje, quando um crente morre, ele não vai mais para o Hades. Ele vai estar com Cristo – 2 Co 5.6-8.

              Somente os justos gozam dessa mudança em esperança pelo dia final quando esse estado temporário se acabará, e viverão para sempre com o Senhor, num corpo espiritual ressuscitado.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS


Purgatório (límbus patrum, limbus infantus):

              O estado intermediário dos mortos não é Purgatório como querem fazer crer alguns, identificando-o como lugar de prova onde os mortos permanecem até purgarem seus pecados, invalidando o sacrifício crucial de Cristo no Calvário. Não é límbus patrum , significando o seio de Abraão. Não tem apoio bíblico e nem existe uma orla para os pais (santos antigos). Também não é limbus infantus (um lugar de provas para as crianças não batizadas), ambas doutrinas romanas sem fundamentos bíblicos.

            Estado intermediário também não é um estado de reencarnações, ou perambulações espaciais, doutrina espírita resultante de uma má interpretação de Lc 16.22,23, pretendendo afirmar que os mortos podem ajudar os vivos, e, depois de certo tempo de peregrinações e reencarnações estariam purificados e aptos para alcançarem o paraíso. No texto supra o pai Abraão disse “É impossível” Lázaro ou qualquer um dos mortos que ali estivessem sair e levar mensagens para os vivos. Para basear essas afirmações é importante que o leitor examine ainda: Dt 18.9-12; Jó 7.9,10; Ec 9.5,6; Lc 16.31.



SONO DA ALMA

              Certos grupos, como os sabatistas, creem que a alma permanecerá num estado inconsciente até a ressurreição. Essa crença conhecida como “sono da alma” é também adotada por indivíduos em outros grupos religiosos. É verdade que a Bíblia descreve a morte como um sono, mas isso em razão do crente, ao falecer, perder a consciência para com o mundo cheio de fadiga e sofrimento e acordar num reino de paz e felicidade.

             O Antigo Testamento ensina que embora o corpo entre na sepultura o espírito, que se separou do corpo, entra no Sehol (inferno, na versão de Almeida) onde vive em estado consciente – Is 14. 9 – 11; Sl 16.10).

           O estado intermediário é descrito pelo Apóstolo Paulo como um lugar de comunhão com o Senhor – 2 Co 5.6-9; Fp 1.23. A Bíblia denomina-o como um “lugar de consolação”, “seio de Abraão” ou “Paraíso”, ou de constante tormento – Lc 16.22,25; 2 Co 12.2-4. Se fosse um lugar neutro para as almas e espíritos Jesus não os teria identificado por nomes. Da mesma forma o “lugar de tormento” não teria razão de ser, se não houvesse consciência naquele lugar.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

MANIFESTAÇÕES ABSURDAS


   Vi este vídeo e achei interessante.
 Uma mensagem atual para todos aqueles que desejam viver uma doutrina embasada na Palavra de Deus e preocupam-se com estranhos movimentos que estão surgindo, quase que diariamente, afastando o cristão dos verdadeiros padrões bíblicos. Movimentos estes que são chamados pelo Apóstolo Paulo de "outro evangelho" (Gl 1.6 - 8).

A MORTE


         O inimigo mais temido pela humanidade é a morte. Muitos entram em desespero somente em pensar na morte. Outros tudo dariam por uma garantia ou seguro contra a morte, mas é inútil. A Bíblia diz: “Está ordenado ao homem morrer uma vez. Vindo depois disto o juízo” (Hb 9.27) e outra vez diz: “Ora o último inimigo a ser aniquilado é a morte” (1 Co 15.26).

Para o cristão a morte deve ser a prova máxima de sua fé, que produz uma consciência de vitória (1Pe 4.12,13). Os sofrimentos e aflições desta vida são temporais e aperfeiçoam nossa esperança para enfrentar a morte, que se constitui num “trampolim” para a Vida Eterna. Ela se torna uma porta que se abre para o céu de glória. Quando um cristão morre ele descansa, dorme (2 Ts 1.7). Ao invés de derrota, a morte significa vitória, ganho (Fp 1.21). A Bíblia consola o cristão acerca dos mortos em Cristo quando declara que a morte do crente “é agradável aos olhos do Senhor” (Sl 116.15). Diz também morrer em Cristo é estar presente com o Senhor (2 Co 5.8).


Morte física:

        Que é a morte física? 2 Sm 14.14 diz: “Porque certamente morreremos e seremos como as águas derramadas na terra, que não se ajuntam mais” Depois de sepultado, após alguns dias, o corpo entrará em decomposição e depois de certo tempo terá se desfeito e esvaído como águas derramadas na terra. Isso é morte física literalmente, desintegração, desaparecimento. Porém não é somente à morte física que o homem está sujeito. Existem outras mortes mais perigosas e graves do que a morte do corpo. Vejamos:



 Morte espiritual:

          A morte espiritual pode ser identificada pela expressão bíblica: “morte no pecado”. É um estado de separação da comunhão com Deus. Significa estar debaixo do pecado, sob o seu domínio (Ef 2.1,5). O seu efeito é profundo e duradouro, é no presente e permanecerá no futuro. Assim como um fenômeno químico é de efeito mais profundo na matéria do que um fenômeno físico, também de uma maneira muito mais profunda a morte espiritual afeta a existência da alma mais do que a morte física. No presente refere-se a uma condição temporal de quem está separado da vida de Deus (Ef 4.18). No futuro, numa situação atemporal, refere-se ao estado de eterna separação de Deus, o que acontecerá no Juízo Final (Mt 25.46). Portanto, a morte espiritual é um prolongamento após a morte física, na eternidade, de uma situação já antes vivida pelo homem pecador.


A morte Eterna:

      É a chamada segunda morte, porque a primeira morte está relacionada à morte física (Ap 2.11). É a punição do pecado (Rm 6.23), também denominada castigo eterno. É a eterna separação da presença de Deus, onde serão impossíveis o arrependimento e o perdão (Mt 25.46). Depois de julgados, os ímpios serão lançados no lago de fogo - Geena (Ap 20.14,15; Mt 5.22,29,30; 23.14.,15,33). Restringe-se apenas aos ímpios (At 24.15). É uma conseqüência da morte espiritual.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

UM DEUS INVERSO


       Uma vez na Terra, satanás, deu início ao seu trabalho destruidor e mortal. Despertou no homem a concupiscência dos olhos (Gn 3.6) levou-o a desejar o fruto da árvore proibida. Este tem sido um trabalho permanente dele, despertar no homem o interesse pelo proibido. Quando algo não é permitido, isto exerce sobre o homem uma enorme atração e influência.

          Eles comeram fruto daquela árvore e a partir de então a sua visão foi mudada. O estado de inocência foi alterado e ele passou também a conhecer o mal. A soberba da qual satanás fora tomado em sua rebeldia atingiu o homem na queda e nesse sentido ele passou ser igual Deus, não na sua glória, majestade e Santidade, mas no conhecimento do mal e suas consequências, o que Deus não desejava que ele se tornasse conhecedor. Isto lhe causou a perda da Vida Eterna, a morte, a expulsão do Paraíso e o afastamento de Deus – Gn 3.22,23.

           Certos homens. se têm feito deuses, mas deuses falsos. Tomados de presunção têm-se julgado poderosos. Assim comportou-se Nabucodonosor quando mandou edificar uma estátua representativa de sua pessoa e exigir adoração, mas foi prostrado por Terra e por sete anos pastou como animal no campo, até que reconheceu sua miséria.

        Outros homens investidos de poder também se julgaram deuses e foram prostrados como pobres mortais que eram. Que dizer de Alexandre, Júlio César, Herodes, Calígula, Nero, Napoleão, Hitler, Lenine, Stalin e tantos outros, todos se comportaram como deuses, agiram como se o fossem, portando-se de poderosos e, malignamente, invertendo a bondade do Deus verdadeiro. Todos eles passaram e só resta deles registros obscuros na história, seu poder passou e aguardam o julgamento do justo juiz.

         O cristão verdadeiro não busca sua própria glória mas dá glória a quem é digno dela, o Senhor criador de todas as coisas. Toda a glória pertence a Deus e poderão participar dela somente aqueles que forem vencedores, fiéis até o fim (Ap 3.12,21).



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A QUEDA DE UM QUERUBIM E SÉCULOS DE TREVAS


                  Um anjo de muito poder e formosura desfrutava posição privilegiada e de honra entre os demais seres celestiais e por eles era chamado de “O Querubim Ungido”, isso implicava em que ele estivesse entre as pedras preciosas e se vestisse delas como nos faz saber o profeta Ezequiel (Ez 28.14). A sua posição e autoridade eram de elevado destaque de modo que, aparentemente, acima dele só estava o Todo-Poderoso.

                  Estava no Éden e dali contemplava toda a magnitude de sua glória e resplendor. Apesar de toda a glória que desfrutava, parece não ter sido o suficiente ao seu ego. Desejou, no seu orgulho e presunção, ser igual ou maior do que Deus e isto lhe causou a destituição da posição elevada e caiu para as regiões terrestres, as quais tornaram-se em trevas em virtude da sua presença (Gn 1.2). Esta foi a condição a que foi submetido pela sua rebeldia, ousadia e soberba (Is 14.12-17; Ez 28.11-18).

                  Desde então a terra foi envolvida em densas trevas. A luz divina se faz presente para desfazer as obras da maldade mas a grande maioria da humanidade tem dado maior valor às trevas do que a luz porque as suas as suas obras eram más e por isso sofre as conseqüências de suas escolhas (Jo 10.10; 1 Pe 2.9; Mt 4.16; Jo 3.19).

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

UM IMENSO PARAÍSO


            Deus criou para o homem um jardim com as boas coisas que a natureza oferece e o colocou a disposição do homem. O desejo dEle era que a sua criatura tivesse uma vida de prazer e satisfação como antecipação dos bens e glórias que Ele prepara no paraíso eterno (Jo 14.2).

        A Terra produzia tudo de que ele necessitava, os frutos eram deliciosos; as águas eram salubres e cristalinas; a paisagem encantada, digna de um cartão postal, o mais belo que se poderia hoje retratar; o terreno era favorável, sem espinhos ou erva daninha que pudesse causar dissabor. Bastava ao homem desejar alguma coisa e já lhe estaria à mão.

         Nossa mente limitada não está à altura de fazer qualquer comentário ou comparação para definir como era o paraíso que Deus colocou à disposição do homem. As mais belas paisagens que pudermos contemplar, e existem muitas, não se aproximam das belezas e bem estar que o paraíso era para o homem. Era um privilégio muito grande desfrutar destas benesses, sem qualquer perturbação, preocupação ou desgostos.

          O leitor já imaginou como seria contemplativo e gratificante assentar-se a apreciar as belezas criadas por Deus? Como seria desejável gozar dessas belezas, passear nos belos jardins e pomares, onde só vicejassem flores e árvores frutíferas que produzissem frutos com sabores desejáveis ao paladar! Quando acordasse pela manhã nada mais teria a fazer do que se recrear e participar do banquete preparado pelo Criador! Sem o tédio da rotina. Assim e muito mais era o paraíso.

Muito além disto é o que Deus prepara para a Igreja, para aqueles que forem fiéis até o fim. O fiel começa a contemplar desde já as belas e indescritíveis mansões celestiais que estão à sua espera!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

DE DOMINADOR A DOMINADO

                    O domínio que o homem possuía era total, sobre a criação, dele não ficavam fora os peixes do mar, as aves do céu nem répteis - Gn 1.26. Como consequência do pecado ele perdeu esse poder e privilégio e foi renegado a uma situação inferior, condicionado ao pecado e à morte – Rm 3.23; 6.23. Todos os poderes e atributos gozados anteriormente não lhe foram mais permitidos, e Deus que se comprazia em visitá-lo, contemplando-o na beleza da inocência, já não o procurou como fazia anteriormente. Teve horror em contemplá-lo, culminando essa rejeição quando Ele escondeu o rosto do seu próprio Filho por causa da corrupção a que Jesus fora sujeito em virtude do sacrifício vicário. – Mt 27.46; 2 Pe 2.12.

                   Antes da assinatura da Lei Áurea, pela Princesa Isabel, em 13 de maio de 1888, os escravos no Brasil viviam numa vida de sujeição e miséria, sem direito algum. A escravidão foi abolida e proclamada pelas ruas das cidades e fazendas do interior do Brasil, porém muitos daqueles escravos tão habituado estavam àquela vida que por sua própria iniciativa preferiram continuar na vida miserável a desfrutar uma liberdade plena. Assim têm se comportado muitos pecadores, deliberadamente rejeitam a liberdade comprada a preço do sangue inocente.

                 A morte de Jesus libertou o homem da subserviência ao pecado, mas o que vemos é o homem submetendo-se voluntariamente à escravidão de Satanás. A carta de alforria foi assinada, a lei da liberdade foi promulgada mas o interessado determinou-se a ficar ainda debaixo da servidão.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O homem e a queda

                             
                               


A Terra está amaldiçoada:
... maldita é a Terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias de tua vida” Gn 3.17.
    
            Deus criou a Terra e nela colocou o homem com domínio sobre toda a criação, dotando-o de autoridade e inteligência para que pudesse fazer uso de todas as prerrogativas sobre a obra da criação. O primeiro casal passeava livremente no jardim sem preocupação alguma. Os animais não fugiam mas aproximavam-se familiarmente. As aves aconchegavam-se nas mãos de Adão e delas comiam sem nada temer; o tempo era propício, sem tempestades, sol escaldante ou frio excessivo; uma brisa pairava sobre a Terra e dela provinha um clima ameno e agradável. A Terra produzia em abundância e não nasciam pragas, espinhos ou ervas daninhas, a colheita era certa, e em grande proporção.

                Deus “plantou” no jardim árvores para que produziam frutos e o homem deliciava-se com eles. Entre elas também plantou duas árvores especiais – A Árvore da Vida e a Árvore do Conhecimento - e a esta última não permitiu que dela comesse, como prova de obediência. A Árvore da Vida, que estava no meio do Jardim, era um bem que o homem desfrutava e que lhe garantia Vida Eterna. A esta árvore, após a queda, não foi permitido que o homem viesse a tocar.

                Pela desobediência veio a morte como sentença de Deus. A "Árvore da Vida" hoje está no Jardim de Deus, no Paraíso que o Senhor tem preparado para os que forem dignos pela salvação e redenção alcançadas no sacrifício vicário de Cristo - Ap 22.2..

                O Espírito de Deus em tempos periódicos descia sobre a Terra e Ele tinha prazer em conversar com Adão e Eva – Gn 3.8. Com a queda do homem a Terra foi amaldiçoada e todas as regalias e conforto que ele desfrutava foram extintas e, portanto, uma grande desgraça caiu sobre a Terra, maldição esta que até nossos dias permanece.

                 A natureza voltou-se contra o homem e todos seus desmandos. A Terra perdeu sua fertilidade e só produz a altos custos; as estações do ano não são bem definidas; as águas dos rios e fontes ficaram poluídas; os raios solares são causticantes e causam doenças; o frio se faz sentir de uma maneira rigorosa que chega a destruir as plantações e até à morte já tem levado.

                  O número dos tremores de terra, maremotos e vulcões numa escala surpreendente têm crescido e muitas vidas têm ceifado. Recentemente um terremoto causou a morte de mais de 15 mil pessoas na Turquia; outro na ilha de Taiwan, na Ásia, levou mais de duas mil pessoas a perderem a vida, e no Natal de 2004 um maremoto na Indonésia e países vizinhos levou à morte mais de trezentas mil pessoas, e assim outros que os meios de comunicação estão diariamente noticiando. A Terra está amaldiçoada pelo pecado.



sábado, 8 de janeiro de 2011



CRISTIANISMO SEM CRISTO

 “Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim – Jo 14.1”


Quando o Senhor Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim – Jo 14.1”, estava mostrando que uma religião, mesmo chamada cristã, mas que não tem Cristo, não pode suprir a necessidade espiritual do homem. Ele exigiu fé, revelando a necessidade da crença no Pai e no Filho. Se alguém professa crer em Deus, não tendo, porém, Cristo, a religião deste é vã. Muitos religiosos vivem pregando em nome de seu Deus, e muitas vezes matam ou assaltam dizendo ser isto em nome dele.

Há grupos que se professam cristãos, todavia estão muito longe do novo nascimento e ignorantes no tocante à prática de autêntico cristianismo, e revelado nas páginas da Bíblia Sagrada. Não creem aqueles e estes num só Deus? Mas não têm Cristo: “Aquele que não crê no Filho não verá a Vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece – Jo 3.36”.
Adaptado de MP/CPAD nº 1152/ p/ JQC – 13.12.84

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

SEMENTES EM BOA TERRA




 "E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.
 E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves e comeram-na;
 e outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda. Mas, vindo o sol, queimou-se e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra e deu fruto: um, a cem, outro, a sessenta, e outro, a trinta"( Mt 13.3-8).




              Da parábola do semeador, narrada em Mateus 13, podemos destacar o verso 8, que qualifica o coração de algumas pessoas como “boa terra”. São aqueles que não somente ouvem a Palavra, mas aceitam e prosseguem na vida cristã, produzindo frutos de arrependimento, na medida do seu crescimento espiritual.

              De fato, para que a Palavra de Deus possa exercer o seu poder benéfico na vida das pessoas, é preciso que elas se resolvam em aceitá-la e crer realmente na sua atividade salvadora. É preciso que creiam na ressurreição de Cristo para justificação e confessem seu nome para a salvação de sua alma: Rm 10.9.

              O problema com aqueles que não encontram a”apetite” de se tornarem crentes em Jesus é simplesmente porque insistem em ser “pedregais”, “espinhais” e “terra seca”, não dando ocasião ao Espírito de Deus de executar a transformação de suas vidas e atitudes por meio da Palavra.

              Todavia, fora estes, há aqueles – e são milhões de pessoas no mundo inteiro – que transformaram seu coração em boa terra, e neles a mensagem pode fazer os frutos para a vida eterna.

               O nosso desejo é que o leitor possa refletir sobre seu estado – se é boa terra ou se é pedregal – e tomar o rumo certo, ao lado dos que produzem trinta, sessenta e cem, isto é, dos que alcançam crescimento espiritual.
                                                  
                           Adaptado de MP nº 1161 p/JQC – em 20.12.84.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

COMO ALCANÇAR A VIDA ETERNA




"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu, e a tua casa - At 16.31

Certo dia, um moço muito rico aproximou-se de Jesus e O interpelou com esta pergunta: “Bom mestre, que bem farei para conseguir a Vida Eterna? – Mt 19.16”. Jesus, terno e compassivo, viu que não havia sinceridade no coração daquele moço; pelo contrário, tinha ele grande apego ao mundo e suas riquezas. Todavia, não considerando tais sentimentos, Jesus resolveu mostrar-lhe a abundante misericórdia de Deus, e respondeu com outra pergunta que se tornou uma grande lição: “Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um que é Deus. Se queres, porém – entrar na vida eterna, guarda os mandamentos – v. 17”. Essa resposta esclarece a tantos quantos estejam preocupados em alcançar a vida eterna.

Estimado leitor, estás desejando obter a vida eterna? Talvez estejas igualmente, querendo fazer alguma coisa com o fim de adquiri-la. Há uma única coisa que podes fazer com proveito, neste sentido. Talvez perguntes verdadeiramente interessado: “Que bem farei para conseguir a vida eterna?”. A resposta é simples: a única coisa que deves fazer para obter a vida eterna é crer em Jesus!  Aquele que crê em Jesus também fará aquilo que Ele mandar, instruções que estão registradas na sua Palavra a Escritura Sagrada.
                                                             Adaptado de MP nº 1162/CPAD, p/JQC –04.01.85.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ISRAEL E A IDOLATRIA
(O perigo do culto aos ídolos)



              O povo de Israel vivia constantemente, isto desde o tempo dos patriarcas, a brincar de servir a Deus e aos ídolos, deuses estranhos, deuses dos cananeus, da terra em que fora colocado pela providência divina. Apesar de Deus insistentemente haver determinado que assim não procedessem, pois, se não obedecessem a esta ordem do Senhor, Ele não os tomaria por inocentes e certamente resultaria em consequências desastrosas (...).

                Esse mau costume permaneceu pela história de Israel, desde as peregrinações dos patriarcas, sua instalação como nação, passando por suas diversas formas de administração, da teocracia ao reinado.
No tempo dos juizes, um homem da tribo de Efraim, chamado Mica fez uma imagem de escultura e construiu um altar àquela divindade. Alugou um levita e o instituiu como sacerdote daquela idolatria – Jz 17.1-6. A esse deus acorriam as multidões de uma forma irreverente e em desobediência para com o Senhor. Em consequência deste mau procedimento naqueles dias houve uma grande assolação sobre Israel resultando na quase extinção de uma das tribos de Israel.

               Durante o período do reinado muitas foram às vezes em que Israel virou as costas a Deus e corria após imagens de deuses estranhos. Este período foi marcado indelevelmente por este procedimento. Foi intercalado por reis piedosos e reis idólatras, sempre acompanhados de advertências de Deus por intermédio dos profetas.

           Em certas ocasiões voltavam-se para Deus, mas no momento seguinte tornavam à idolatria e à desobediência.
              
            O extremo desses cultos perversos pode-se notar no reinado de Jeroboão, primeiro rei de Israel após a divisão. Este rei constantemente foi tomado como referência de idolatria e pecado em Israel – 1 Rs 12.26-36. Outro rei indolente quanto à idolatria foi Acabe, cuja desobediência chegou ao extremo de casado com Jezabel, rainha idólatra dos fenícios, aboliu o culto ao Senhor e em seu lugar implantou o culto a deuses estranhos, entre os quais a Baal ou Bel, deus dos babilônios e fenícios, idolatria contra a qual se insurgiu o profeta Elias – 1 Rs 18.22-46.

              A Ezequias, rei de Judá, que fora um rei piedoso, Deus providenciou livramento quando o rei da Assíria sitiou Jerusalém. Cerca de 185.000 soldados assírios foram misteriosamente mortos numa só noite Judá ficou livre da ameaça de invasão - Is 36; 37; 39.6,7. Já Manassés, seu filho, procedeu com tanta maldade e idolatria que a paciência de Deus se esgotou e decidiu-se por cumprir o que havia avisado por intermédio do profeta Isaias – Is 39.6,7.

                Deus é longânimo, mas ninguém pode brincar julgando que seus atos ficarão no esquecimento.
Salomão, rei de Israel, ainda no começo de seu reinado foi um rei temente a Deus, do qual Deus se agradara, cumulando-o de riquezas e sabedoria, no final de seu reinado deixou levar-se pela idolatria de suas muitas mulheres de origem pagã e isto desagradou ao Senhor e por este motivo com Reoboão, seu filho, o reino foi dividido, cabendo à sua descendência apenas duas tribos, Judá e Benjamin.

           Tanto brincaram com Deus, Israel e Judá, que a paciência de Deus se esgotou e Ele permitiu que durante o reinado de um descendente de Ezequias, seu perverso filho Manassés, o rei da Babilônia, Nabucodonozor, impiedosamente invadiu Judá, subjugou Jerusalém. O rei e os jovens da família real foram conduzidos como cativos para a Babilônia, entre os quais Daniel, Misael, Hananias e Azarias, jovens descendentes da família real, cumprindo-se a profecia de Isaías 39.6,7.

           O povo de Deus, que por brincadeira e desobediência havia voluntariamente adorado a Baal, agora sob pressão era obrigado a adorá-lo, sem direito à opção. A grande maioria se submeteu a esta adoração forçada, diante dos vasos sagrados tirados da Casa de Deus, do Templo em Jerusalém, que agora estavam na casa de Baal na Babilônia, trazidos por Nabucodonozor. Isto doía muito para eles, vendo os vasos da Casa do Senhor usados em casas de bebedeiras e bacanais por efeminados e prostitutas. Ah! Como era humilhante curvar-se perante um Deus cruel ao qual nada deviam. Já não tinham liberdade para entoar hinos de Sião e com saudade lembravam quando junto às suas casa, em sua própria Terra podiam livremente cultuar ao Senhor, e o salmista muito bem descreve esta tristeza no Salmo 137.1-4 “Junto aos rios da Babilônia nos assentamos e choramos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros, que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Porquanto aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião. Mas como entoaremos o cântico do SENHOR em terra estranha?”

           Como esta lição custou caro! Por 70 anos permaneceram em Babilônia como cativos. Foram forçados a adorarem deuses estranhos até se enojarem. Já não desejavam permanecer no meio daquela idolatria. Já não tinham desejo de tocar suas harpas que ficaram encostadas. Mesmo que lhes fosse pedido para cantarem hinos de Sião, Salmos de Davi, a alegria para cantar havia desaparecido.

           Tanto abusaram da paciência de Deus que Ele estava permitindo um jugo tão pesado. Quem não quiser voluntariamente servir a Deus que é compassivo e perdoador, submeter-se-á ao domínio de um deus perverso, sem compaixão, que impõe a obrigação de seus servos lhe prestarem culto, através da prostituição, das blasfêmias, do jugo dos vícios, das drogas e de tantas coisas que o homem liberto jamais se submeteria.
Muita gente corre atrás de mensagens de deuses estranhos como o esoterismo, horóscopos, parapsicologia, espiritismo, misticismo, ecumenismo, heresias, cultos afro-brasileiros e tantos outros, apesar das ordens expressas de Deus contra essas coisas. Até mesmo muitas pessoas que se dizem cristãs estão a se envolverem com toda sorte de misticismos. Estão a prestarem serviços na preparação do reino do Anticristo e governará por pressão e ditatorialmente sobre aqueles que hoje estão lhe sendo serviçais. Tudo está sendo preparado para a implantação deste reino perverso. Quando estas pessoas se derem conta então será tarde demais para retornarem do seu caminho. Os servos de Deus, contudo, estão vigilantes e não se deixarão levar por ventos de cultos e doutrinas estranhas e poderão dizer como o povo de Israel juntamente com Elias no monte Carmelo: “Só o Senhor é Deus” 1 Rs 18.39.



terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CULTO E ADORAÇÃO ÀS IMAGENS


Culto dos santos:
            Consiste na prática pagã de fazer preces a santos protetores e encarregados de cada segmento da vida cotidiana. Essa prática herdada e incorporada a certos cultos religiosos remonta desde os tempos da Mitologia Grega e babilônica onde havia deuses encarregados dos rios, fartura, amor, etc,etc,etc.

          Analisando essas práticas à luz da Bíblia e da história, fica claro que são práticas pagãs. O Papa Bonifácio IV, em 610, celebrou pela primeira vez a festa a todos os santos, substituindo o panteão romano (templo pagão dedicado a todos os deuses) por um templo “cristão” para que as relíquias dos santos fossem ali colocadas, inclusive de Maria. Dessa forma o culto aos santos e a Maria substituiu o dos deuses e deusas do paganismo.

        A passagem bíblica sobre os querubins colocados no propiciatório da Arca da Aliança – Ex 25.18-20, advogada por certos teólogos para justificar a prática da idolatria, não se reveste de sustentação alguma. Porque não existe na Bíblia uma passagem sequer que mostre um israelita dirigindo suas orações aos querubins. O propiciatório era a figura da redenção em Cristo - Hb 9.5-9.
A Bíblia condena terminantemente o uso de imagens de escultura como meio de cultuar a Deus – Ex 20.4,5; Dt 5.8,9. Jesus disse: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele servirás – Mt 4.10”. O anjo disse a João: “Adora somente a Deus” – Ap 19.10; 22.9. Pedro recusou ser adorado por Cornélio- At. 10.25,26.


Observância da Tradição:
         A leitura da Bíblia foi proibida aos leigos no Concílio de Tolosa em 1222. Com isso a Igreja aposentou a Bíblia, e a Tradição passou a suplantar a Palavra de Deus – Mt 15.9. Em 1546 foi conferida à Tradição autoridade igual à da Bíblia.


       A Tradição da Igreja Romana é, sem dúvida alguma, “um outro evangelho” alertado por Paulo em Gálatas 1.8; antítese do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Ela não tinha lugar na Igreja Primitiva. O Evangelho só, contém “todo o conselho de Deus” At 20.27, dispensando, portanto, a Tradição.

     A Tradição não pode resistir a uma análise por parte dos famosos cristãos da antigüidade, tampouco diante das Escrituras.

     Cipriano, no século III, disse: “A tradição, sem a verdade, é o erro envelhecido”. Tertuliano afirmou: “Cristo se intitulou a Verdade, mas não a Tradição... Os hereges são vencidos com a Verdade e não com novidades”. No ano 450, disse Venâncio: “Inovações são coisas de hereges e não de crentes ortodoxos”. Jerônimo, o tradutor da “Vulgata”, tradução oficial da Bíblia usada pela Igreja Romana, escreveu: “As coisas que se inventam e se apresentam como tradições apostólicas, sem o testemunho das Escrituras, serão atingidas pela Espada de Deus”.









segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

SETE RAZÕES PARA NÃO TEMER O PODER DO DIABO

1. Maior do que ele é o que está em nós


Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.1Jo 4.4


2. Se resistirmos ao Diabo ele fugirá

Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo e ele fugirá de vós.Tg 4.7.

3. Jesus veio para desfazer as obras do Diabo

Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.1 Jo 3.8”.

4. Deus é por nós e nos guarda -

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. 1 Jo 5.18”.

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.
Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor! Rm 8.31-39”.

5. Satanás conhece os Filhos de Deus

Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus e bem sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? At 19.15”.

6. Satanás reconhece a autoridade deDeus em nós

...para que, agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,-Ef 3.10”.


7. Deus nos fará esmagar a cabeça de Satanás -

E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!Rm 16.20”.



sábado, 1 de janeiro de 2011

SETE PASSOS A SEREM SEGUIDOS NA BATALHA ESPIRITUAL

Seguem-se os passos que cada um deve observar nesta luta contra o mal:

  1. Reconhecer que não estamos num conflito contra a carne e o sangue, mas contra forças espirituais do mal (Ef 6.12).

  1. Viver diante de Deus uma vida fervorosamente dedicada à sua verdade e justiça (Rm 12.1,2; Ef 6.14).
  1. Crer que o poder de Satanás pode ser aniquilado seja onde for o seu domínio (At 26.18; Ef 6.16; I Ts 5.8). e reconhecer que o crente tem armas espirituais poderosas dadas por Deus para a destruição das fortalezas de Satanás (IICo 10.3-5).
  2. Proclamar o Evangelho do Reino, na plenitude do Espírito Santo (Mt 4.23; Lc 1.15-17; At 1.8; 2.4; 8.12; Rm 1.16; Ef 6.15).

  1. Confrontar Satanás e seu poder de modo direto, pela fé no nome de Jesus (At 16.16-18), ao usar a Palavra de Deus (Ef6.17), ao orar no Espírito (At 6.4; Ef 6.18), ao jejuar Mt 6.16; Mc 9.29) e ao expulsar demônios (Mt 10.1; 12.28; 17.17-21; Mc 16.17; Lc 10.17; At 5.16; 8.7; 16.18; 19.12)

  1. Orar, principalmente para que o Espírito santo convença os perdidos, no tocante ao pecado, à justiça e ao juízo vindouro (Jo 16.7-11).

  1. Orar, com desejo sincero, pelas manifestações do Espírito, mediante os dons de curar, de línguas, de milagres e de maravilhas (At 4.29-33; 10.38; I Co 12.7-11).

                       (Fonte de referências: Bíblia de Estudo Pentecostal/BEP/CPAD, pgs. 1391, 1466, 1467)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A VITÓRIA DE JESUS E DOS FIÉIS SOBRE OS DEMÔNIOS

Então o Senhor Deus disse à serpente..... Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e ..............(Gn 3.14,15)”.


JESUS E OS DEMÔNIOS. (1) Nos seus milagres, Jesus freqüentemente ataca o poder de Satanás (Mc 1.25,26,34,39; 3.10,11; 5.1-20; 9.17-29; Lc 13.11,12,16). Um de seus propósitos ao vir à terra foi subjugar Satanás e libertar o seus escravos (Mt 12.29; Mc. 1.27; Lc 4.18).
(2) Jesus derrotou Satanás, em parte pela expulsão de demônios e, de modo pleno, através de sua morte e ressurreição (Jo 12.31; 16.17; Cl 2.15; Hb 2.14). Deste modo, Ele aniquilou o domínio de Satanás e restaurou o poder do reino de Deus.

(3) O inferno (gr. Gehenna), o lugar de tormento, está preparado para o diabo e seus demônios (Mt 8.29; 25.41).

O CRISTÃO E OS DEMÔNIOS. (1) As Escrituras ensinam que nenhum verdadeiro crente, em quem habita o Espírito Santo, pode ficar endemoninhado; isto é o Espírito e os demônios nunca poderão habitar o mesmo corpo (IICo 6.15,16). Os demônios podem, no entanto influenciar os pensamentos, emoções e atos dos crentes que não obedecem aos ditames do Espírito Santo (Mt 16.23; IICo 11.3,14).

(2) Jesus prometeu aos genuínos crentes autoridade sobre o poder de Satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo (Lc 4.14-19). Desta maneira poderemos nos livrar do poder das trevas.

(3) segundo a parábola em Mc 3.27, o conflito espiritual contra Satanás envolve três aspectos: (a) declarar guerra contra Satanás segundo o propósito de Deus (Lc 4.14-19);
(b) ir onde Satanás está (qualquer lugar onde ele tem uma fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra de Deus, e destruir suas armas de engano e tentação demoníacos (Lc 11.20-22); (c) apoderar-se de bens ou posses, isto é libertar os cativos do inimigo e entregá-los a Deus para que recebam o perdão e a santificação mediante a fé em Cristo (Lc 11.22; At 26.18).c

                                                                                                                                          Continua.......

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A IGREJA E SEU ADVERSÁRIO
Ef 6.12
"...porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes".
SATANÁS. Do grego satan, que significa adversário, foi antes um elevado anjo, criado perfeito e bom. Foi designado como ministro junto ao trono de Deus, porém num certo tempo, rebelou-se e tornou-se o principal adversário de Deus e dos homens (Ez 28.12-15). (1) Satanás na sua rebelião contra Deus arrastou consigo uma grande multidão de anjos das ordens inferiores (Ap 12.4) que talvez possam ser identificados (após sua queda) com os demônios ou espíritos malignos. Satanás e muitos desses anjos inferiores decaídos foram banidos para a terra e sua atmosfera circundante, onde operam segundo a vontade permissiva de Deus.
(2) Satanás, também chamado “a serpente”, provocou a queda da raça humana (Gn 3.1-6).
(3) o império do mal sobre o qual Satanás reina (Mt.12.26) é altamente organizado tendo categorias e ordens (Ef 2.2; Jo 14.30), e exerce autoridade sobre as regiões do mundo inferior, os anjos caídos (Mt.25.41; Ap. 12.7), os homens perdidos (Mt 3.8,9; Jo.12.31; Ef 2.2) e o mundo em geral (Lc 4.5,6; II Co 4.4). Satanás não é onipresente, onipotente e nem onisciente, por isso a maior parte da atividade é delegada a seus inumeráveis demônios (Mt 8.28; Ap 16.13,14).
(4) Jesus veio à Terra a fim de desfazer as obras de Satanás (I Jo 3.8), de estabelecer o Reino de Deus e de livrar o homem do domínio de Satanás (Mt 12.28; Lc 4.19; 13.16; At 26.18). Cristo, pela sua morte e ressurreição, derrotou Satanás e ganhou a vitória de Deus sobre ele (Hb 2.14).
(5) No fim da presente era Satanás será confinado ao abismo durante mil anos (Ap 20.1-3). Depois disso será solto, após o que fará uma derradeira tentativa de derrotar a Deus, seguindo-se sua ruína final, que será seu lançamento no lago de fogo (Ap 20.7-10).
(6) Satanás atualmente guerreia contra Deus e seu povo (Ef 6.11-18), procurando desviar os fiéis da sua lealdade a Cristo  (II Co 11.3) e fazê-los pecar e viver segundo o sistema do mundo (II Co 11.3; I Tm 5.15; I Jo 5.19). O cristão deve sempre orar por livramento do poder de Satanás (Mt 6.13), para manter-se alerta contra seus ardis e tentações (Ef 6.11), e resistir-lhe no combate espiritual, permanecendo firme na fé (Ef 6.10-18; I Pe 5.8,9).

OS DEMÔNIOS. (1) o Novo Testamento menciona muitas vezes pessoas sofrendo de opressão ou influência maligna de Satanás, devido a um espírito maligno que neles habita; menciona também o conflito de Jesus com os demônios. O Evangelho segundo Marcos descreve muitos desses casos: 1.23-27,32,34,39; 3.10-12,15; 5.1-20;6.7,13; 7.25-30; 9.17-29; 16.17.

(2) Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência. Como súditos de Satanás, inimigos de Deus e dos seres humanos (Mt.12.43-45) São malignos, destrutivos e estão sob a autoridade de Satanás.

(3) Os demônios são a força motriz que está por trás da idolatria, seja ela de que natureza for, humana ou de imagens à semelhança de santos ou de Deus, de modo que adorar falsos deuses é praticamente o mesmo que adorar demônios (I Co 10.20).

(4) O Novo Testamento mostra que o mundo está alienado de Deus e controlado por Satanás (Jo 12.31; II Co 4.4; Ef 6.10-12). Os demônios são parte das potestades malignas; o cristão tem de lutar continuamente contra eles (Ef 6.12).

(5) Os demônios podem habitar no corpo dos incrédulos, e, constantemente o fazem (Mc 5.15; Lc 4.41; 8.27,28; At 16.18) e falam através das vozes dessas pessoas. Escravizam tais indivíduos e os induzem à iniquidade, à imoralidade e à destruição.

(6) Os demônios podem causar doenças físicas (Mt 9.32,33; 12.22; 17.14-18; Mc 9.17-27; Lc 13.11,16), embora nem todas as doenças e enfermidades procedam de espíritos maus (Mt 4.24; Lc 5.12,13).

(7) Aqueles que se envolvem com espiritismo e magia (feitiçaria) estão lidando com espíritos malignos, o que facilmente leva à possessão demoníaca (At 13.8-10; 19.19; Gl 5.20; Ap 9.20,21).

(8) Os espíritos malignos estarão grandemente ativos nos últimos dias desta era, na difusão do ocultismo, imoralidade, violência e crueldade; atacarão a Palavra de Deus e a sã doutrina (Mt 24.24; IICo 11.14,15; I Tm 4.1). O maior surto da atividade demoníaca ocorrerá através do Anticristo e seus seguidores (II Ts 2.9; Ap 13.2-8; 16.13,14).

                                                                                                                                            .... continua
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